24 de Junho de 2026 em Educação IMPRIMIR

Escolas municipais de Fortaleza adotam cardápio junino com pratinho e canjica

Alterações realizadas no cardápio escolar seguem as diretrizes da Lei nº 11.947/2009, que regulamenta o PNAE, garantindo refeições adequadas às necessidades nutricionais dos estudantes e valorizando a cultura alimentar local


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Já imaginou os estudantes conhecerem a culinária cearense, provarem os alimentos da nossa região e aprenderem mais sobre a cultura nordestina na escola? Essa é a rotina dos estudantes na alimentação escolar de 100% da rede pública municipal neste mês de junho.

A novidade é que, no período junino, o milho e seus derivados - alimento com alto teor de carboidrato - foram inseridos na rotina alimentar de quase 240 mil alunos matriculados na rede. Com a criatividade de cada unidade escolar, ao receber o milho in natura, as crianças puderam ter o cardápio variado, com a inserção do milho cozido, bolo de milho, canjica, cuscuz e outras guloseimas.

As alterações realizadas no cardápio escolar seguem as diretrizes da Lei nº 11.947/2009, que regulamenta o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), garantindo refeições adequadas às necessidades nutricionais dos estudantes e valorizando a cultura alimentar local.

“Todas as mudanças implementadas na Rede Municipal são planejadas com responsabilidade técnica e em conformidade com a legislação vigente. Ao fortalecer o pratinho e incluir alimentos tradicionais da nossa cultura, como o milho e seus derivados, garantimos refeições mais nutritivas e proporcionamos aos estudantes experiências que conectam alimentação, identidade cultural e educação”, destaca o secretário da Educação, Ciro Mesquita.

Para Juliana Lima, gerente da célula de alimentação escolar, essa melhoria na alimentação que se apresentou como uma concreta política pública favoreceu outro indicador que foi a redução da evasão escolar.

“Os nossos alunos do ensino fundamental, que é o nosso maior público, contavam com lanches mais simples, com menor valor nutricional. Agora, com essa refeição, as crianças e adolescentes têm a oportunidade de se alimentarem melhor, tendo em vista que muitos dos nossos alunos estão em comunidades de vulnerabilidade social”, celebra. Juliana enfatiza que a merenda se transformou em um lanche mais reforçado, a partir dessa refeição com mais proteína, o que viabiliza melhor a aprendizagem e a frequência escolar.

Do prato para a sala de aula

A respeito da inclusão do milho, neste mês de junho, Brenda Marques, nutricionista RT do PNAE Fortaleza, enfatiza que o alimento ultrapassou os pratos e chegou às salas de aula com as atividades pedagógicas.

“Respeitando a nossa cultura alimentar, incluímos no cardápio algumas preparações com o milho, como o milho em espiga, o bolo de milho, a canjica e a paçoca”, explica Brenda. Com isso, o milho ultrapassou o ambiente da cozinha e do refeitório. “As crianças apresentaram na feira de ciências o milho como o Ouro de Fortaleza. Portanto, as atividades pedagógicas nas escolas, colaboraram para que as crianças adquirissem essa identidade cultural, essa consciência sobre uma alimentação saudável."

Escolas municipais de Fortaleza adotam cardápio junino com pratinho e canjica

Alterações realizadas no cardápio escolar seguem as diretrizes da Lei nº 11.947/2009, que regulamenta o PNAE, garantindo refeições adequadas às necessidades nutricionais dos estudantes e valorizando a cultura alimentar local

Já imaginou os estudantes conhecerem a culinária cearense, provarem os alimentos da nossa região e aprenderem mais sobre a cultura nordestina na escola? Essa é a rotina dos estudantes na alimentação escolar de 100% da rede pública municipal neste mês de junho.

A novidade é que, no período junino, o milho e seus derivados - alimento com alto teor de carboidrato - foram inseridos na rotina alimentar de quase 240 mil alunos matriculados na rede. Com a criatividade de cada unidade escolar, ao receber o milho in natura, as crianças puderam ter o cardápio variado, com a inserção do milho cozido, bolo de milho, canjica, cuscuz e outras guloseimas.

As alterações realizadas no cardápio escolar seguem as diretrizes da Lei nº 11.947/2009, que regulamenta o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), garantindo refeições adequadas às necessidades nutricionais dos estudantes e valorizando a cultura alimentar local.

“Todas as mudanças implementadas na Rede Municipal são planejadas com responsabilidade técnica e em conformidade com a legislação vigente. Ao fortalecer o pratinho e incluir alimentos tradicionais da nossa cultura, como o milho e seus derivados, garantimos refeições mais nutritivas e proporcionamos aos estudantes experiências que conectam alimentação, identidade cultural e educação”, destaca o secretário da Educação, Ciro Mesquita.

Para Juliana Lima, gerente da célula de alimentação escolar, essa melhoria na alimentação que se apresentou como uma concreta política pública favoreceu outro indicador que foi a redução da evasão escolar.

“Os nossos alunos do ensino fundamental, que é o nosso maior público, contavam com lanches mais simples, com menor valor nutricional. Agora, com essa refeição, as crianças e adolescentes têm a oportunidade de se alimentarem melhor, tendo em vista que muitos dos nossos alunos estão em comunidades de vulnerabilidade social”, celebra. Juliana enfatiza que a merenda se transformou em um lanche mais reforçado, a partir dessa refeição com mais proteína, o que viabiliza melhor a aprendizagem e a frequência escolar.

Do prato para a sala de aula

A respeito da inclusão do milho, neste mês de junho, Brenda Marques, nutricionista RT do PNAE Fortaleza, enfatiza que o alimento ultrapassou os pratos e chegou às salas de aula com as atividades pedagógicas.

“Respeitando a nossa cultura alimentar, incluímos no cardápio algumas preparações com o milho, como o milho em espiga, o bolo de milho, a canjica e a paçoca”, explica Brenda. Com isso, o milho ultrapassou o ambiente da cozinha e do refeitório. “As crianças apresentaram na feira de ciências o milho como o Ouro de Fortaleza. Portanto, as atividades pedagógicas nas escolas, colaboraram para que as crianças adquirissem essa identidade cultural, essa consciência sobre uma alimentação saudável."