07 de fevereiro de 2018 em Juventude

Comitê Municipal pela Prevenção dos Homicídios na Adolescência discute diagnóstico de 2017 e planeja ações de enfrentamento

No próximo mês, será divulgado o cronograma de atividades intersetoriais do Comitê


Comitê
Estudos iniciados a partir da avaliação do diagnóstico de 2017 serão base de cronograma específico de ações (Foto: Kiko Silva)
O Comitê Municipal pela Prevenção dos Homicídios na Adolescência esteve reunido, na tarde desta terça-feira (06/02), no Centro Cultural Belchior. Na pauta do encontro, os dados relativos ao diagnóstico de 2017 e as ações intersetoriais preventivas e planejadas para este ano. Participaram da reunião gestores da Prefeitura de Fortaleza, do Governo do Estado, do Unicef, do Ministério Público do Ceará e da sociedade civil.

“O Comitê Pela Prevenção dos Homicídios na Adolescência é uma corajosa ação do prefeito Roberto Cláudio para discutir esse assunto tão importante para a nossa cidade. Esse é um problema que precisa ser resolvido. Por isso, estamos aqui, unindo vários atores para discutir o assunto com profundidade, de forma técnica e objetiva. Hoje, a partir do levantamento diagnóstico de 2017, planejamos tarefas para a próxima reunião, prevista para o dia 20 de março. Até lá, teremos que elaborar projetos e sincronizar ações de diversos órgãos, definir o plano de ação e o público específico para agir dentro de um cronograma claro e objetivo”, informou o coordenador Especial de Políticas Públicas de Juventude da Prefeitura de Fortaleza, Júlio Brizzi.

As ações intersetoriais de enfrentamento aos homicídios na adolescência contam com a participação das Secretarias Municipais da Saúde, da Educação, dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, da Cultura, da Segurança Cidadã, além de outras Pastas e a parceria do Governo Estadual e com instituições de diversos âmbitos.

De acordo com a secretária da Saúde de Fortaleza, Joana Maciel, o diagnóstico das áreas mais vulneráveis cumpre papel fundamental no direcionamento específico dos esforços, que contemplam ações já desenvolvidas pela Prefeitura e pelo Governo do Estado, a exemplo dos investimentos na primeira infância, na ocupação de espaços públicos, na ampliação do ensino em tempo integral e no fomento do Plano Fortaleza 2040, que visa à minimização estratégica de desigualdades na Capital.

“Há a necessidade, neste enfrentamento, de medidas de curto, médio e longo prazos, refletidas nas ações já realizadas pela Prefeitura e pelo Governo do Estado e que fomentam o combate à violência. No entanto, este Comitê é executivo e foca nas medidas de curto prazo. Nós vamos trabalhar para que o cenário de 2018 seja melhor que o de 2017. O primeiro passo nós já demos, que foi o conhecimento do problema. Nós temos um diagnóstico bem feito de onde esses homicídios estão acontecendo. As áreas mais críticas estão concentradas, por exemplo, nas Regionais I, II, V e VI. A partir desta localização, nós vamos agir em parceria intersetorial, onde vamos traçar metas e ações para acolher as famílias e evitar que novas mortes aconteçam”, garantiu.

Os estudos iniciados a partir da avaliação do diagnóstico de 2017 embasarão um cronograma específico de ações intersetoriais cuja divulgação está prevista para 20 de março, data da próxima reunião do Comitê.

Comitê Municipal pela Prevenção dos Homicídios na Adolescência discute diagnóstico de 2017 e planeja ações de enfrentamento

No próximo mês, será divulgado o cronograma de atividades intersetoriais do Comitê

Comitê
Estudos iniciados a partir da avaliação do diagnóstico de 2017 serão base de cronograma específico de ações (Foto: Kiko Silva)
O Comitê Municipal pela Prevenção dos Homicídios na Adolescência esteve reunido, na tarde desta terça-feira (06/02), no Centro Cultural Belchior. Na pauta do encontro, os dados relativos ao diagnóstico de 2017 e as ações intersetoriais preventivas e planejadas para este ano. Participaram da reunião gestores da Prefeitura de Fortaleza, do Governo do Estado, do Unicef, do Ministério Público do Ceará e da sociedade civil.

“O Comitê Pela Prevenção dos Homicídios na Adolescência é uma corajosa ação do prefeito Roberto Cláudio para discutir esse assunto tão importante para a nossa cidade. Esse é um problema que precisa ser resolvido. Por isso, estamos aqui, unindo vários atores para discutir o assunto com profundidade, de forma técnica e objetiva. Hoje, a partir do levantamento diagnóstico de 2017, planejamos tarefas para a próxima reunião, prevista para o dia 20 de março. Até lá, teremos que elaborar projetos e sincronizar ações de diversos órgãos, definir o plano de ação e o público específico para agir dentro de um cronograma claro e objetivo”, informou o coordenador Especial de Políticas Públicas de Juventude da Prefeitura de Fortaleza, Júlio Brizzi.

As ações intersetoriais de enfrentamento aos homicídios na adolescência contam com a participação das Secretarias Municipais da Saúde, da Educação, dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, da Cultura, da Segurança Cidadã, além de outras Pastas e a parceria do Governo Estadual e com instituições de diversos âmbitos.

De acordo com a secretária da Saúde de Fortaleza, Joana Maciel, o diagnóstico das áreas mais vulneráveis cumpre papel fundamental no direcionamento específico dos esforços, que contemplam ações já desenvolvidas pela Prefeitura e pelo Governo do Estado, a exemplo dos investimentos na primeira infância, na ocupação de espaços públicos, na ampliação do ensino em tempo integral e no fomento do Plano Fortaleza 2040, que visa à minimização estratégica de desigualdades na Capital.

“Há a necessidade, neste enfrentamento, de medidas de curto, médio e longo prazos, refletidas nas ações já realizadas pela Prefeitura e pelo Governo do Estado e que fomentam o combate à violência. No entanto, este Comitê é executivo e foca nas medidas de curto prazo. Nós vamos trabalhar para que o cenário de 2018 seja melhor que o de 2017. O primeiro passo nós já demos, que foi o conhecimento do problema. Nós temos um diagnóstico bem feito de onde esses homicídios estão acontecendo. As áreas mais críticas estão concentradas, por exemplo, nas Regionais I, II, V e VI. A partir desta localização, nós vamos agir em parceria intersetorial, onde vamos traçar metas e ações para acolher as famílias e evitar que novas mortes aconteçam”, garantiu.

Os estudos iniciados a partir da avaliação do diagnóstico de 2017 embasarão um cronograma específico de ações intersetoriais cuja divulgação está prevista para 20 de março, data da próxima reunião do Comitê.