23 de Junho de 2026 em Saúde IMPRIMIR

Diagnóstico precoce ajuda a prevenir complicações do diabetes

Rede municipal acompanha cerca de 260 mil pessoas com diabetes e hipertensão por meio dos postos de saúde e dos Centros Especializados do Diabético e Hipertenso


Compartilhe:

Uma sede que parecia não passar, cansaço constante, visão cada vez mais embaçada e perda de peso. Os sintomas faziam parte da rotina de Gedeon Rodrigues, de 66 anos, mas, à primeira vista, não pareciam indicar algo mais sério. Foi durante uma consulta de rotina, em janeiro de 2026, que veio a resposta para o que o corpo já tentava avisar: o diagnóstico de diabetes.

“Eu sentia muita sede e estava urinando demais. Minha visão também estava meio embaçada. Quando descobri que era diabetes, fiquei preocupado, mas logo comecei o tratamento. Hoje faço o acompanhamento direitinho e estou me sentindo melhor”, relata.

Atualmente, cerca de 260 mil pessoas com diabetes e hipertensão são acompanhadas pela Rede Municipal de Saúde de Fortaleza. O cuidado começa por meio dos 134 postos de saúde da capital, com a oferta de atendimento, diagnóstico, acompanhamento contínuo e acesso a medicamentos.

A rede municipal também conta com sete Centros Especializados do Diabético e Hipertenso (CEADH), equipamentos de referência para o atendimento de pacientes com diabetes e hipertensão. O serviço atua de forma integrada com os postos de saúde, ampliando o cuidado e contribuindo para a prevenção de complicações associadas às doenças crônicas.

Ação especial

Como parte das ações de fortalecimento da assistência às pessoas com diabetes, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) está realizando a Semana do Cuidado às Pessoas com Diabetes, com programação até esta sexta-feira (26/6), na Escola de Saúde Pública de Fortaleza (EspFor) e em outros equipamentos da rede municipal. A iniciativa reúne atividades de educação permanente e capacitação para profissionais da Rede de Atenção à Saúde de Fortaleza.

Entre as ações estão treinamentos para agentes comunitários de saúde sobre prevenção do pé diabético e oficinas voltadas a médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas, com foco na qualificação do cuidado, no diagnóstico precoce e na prevenção de complicações relacionadas à doença.

Nesta quarta-feira (24/06), a programação conta com a Oficina de Qualificação da Atenção às Pessoas com Diabetes na Atenção Primária à Saúde, realizada na Escola de Saúde Pública de Fortaleza (ESPFOR). A atividade reúne profissionais para discutir o cenário epidemiológico da doença, diretrizes de cuidado, prevenção do pé diabético e estratégias para qualificar a assistência ofertada à população.

A importância do diagnóstico precoce

A SMS reforça a importância de estar atento aos sinais do organismo e de realizar consultas periódicas. Muitas vezes silencioso, o diabetes pode demorar a apresentar sintomas mais evidentes. Sem diagnóstico e acompanhamento adequados, a doença pode provocar complicações que afetam órgãos e sistemas importantes, como coração, rins, olhos, nervos e circulação sanguínea.

O diabetes ocorre quando o organismo produz pouca insulina ou não consegue utilizar adequadamente esse hormônio, responsável por regular os níveis de glicose no sangue e fornecer energia às células. Como consequência, o excesso de açúcar circulando na corrente sanguínea pode comprometer a saúde ao longo do tempo.

Segundo o coordenador da Atenção Primária e Psicossocial da SMS, Erlemus Soares, o diagnóstico precoce é um dos principais aliados para evitar complicações. “Quando o diabetes é identificado precocemente, conseguimos iniciar o tratamento de forma adequada, orientar mudanças nos hábitos de vida e reduzir significativamente o risco de complicações. O acompanhamento regular na Atenção Primária permite um cuidado contínuo e mais efetivo, fortalecendo a autonomia e a qualidade de vida dos pacientes”, destaca.

Diagnóstico precoce ajuda a prevenir complicações do diabetes

Rede municipal acompanha cerca de 260 mil pessoas com diabetes e hipertensão por meio dos postos de saúde e dos Centros Especializados do Diabético e Hipertenso

Uma sede que parecia não passar, cansaço constante, visão cada vez mais embaçada e perda de peso. Os sintomas faziam parte da rotina de Gedeon Rodrigues, de 66 anos, mas, à primeira vista, não pareciam indicar algo mais sério. Foi durante uma consulta de rotina, em janeiro de 2026, que veio a resposta para o que o corpo já tentava avisar: o diagnóstico de diabetes.

“Eu sentia muita sede e estava urinando demais. Minha visão também estava meio embaçada. Quando descobri que era diabetes, fiquei preocupado, mas logo comecei o tratamento. Hoje faço o acompanhamento direitinho e estou me sentindo melhor”, relata.

Atualmente, cerca de 260 mil pessoas com diabetes e hipertensão são acompanhadas pela Rede Municipal de Saúde de Fortaleza. O cuidado começa por meio dos 134 postos de saúde da capital, com a oferta de atendimento, diagnóstico, acompanhamento contínuo e acesso a medicamentos.

A rede municipal também conta com sete Centros Especializados do Diabético e Hipertenso (CEADH), equipamentos de referência para o atendimento de pacientes com diabetes e hipertensão. O serviço atua de forma integrada com os postos de saúde, ampliando o cuidado e contribuindo para a prevenção de complicações associadas às doenças crônicas.

Ação especial

Como parte das ações de fortalecimento da assistência às pessoas com diabetes, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) está realizando a Semana do Cuidado às Pessoas com Diabetes, com programação até esta sexta-feira (26/6), na Escola de Saúde Pública de Fortaleza (EspFor) e em outros equipamentos da rede municipal. A iniciativa reúne atividades de educação permanente e capacitação para profissionais da Rede de Atenção à Saúde de Fortaleza.

Entre as ações estão treinamentos para agentes comunitários de saúde sobre prevenção do pé diabético e oficinas voltadas a médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas, com foco na qualificação do cuidado, no diagnóstico precoce e na prevenção de complicações relacionadas à doença.

Nesta quarta-feira (24/06), a programação conta com a Oficina de Qualificação da Atenção às Pessoas com Diabetes na Atenção Primária à Saúde, realizada na Escola de Saúde Pública de Fortaleza (ESPFOR). A atividade reúne profissionais para discutir o cenário epidemiológico da doença, diretrizes de cuidado, prevenção do pé diabético e estratégias para qualificar a assistência ofertada à população.

A importância do diagnóstico precoce

A SMS reforça a importância de estar atento aos sinais do organismo e de realizar consultas periódicas. Muitas vezes silencioso, o diabetes pode demorar a apresentar sintomas mais evidentes. Sem diagnóstico e acompanhamento adequados, a doença pode provocar complicações que afetam órgãos e sistemas importantes, como coração, rins, olhos, nervos e circulação sanguínea.

O diabetes ocorre quando o organismo produz pouca insulina ou não consegue utilizar adequadamente esse hormônio, responsável por regular os níveis de glicose no sangue e fornecer energia às células. Como consequência, o excesso de açúcar circulando na corrente sanguínea pode comprometer a saúde ao longo do tempo.

Segundo o coordenador da Atenção Primária e Psicossocial da SMS, Erlemus Soares, o diagnóstico precoce é um dos principais aliados para evitar complicações. “Quando o diabetes é identificado precocemente, conseguimos iniciar o tratamento de forma adequada, orientar mudanças nos hábitos de vida e reduzir significativamente o risco de complicações. O acompanhamento regular na Atenção Primária permite um cuidado contínuo e mais efetivo, fortalecendo a autonomia e a qualidade de vida dos pacientes”, destaca.