10 de May de 2019 em Saúde

Comitê de Combate às Arboviroses se reúne para avaliar ações contra o Aedes aegypti

Encontro será nesta segunda-feira (13/05), a partir das 10 horas no Paço Municipal


O Comitê Permanente Intersetorial de Combate às Arboviroses se reúne nesta segunda-feira (13/05), às 10 horas, para definir ações, com ênfase na educação da população, para evitar focos do Aedes aegypti em Fortaleza, a partir da análise da situação de infestação do mosquito causador da dengue, zika e chikungunya. O encontro conta com representantes das secretarias de Saúde, Educação, Meio Ambiente, Conservação e Serviços Públicos, Regionais, e ainda a Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) e a Agência Reguladora de Fortaleza (Acfor). Também participam das reuniões do comitê representantes de entidades civis como: Sindicatos dos Taxistas e da Indústria da Construção Civil, entidades do comércio e instituições religiosas, que apoiam as ações do comitê.

De acordo com o Ministério da Saúde, foi registrado um aumento de 264% nos casos de dengue em todo o País, enquanto Fortaleza mostrou um cenário oposto e registrou uma redução histórica. No primeiro quadrimestre de 2019, foram registrados 623 casos de dengue, contra 955 em 2018, uma redução de 34,8%. Já de chikungunya, foram 73 neste ano e 418 no ano passado, sendo 82,5% a menos no mesmo período. O zika vírus, que em 2018 acometeu 10 pessoas, este ano não teve nenhum caso confirmado. Quando comparados os casos de chikungunya de 2019 e 2017, há uma queda em 99,8%.

A secretária da Saúde, Joana Maciel, alerta que, com a diminuição do volume das chuvas, a cidade entra em um período vulnerável à circulação dos vírus transmitidos pelo Aedes. Além disso, em outras regiões, circula o vírus da dengue tipo II, que foi registrado em Fortaleza pela última vez em 2008, o que torna uma parcela importante da sociedade vulnerável. Por tais motivos é importante que todos façam sua parte para manter os bons resultados obtidos no combate às arboviroses até agora.

O objetivo é reforçar ações de educação para combater os focos em objetos que acumulam água e em locais propícios à criação do mosquito transmissor das doenças. Como forma de reduzir os riscos, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos e sacos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, lixeiras, entre outros.

Serviço
Reunião do Comitê Permanente Intersetorial de Combate às Arboviroses
Data: segunda-feira (13/05)
Horário: 10 horas
Local: Auditório do Paço Municipal (Rua São José, 01 - Centro)

Comitê de Combate às Arboviroses se reúne para avaliar ações contra o Aedes aegypti

Encontro será nesta segunda-feira (13/05), a partir das 10 horas no Paço Municipal

O Comitê Permanente Intersetorial de Combate às Arboviroses se reúne nesta segunda-feira (13/05), às 10 horas, para definir ações, com ênfase na educação da população, para evitar focos do Aedes aegypti em Fortaleza, a partir da análise da situação de infestação do mosquito causador da dengue, zika e chikungunya. O encontro conta com representantes das secretarias de Saúde, Educação, Meio Ambiente, Conservação e Serviços Públicos, Regionais, e ainda a Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) e a Agência Reguladora de Fortaleza (Acfor). Também participam das reuniões do comitê representantes de entidades civis como: Sindicatos dos Taxistas e da Indústria da Construção Civil, entidades do comércio e instituições religiosas, que apoiam as ações do comitê.

De acordo com o Ministério da Saúde, foi registrado um aumento de 264% nos casos de dengue em todo o País, enquanto Fortaleza mostrou um cenário oposto e registrou uma redução histórica. No primeiro quadrimestre de 2019, foram registrados 623 casos de dengue, contra 955 em 2018, uma redução de 34,8%. Já de chikungunya, foram 73 neste ano e 418 no ano passado, sendo 82,5% a menos no mesmo período. O zika vírus, que em 2018 acometeu 10 pessoas, este ano não teve nenhum caso confirmado. Quando comparados os casos de chikungunya de 2019 e 2017, há uma queda em 99,8%.

A secretária da Saúde, Joana Maciel, alerta que, com a diminuição do volume das chuvas, a cidade entra em um período vulnerável à circulação dos vírus transmitidos pelo Aedes. Além disso, em outras regiões, circula o vírus da dengue tipo II, que foi registrado em Fortaleza pela última vez em 2008, o que torna uma parcela importante da sociedade vulnerável. Por tais motivos é importante que todos façam sua parte para manter os bons resultados obtidos no combate às arboviroses até agora.

O objetivo é reforçar ações de educação para combater os focos em objetos que acumulam água e em locais propícios à criação do mosquito transmissor das doenças. Como forma de reduzir os riscos, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos e sacos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, lixeiras, entre outros.

Serviço
Reunião do Comitê Permanente Intersetorial de Combate às Arboviroses
Data: segunda-feira (13/05)
Horário: 10 horas
Local: Auditório do Paço Municipal (Rua São José, 01 - Centro)