26 de Maio de 2026 em Economia IMPRIMIR

Fortaleza amplia debate sobre inclusão PCD no mercado de trabalho

Dados da RAIS 2025 mostram crescimento do emprego formal na capital e reforçam importância de ações voltadas à empregabilidade inclusiva


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pessoas sentadas em uma sala com carteiras
Fortaleza amplia o debate sobre inclusão no mercado de trabalho e amplia ações voltadas à empregabilidade PCD. Somente neste ano, o Sine Municipal já realizou quatro Feirões da Empregabilidade Inclusiva, com mais de 1.200 vagas ofertadas a este público (Foto: Chris Estrela)

Fortaleza se aproxima da marca de 1 milhão de vínculos formais de trabalho, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) 2025. O levantamento aponta crescimento do mercado formal na capital nos últimos anos e reforça a importância de ampliar ações voltadas à inclusão de pessoas com deficiência no ambiente profissional.

De acordo com os dados, Fortaleza encerrou 2025 com 984.417 vínculos ativos, número 10,7% superior ao registrado em 2024, quando a cidade contabilizava 918.137 empregos formais. A remuneração média também apresentou avanço, alcançando R$ 4.296,12.

O cenário acompanha o fortalecimento da atividade econômica da capital e o aumento do número de estabelecimentos ativos, refletindo um momento de expansão do mercado de trabalho formal.

Os dados da RAIS também permitem observar o perfil da empregabilidade de pessoas com deficiência em Fortaleza. Atualmente, a capital possui cerca de 11,4 mil vínculos formais ocupados por trabalhadores PCDs, o equivalente a pouco mais de 1% do total de empregos formais registrados na cidade.

A maior participação está entre pessoas com deficiência física, que concentram 51,68% dos vínculos registrados. Em seguida aparecem trabalhadores com deficiência auditiva (17,98%), visual (16,89%), intelectual (5,52%), reabilitados (4,51%) e pessoas com deficiência múltipla (3,73%).

O levantamento também apresenta diferenças de remuneração entre os grupos analisados. Trabalhadores com deficiência visual registram remuneração média de R$ 5.150,16, enquanto profissionais com deficiência múltipla apresentam média salarial de R$ 3.042,99.

A inclusão de pessoas com deficiência no mercado formal também é impulsionada pela política de cotas prevista na legislação brasileira para empresas com mais de 100 funcionários e para concursos públicos, ampliando oportunidades de acesso ao emprego formal.

O cenário reforça a importância da ampliação de políticas de inclusão produtiva, acessibilidade e qualificação profissional voltadas às pessoas com deficiência, ampliando o acesso e fortalecendo a permanência desse público no mercado formal.

Em Fortaleza, o Sine Municipal tem atuado na conexão entre empresas e trabalhadores PCDs por meio do Feirão da Empregabilidade Inclusiva, processos seletivos direcionados, programas de qualificação profissional e ações de sensibilização junto ao setor produtivo. Somente neste ano, já foram realizados quatro Feirões da Empregabilidade Inclusiva, com a participação de 17 empresas dos setores de energia, supermercados, varejo, telemarketing, construção civil, serviços hospitalares, entre outras, que somaram a oferta de 1.215 vagas destinadas ao público PCD.

Fortaleza amplia debate sobre inclusão PCD no mercado de trabalho

Dados da RAIS 2025 mostram crescimento do emprego formal na capital e reforçam importância de ações voltadas à empregabilidade inclusiva

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Fortaleza amplia o debate sobre inclusão no mercado de trabalho e amplia ações voltadas à empregabilidade PCD. Somente neste ano, o Sine Municipal já realizou quatro Feirões da Empregabilidade Inclusiva, com mais de 1.200 vagas ofertadas a este público (Foto: Chris Estrela)

Fortaleza se aproxima da marca de 1 milhão de vínculos formais de trabalho, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) 2025. O levantamento aponta crescimento do mercado formal na capital nos últimos anos e reforça a importância de ampliar ações voltadas à inclusão de pessoas com deficiência no ambiente profissional.

De acordo com os dados, Fortaleza encerrou 2025 com 984.417 vínculos ativos, número 10,7% superior ao registrado em 2024, quando a cidade contabilizava 918.137 empregos formais. A remuneração média também apresentou avanço, alcançando R$ 4.296,12.

O cenário acompanha o fortalecimento da atividade econômica da capital e o aumento do número de estabelecimentos ativos, refletindo um momento de expansão do mercado de trabalho formal.

Os dados da RAIS também permitem observar o perfil da empregabilidade de pessoas com deficiência em Fortaleza. Atualmente, a capital possui cerca de 11,4 mil vínculos formais ocupados por trabalhadores PCDs, o equivalente a pouco mais de 1% do total de empregos formais registrados na cidade.

A maior participação está entre pessoas com deficiência física, que concentram 51,68% dos vínculos registrados. Em seguida aparecem trabalhadores com deficiência auditiva (17,98%), visual (16,89%), intelectual (5,52%), reabilitados (4,51%) e pessoas com deficiência múltipla (3,73%).

O levantamento também apresenta diferenças de remuneração entre os grupos analisados. Trabalhadores com deficiência visual registram remuneração média de R$ 5.150,16, enquanto profissionais com deficiência múltipla apresentam média salarial de R$ 3.042,99.

A inclusão de pessoas com deficiência no mercado formal também é impulsionada pela política de cotas prevista na legislação brasileira para empresas com mais de 100 funcionários e para concursos públicos, ampliando oportunidades de acesso ao emprego formal.

O cenário reforça a importância da ampliação de políticas de inclusão produtiva, acessibilidade e qualificação profissional voltadas às pessoas com deficiência, ampliando o acesso e fortalecendo a permanência desse público no mercado formal.

Em Fortaleza, o Sine Municipal tem atuado na conexão entre empresas e trabalhadores PCDs por meio do Feirão da Empregabilidade Inclusiva, processos seletivos direcionados, programas de qualificação profissional e ações de sensibilização junto ao setor produtivo. Somente neste ano, já foram realizados quatro Feirões da Empregabilidade Inclusiva, com a participação de 17 empresas dos setores de energia, supermercados, varejo, telemarketing, construção civil, serviços hospitalares, entre outras, que somaram a oferta de 1.215 vagas destinadas ao público PCD.