11 de Agosto de 2026 em Social IMPRIMIR

Complexo Fortaleza Inclusiva supera 2 mil atendimentos em pouco mais de um mês de funcionamento na Serrinha

Equipamento reúne Cras, Cuidoteca Comunitária, Areninha, academia ao ar livre e serviços para diferentes públicos


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Raquel Evelin com a filha Olivia na brinquedoteca
Raquel Evelin aproveitou a manhã livre para atualizar seu registro no Cadastro Único. Enquanto realizava o atendimento, a filha Olívia pôde utilizar a Cuidoteca e o espaço de brincadeiras do Cras (Fotos: Tainá Cavalcante)

Em pouco mais de um mês de funcionamento, o Complexo Intergeracional Fortaleza Inclusiva (Cifi), no bairro Serrinha, já recebeu mais de 2 mil pessoas em atividades e atendimentos. O equipamento reúne o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Serrinha, a primeira Cuidoteca Comunitária do Brasil, a Areninha Ômega, academia ao ar livre e outros serviços voltados a crianças, idosos, famílias atípicas e pessoas em situação de vulnerabilidade social.

A iniciativa integra o Plano Fortaleza Inclusiva e reúne, em um mesmo território, serviços de diferentes políticas públicas. A proposta é ampliar o acesso da população aos direitos socioassistenciais, fortalecer a convivência comunitária e aproximar os serviços públicos das famílias.

roda de conversa no Cifi
O Cifi permite ampliar as atividades do Cras e fortalecer o contato com a comunidade

A coordenadora do Cras Serrinha, Elaine Ferreira, destacou que a requalificação do espaço permitiu ampliar as atividades e fortalecer o contato com a comunidade.

“A reforma do Cras já era muito esperada pela comunidade. Isso havia sido prometido há muito tempo, mas foi essa gestão que abraçou o projeto e que também trouxe os novos equipamentos, como a Cuidoteca. Aqui é um espaço de convivência completo, recebemos os idosos em dias alternados e nos outros também funciona como espaço de escuta da comunidade, com reuniões das lideranças e dos agentes de cidadania”, afirmou.

Elaine ressaltou ainda que a integração dos serviços permite fortalecer a rede de apoio no território.

“Tudo isso existe para que a gente possa melhorar nosso atendimento, o gerenciamento das informações e fortalecer a rede de apoio. Com isso é possível ter um território vivo, com a presença ativa da comunidade”, completou.

Entre as atividades realizadas pelo Cras estão atendimento e acompanhamento familiar, oficinas de convivência para diferentes faixas etárias, cadastramento e atualização do Cadastro Único e orientação sobre benefícios como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC). A unidade também possui espaços para atividades de corte e costura e convivência de pessoas idosas.

Às terças e quintas-feiras, o Cras também recebe atividades físicas realizadas em parceria com o Corpo de Bombeiros do Ceará.

Atendimento para famílias

Raquel Evelin aproveitou a manhã livre para atualizar seu registro no Cadastro Único.

Enquanto realizava o atendimento, a filha Olívia, de um ano, pôde utilizar a Cuidoteca e o espaço de brincadeiras do Cras. Para ela, a estrutura facilita o acesso de mães e pais aos serviços.

“Eu vim fazer o Cadastro Único para procurar benefícios para a minha família. Foi a primeira vez que vim aqui. O atendimento foi muito bom e organizado. Na recepção, me explicaram tudo direitinho e tiraram minhas dúvidas.”

“Estou gostando muito do atendimento. Também achei muito bom o espaço para os bebês. É um ambiente muito acolhedor e facilita bastante para quem vem com criança”, completou.

Espaço para atividades físicas

Evandro Borges num aparelho da Academia ao Ar Livre
A estrutura também mudou a rotina de moradores que utilizam a Areninha Ômega e a academia ao ar livre, a exemplo de Evandro Borges que passou a frequentar o espaço diariamente

A estrutura também mudou a rotina de moradores que utilizam a Areninha Ômega e a academia ao ar livre. Evandro Borges passou a frequentar o espaço diariamente para fazer exercícios e caminhar com o cachorro.

“Eu gostei muito desse espaço. Era uma reforma que a Prefeitura precisava fazer, porque agora temos uma atividade para praticar perto de casa. Como não tenho tempo para ir à academia, venho pela manhã, faço caminhada e depois os exercícios. Eu venho todos os dias. Quando não consigo de manhã, venho à noite. E vem muita gente, inclusive de outras ruas, para caminhar e fazer exercícios. O espaço está sendo muito utilizado e, à noite, fica bem movimentado”, contou.

Para quem trabalha no entorno, a movimentação também trouxe impactos. Rita de Cássia, que mantém um ponto de venda de tapioca e outros lanches próximo ao Cifi, destacou que a requalificação aumentou a circulação de moradores.

“A reforma aqui do campo foi a melhor coisa que aconteceu. Foi muito boa para quem trabalha com as vendinhas e também para as crianças, que agora têm mais espaço para brincar”.

“Também valorizou muito o meu ponto comercial. A gente vê o Cras e todos os outros espaços, e ficou tudo muito bonito. Foi uma melhoria muito importante para a praça e para a comunidade”, afirmou.

Convivência e participação

Rita de Cássia na sua venda de café e tapioca
Rita de Cássia, que mantém um ponto de venda de tapioca e outros lanches próximo ao Cifi, destacou que a requalificação aumentou a circulação de moradores

Moradora da Serrinha há 18 anos, Elizete Mendes participa de diferentes atividades oferecidas no complexo. Além dos exercícios na Areninha Ômega, ela frequenta as atividades do Corpo de Bombeiros e do grupo de convivência do Cras.

“Moro aqui na Serrinha há 18 anos e, depois da reforma, ficou maravilhoso. As crianças não tinham onde brincar e acabavam ficando na rua, que é perigoso. Agora elas têm um espaço para brincar.”

“Também melhorou para os pais de família que não têm emprego e colocam suas barraquinhas para vender comida, salgados e pipoca. Eles conseguem tirar o sustento dali. Eu participo do grupo de convivência no Cras, com atividades às terças e quintas-feiras. A gente faz exercícios, dança e atividades com o cabo de vassoura. Está muito bom.”

Complexo Fortaleza Inclusiva supera 2 mil atendimentos em pouco mais de um mês de funcionamento na Serrinha

Equipamento reúne Cras, Cuidoteca Comunitária, Areninha, academia ao ar livre e serviços para diferentes públicos

Raquel Evelin com a filha Olivia na brinquedoteca
Raquel Evelin aproveitou a manhã livre para atualizar seu registro no Cadastro Único. Enquanto realizava o atendimento, a filha Olívia pôde utilizar a Cuidoteca e o espaço de brincadeiras do Cras (Fotos: Tainá Cavalcante)

Em pouco mais de um mês de funcionamento, o Complexo Intergeracional Fortaleza Inclusiva (Cifi), no bairro Serrinha, já recebeu mais de 2 mil pessoas em atividades e atendimentos. O equipamento reúne o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Serrinha, a primeira Cuidoteca Comunitária do Brasil, a Areninha Ômega, academia ao ar livre e outros serviços voltados a crianças, idosos, famílias atípicas e pessoas em situação de vulnerabilidade social.

A iniciativa integra o Plano Fortaleza Inclusiva e reúne, em um mesmo território, serviços de diferentes políticas públicas. A proposta é ampliar o acesso da população aos direitos socioassistenciais, fortalecer a convivência comunitária e aproximar os serviços públicos das famílias.

roda de conversa no Cifi
O Cifi permite ampliar as atividades do Cras e fortalecer o contato com a comunidade

A coordenadora do Cras Serrinha, Elaine Ferreira, destacou que a requalificação do espaço permitiu ampliar as atividades e fortalecer o contato com a comunidade.

“A reforma do Cras já era muito esperada pela comunidade. Isso havia sido prometido há muito tempo, mas foi essa gestão que abraçou o projeto e que também trouxe os novos equipamentos, como a Cuidoteca. Aqui é um espaço de convivência completo, recebemos os idosos em dias alternados e nos outros também funciona como espaço de escuta da comunidade, com reuniões das lideranças e dos agentes de cidadania”, afirmou.

Elaine ressaltou ainda que a integração dos serviços permite fortalecer a rede de apoio no território.

“Tudo isso existe para que a gente possa melhorar nosso atendimento, o gerenciamento das informações e fortalecer a rede de apoio. Com isso é possível ter um território vivo, com a presença ativa da comunidade”, completou.

Entre as atividades realizadas pelo Cras estão atendimento e acompanhamento familiar, oficinas de convivência para diferentes faixas etárias, cadastramento e atualização do Cadastro Único e orientação sobre benefícios como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC). A unidade também possui espaços para atividades de corte e costura e convivência de pessoas idosas.

Às terças e quintas-feiras, o Cras também recebe atividades físicas realizadas em parceria com o Corpo de Bombeiros do Ceará.

Atendimento para famílias

Raquel Evelin aproveitou a manhã livre para atualizar seu registro no Cadastro Único.

Enquanto realizava o atendimento, a filha Olívia, de um ano, pôde utilizar a Cuidoteca e o espaço de brincadeiras do Cras. Para ela, a estrutura facilita o acesso de mães e pais aos serviços.

“Eu vim fazer o Cadastro Único para procurar benefícios para a minha família. Foi a primeira vez que vim aqui. O atendimento foi muito bom e organizado. Na recepção, me explicaram tudo direitinho e tiraram minhas dúvidas.”

“Estou gostando muito do atendimento. Também achei muito bom o espaço para os bebês. É um ambiente muito acolhedor e facilita bastante para quem vem com criança”, completou.

Espaço para atividades físicas

Evandro Borges num aparelho da Academia ao Ar Livre
A estrutura também mudou a rotina de moradores que utilizam a Areninha Ômega e a academia ao ar livre, a exemplo de Evandro Borges que passou a frequentar o espaço diariamente

A estrutura também mudou a rotina de moradores que utilizam a Areninha Ômega e a academia ao ar livre. Evandro Borges passou a frequentar o espaço diariamente para fazer exercícios e caminhar com o cachorro.

“Eu gostei muito desse espaço. Era uma reforma que a Prefeitura precisava fazer, porque agora temos uma atividade para praticar perto de casa. Como não tenho tempo para ir à academia, venho pela manhã, faço caminhada e depois os exercícios. Eu venho todos os dias. Quando não consigo de manhã, venho à noite. E vem muita gente, inclusive de outras ruas, para caminhar e fazer exercícios. O espaço está sendo muito utilizado e, à noite, fica bem movimentado”, contou.

Para quem trabalha no entorno, a movimentação também trouxe impactos. Rita de Cássia, que mantém um ponto de venda de tapioca e outros lanches próximo ao Cifi, destacou que a requalificação aumentou a circulação de moradores.

“A reforma aqui do campo foi a melhor coisa que aconteceu. Foi muito boa para quem trabalha com as vendinhas e também para as crianças, que agora têm mais espaço para brincar”.

“Também valorizou muito o meu ponto comercial. A gente vê o Cras e todos os outros espaços, e ficou tudo muito bonito. Foi uma melhoria muito importante para a praça e para a comunidade”, afirmou.

Convivência e participação

Rita de Cássia na sua venda de café e tapioca
Rita de Cássia, que mantém um ponto de venda de tapioca e outros lanches próximo ao Cifi, destacou que a requalificação aumentou a circulação de moradores

Moradora da Serrinha há 18 anos, Elizete Mendes participa de diferentes atividades oferecidas no complexo. Além dos exercícios na Areninha Ômega, ela frequenta as atividades do Corpo de Bombeiros e do grupo de convivência do Cras.

“Moro aqui na Serrinha há 18 anos e, depois da reforma, ficou maravilhoso. As crianças não tinham onde brincar e acabavam ficando na rua, que é perigoso. Agora elas têm um espaço para brincar.”

“Também melhorou para os pais de família que não têm emprego e colocam suas barraquinhas para vender comida, salgados e pipoca. Eles conseguem tirar o sustento dali. Eu participo do grupo de convivência no Cras, com atividades às terças e quintas-feiras. A gente faz exercícios, dança e atividades com o cabo de vassoura. Está muito bom.”