02 de agosto de 2021 em Cultura

72º Salão de Abril abre para visitação do público a partir desta terça-feira (03/08)

Interessados podem visitar a exposição gratuita de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e no sábado, das 9h às 16h


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A mostra conta com 35 obras expostas de artistas cearenses no Centro Cultural Casa do Barão de Camocim (Foto: Thiago Matine)

A exposição do 72º Salão de Abril será aberta ao público nesta terça-feira (02/08), às 10h, no Centro Cultural Casa do Barão de Camocim. A mostra segue até o 16 de setembro no espaço, com 35 obras de artistas cearenses, das mais diferentes linguagens. Interessados podem visitar a mostra deterça a sexta-feira, das 10h às 17h, e no sábado, das 9h às 16h. A 72° edição de 2021 do Salão de Abril presta uma homenagem ao artista sobralense Raimundo Cela.

A abertura do Salão ocorreu na última quinta-feira (29/07) e contou com a presença dos artistas contemplados e curadoria. Devido as restrições decorrentes da pandemia de Covid-19, o espaço de visitação foi adaptado para receber o público, cumprindo todas as regras de higiene, capacidade e distanciamento determinadas por decreto municipal.

A edição deste ano contemplou 35 projetos, número maior que o selecionado em edições anteriores. Outro destaque da edição é a curadoria inteiramente feminina, formada pelas profissionais Ana Cecília Soares (CE), Luise Malmaceda (SP) e Luciara Ribeiro (SP), que avaliaram cerca 221 obras de artistas inscritos.

A 72ª edicção do Salão de Abril é uma realização da Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Secultfor), em parceria com o Instituto Cultural Iracema.

Obras

As obras expostas no 72º Salão de Abril são “Chá de cadeira”, de Ana Mundim (Fotografia); “Sob muitos sóis”, de Anie Barreto (Pintura), “Invenção do meu avô”, de Bruna Bortolotti e Gabrielle Tavares (Instalação); “Macho quer macho”, de Charles Lessa (Pintura); “Série Tecituras”, de Célio Celestino (Fotografia); “Ame as Deusas”, de Marcelina e Natalia Coehl (Registro da Intervenção Urbana); “Tanto Mar”, do Coletivo Ponto (Videoarte); “Armar uma rede”, de David Felício e Jorge Silvestre (Escultura); “Fantasma Hereditário – Trilogia Fantasma”, de Diego de Santos (Desenho); “Revista Capricha”, de Diego Landin e Yuri Marrocos (Colagem); “Assentamento”, de Eliana Amorim (Instalação); “Menu do dia ou um prato que se come frio”, de Eliézer (Colagem); "Álbum Preto", de Felipe Camilo (Instalação/Livro de Artista); “Oxigênio”, de Fernanda Siebra (Fotografia); "Árvore-Lágrima", de Fernando Jorge (Fotografia); "Eu-Não", de Flávia Almeida, Hailla Krulicoski e Caio Erick (Videoarte); “XAXARÁ”, de George Ulysses Rodrigues de Sousa (Videoarte); “A margem de um rio que correm meus ancestrais”, de Iago Barreto Soares (Videoarte); “Indicador social para jardim”, de Jared Domício (Intervenção); “Corpografias em Contexto”, de Jefferson Skorupski (Videoarte); “Cena de Assassinato”, de João Paulo Duarte de Sousa (Performance); “Gaiola – Paisagem Interior”, de Juliana Saavedra Mendoza (Videoarte); “Jogo da Memória – Para não esquecer”, de Karl William (Instalação); “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa [1500-1822-1871-1888-1889-1932-1960-1964-2016-2018 e contando]”, de Lívio (Instalação); “Campo de Passagem’'”, de M Dias Preto (Instalação); “Dança para um futuro cego”, de Maria Macêdo (Videoperformance); “Corpo_Santo”, de Mario Sanders (Instalação); “Ecologia é poesia”, de Naiana Magalhães (Escultura); "Árido Brejo", de Nataly Rocha (Videoarte); “Protótipo de inserção da experiência jangadeira no Brasil”, do coletivo No Barraco da Constância tem! (Instalação); “Cartossangrias”, de Núbia Agustinha (Instalação); “Nada pode ser feito até o tempo moderar”, de Samuel Tomé (Objeto); “As finas tramas que nos unem”, de Thaís de Campos (Fotografia); “Permitir o afeto – Viver o desejo – Esquecer o tempo”, de Victor Cavalcante (Instalação); e “Máquina de Costurar”, de Virginia Pinho (Fotografia).

Raimundo Cela

Pintor, gravador, professor, Raimundo Brandão Cela nasceu em Sobral, em 1890. Tem como temática abordada a tipologia da terra, isto é, os tipos humanos regionais, com perspectiva formal estética. Com telas luminosas e claras, retratou em suas obras a força do trabalhador, representadas pelos pescadores, vaqueiros, artesãos, operários e jangadeiros.

O artista representa um grande marco para a arte regional, tornando-se um pintor renomado para o patrimônio artístico cearense e brasileiro. Raimundo Cela faleceu no Rio de Janeiro em 06 de novembro de 1954.

Serviço:
Exposição 72º Salão de Abril
Data: De 03 de agosto a 16 de setembro
Horário de visitação: de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e no sábado, das 9h às 16h
Local: Centro Cultural Casa do Barão de Camocim (R. Gen. Sampaio, 1632 – Centro)
Gratuito
*Não é necessário agendar a visita

72º Salão de Abril abre para visitação do público a partir desta terça-feira (03/08)

Interessados podem visitar a exposição gratuita de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e no sábado, das 9h às 16h

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A mostra conta com 35 obras expostas de artistas cearenses no Centro Cultural Casa do Barão de Camocim (Foto: Thiago Matine)

A exposição do 72º Salão de Abril será aberta ao público nesta terça-feira (02/08), às 10h, no Centro Cultural Casa do Barão de Camocim. A mostra segue até o 16 de setembro no espaço, com 35 obras de artistas cearenses, das mais diferentes linguagens. Interessados podem visitar a mostra deterça a sexta-feira, das 10h às 17h, e no sábado, das 9h às 16h. A 72° edição de 2021 do Salão de Abril presta uma homenagem ao artista sobralense Raimundo Cela.

A abertura do Salão ocorreu na última quinta-feira (29/07) e contou com a presença dos artistas contemplados e curadoria. Devido as restrições decorrentes da pandemia de Covid-19, o espaço de visitação foi adaptado para receber o público, cumprindo todas as regras de higiene, capacidade e distanciamento determinadas por decreto municipal.

A edição deste ano contemplou 35 projetos, número maior que o selecionado em edições anteriores. Outro destaque da edição é a curadoria inteiramente feminina, formada pelas profissionais Ana Cecília Soares (CE), Luise Malmaceda (SP) e Luciara Ribeiro (SP), que avaliaram cerca 221 obras de artistas inscritos.

A 72ª edicção do Salão de Abril é uma realização da Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Secultfor), em parceria com o Instituto Cultural Iracema.

Obras

As obras expostas no 72º Salão de Abril são “Chá de cadeira”, de Ana Mundim (Fotografia); “Sob muitos sóis”, de Anie Barreto (Pintura), “Invenção do meu avô”, de Bruna Bortolotti e Gabrielle Tavares (Instalação); “Macho quer macho”, de Charles Lessa (Pintura); “Série Tecituras”, de Célio Celestino (Fotografia); “Ame as Deusas”, de Marcelina e Natalia Coehl (Registro da Intervenção Urbana); “Tanto Mar”, do Coletivo Ponto (Videoarte); “Armar uma rede”, de David Felício e Jorge Silvestre (Escultura); “Fantasma Hereditário – Trilogia Fantasma”, de Diego de Santos (Desenho); “Revista Capricha”, de Diego Landin e Yuri Marrocos (Colagem); “Assentamento”, de Eliana Amorim (Instalação); “Menu do dia ou um prato que se come frio”, de Eliézer (Colagem); "Álbum Preto", de Felipe Camilo (Instalação/Livro de Artista); “Oxigênio”, de Fernanda Siebra (Fotografia); "Árvore-Lágrima", de Fernando Jorge (Fotografia); "Eu-Não", de Flávia Almeida, Hailla Krulicoski e Caio Erick (Videoarte); “XAXARÁ”, de George Ulysses Rodrigues de Sousa (Videoarte); “A margem de um rio que correm meus ancestrais”, de Iago Barreto Soares (Videoarte); “Indicador social para jardim”, de Jared Domício (Intervenção); “Corpografias em Contexto”, de Jefferson Skorupski (Videoarte); “Cena de Assassinato”, de João Paulo Duarte de Sousa (Performance); “Gaiola – Paisagem Interior”, de Juliana Saavedra Mendoza (Videoarte); “Jogo da Memória – Para não esquecer”, de Karl William (Instalação); “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa [1500-1822-1871-1888-1889-1932-1960-1964-2016-2018 e contando]”, de Lívio (Instalação); “Campo de Passagem’'”, de M Dias Preto (Instalação); “Dança para um futuro cego”, de Maria Macêdo (Videoperformance); “Corpo_Santo”, de Mario Sanders (Instalação); “Ecologia é poesia”, de Naiana Magalhães (Escultura); "Árido Brejo", de Nataly Rocha (Videoarte); “Protótipo de inserção da experiência jangadeira no Brasil”, do coletivo No Barraco da Constância tem! (Instalação); “Cartossangrias”, de Núbia Agustinha (Instalação); “Nada pode ser feito até o tempo moderar”, de Samuel Tomé (Objeto); “As finas tramas que nos unem”, de Thaís de Campos (Fotografia); “Permitir o afeto – Viver o desejo – Esquecer o tempo”, de Victor Cavalcante (Instalação); e “Máquina de Costurar”, de Virginia Pinho (Fotografia).

Raimundo Cela

Pintor, gravador, professor, Raimundo Brandão Cela nasceu em Sobral, em 1890. Tem como temática abordada a tipologia da terra, isto é, os tipos humanos regionais, com perspectiva formal estética. Com telas luminosas e claras, retratou em suas obras a força do trabalhador, representadas pelos pescadores, vaqueiros, artesãos, operários e jangadeiros.

O artista representa um grande marco para a arte regional, tornando-se um pintor renomado para o patrimônio artístico cearense e brasileiro. Raimundo Cela faleceu no Rio de Janeiro em 06 de novembro de 1954.

Serviço:
Exposição 72º Salão de Abril
Data: De 03 de agosto a 16 de setembro
Horário de visitação: de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e no sábado, das 9h às 16h
Local: Centro Cultural Casa do Barão de Camocim (R. Gen. Sampaio, 1632 – Centro)
Gratuito
*Não é necessário agendar a visita