16 de agosto de 2021 em Segurança Cidadã

Defesa Civil apresenta balanço da Operação Praia do Futuro

Foram vistoriados 26 prédios com mais de 35 anos de construção. Um prédio precisou ser interditado


agentes da defesa civil avaliam o muro de um prédio que tem parte das vigas expostas
As principais patologias encontradas, principalmente por conta da alta salinidade da área, foram: ferragens expostas e corroídas, fissuras e rachaduras em vigas e pilares, queda de reboco e infiltrações (Marcos Moura)

A Defesa Civil de Fortaleza, por meio do Núcleo de Ações Preventivas (Nuprev), realizou a vistoria preventiva de 26 prédios com mais de 35 anos de construção na Praia do Futuro. A operação, que ocorreu entre os dias 8 de julho e 9 de agosto, teve como objetivo prevenir possíveis riscos em imóveis que sofrem os efeitos da corrosão provocada pela maresia, classificada como a mais forte do Brasil e a segunda do mundo.

Dentre os 26 prédios vistoriados, apenas uma edificação possuía risco iminente de desabamento e precisou ser interditada de imediato, para garantir a segurança dos moradores. Nesse caso, as famílias foram orientadas a sair e só retornar após as reformas necessárias. Os demais imóveis vistoriados estavam passíveis de correções e não apresentavam riscos à segurança dos moradores. Oito prédios já passavam por algum tipo de reforma estrutural.

As principais patologias encontradas, principalmente por conta da alta salinidade da área, foram: ferragens expostas e corroídas, fissuras e rachaduras em vigas e pilares, queda de reboco e infiltrações.

Todos os síndicos dos 26 prédios receberão notificações e relatórios com o resultado das vistorias e serão instados a realizar as reformas adequadas para solucionar os problemas encontrados, o mais breve possível. "Quanto mais cedo as intervenções forem realizadas, menores os riscos futuros de uma ocorrência de maior gravidade", reforça o gestor da Defesa Civil de Fortaleza, Regis Tavares.

Ele destacou também o êxito da operação, que contou com a parceria e colaboração de todos os envolvidos. "Síndicos e moradores receberam a Defesa Civil de braços abertos. Trabalhamos com uma equipe de dez agentes e todo mundo se sentiu muito motivado com a receptividade da população".

Defesa Civil apresenta balanço da Operação Praia do Futuro

Foram vistoriados 26 prédios com mais de 35 anos de construção. Um prédio precisou ser interditado

agentes da defesa civil avaliam o muro de um prédio que tem parte das vigas expostas
As principais patologias encontradas, principalmente por conta da alta salinidade da área, foram: ferragens expostas e corroídas, fissuras e rachaduras em vigas e pilares, queda de reboco e infiltrações (Marcos Moura)

A Defesa Civil de Fortaleza, por meio do Núcleo de Ações Preventivas (Nuprev), realizou a vistoria preventiva de 26 prédios com mais de 35 anos de construção na Praia do Futuro. A operação, que ocorreu entre os dias 8 de julho e 9 de agosto, teve como objetivo prevenir possíveis riscos em imóveis que sofrem os efeitos da corrosão provocada pela maresia, classificada como a mais forte do Brasil e a segunda do mundo.

Dentre os 26 prédios vistoriados, apenas uma edificação possuía risco iminente de desabamento e precisou ser interditada de imediato, para garantir a segurança dos moradores. Nesse caso, as famílias foram orientadas a sair e só retornar após as reformas necessárias. Os demais imóveis vistoriados estavam passíveis de correções e não apresentavam riscos à segurança dos moradores. Oito prédios já passavam por algum tipo de reforma estrutural.

As principais patologias encontradas, principalmente por conta da alta salinidade da área, foram: ferragens expostas e corroídas, fissuras e rachaduras em vigas e pilares, queda de reboco e infiltrações.

Todos os síndicos dos 26 prédios receberão notificações e relatórios com o resultado das vistorias e serão instados a realizar as reformas adequadas para solucionar os problemas encontrados, o mais breve possível. "Quanto mais cedo as intervenções forem realizadas, menores os riscos futuros de uma ocorrência de maior gravidade", reforça o gestor da Defesa Civil de Fortaleza, Regis Tavares.

Ele destacou também o êxito da operação, que contou com a parceria e colaboração de todos os envolvidos. "Síndicos e moradores receberam a Defesa Civil de braços abertos. Trabalhamos com uma equipe de dez agentes e todo mundo se sentiu muito motivado com a receptividade da população".