21 de setembro de 2022 em Mobilidade

Malha cicloviária de Fortaleza cresce mais de 500% nos últimos dez anos

Dentre os critérios de implantação são analisados os índices de acidentalidade, o volume de ciclistas, veículos e pedestres, além da capacidade e estrutura da via


ciclista em uma ciclofaixa
Hoje, já são 413,7 km de ciclofaixas, ciclovias, ciclorrotas ou passeios compartilhados distribuídos por todas as regionais da cidade

A rede cicloviária de Fortaleza está em constante ampliação. Hoje, já são 413,7 km de ciclofaixas, ciclovias, ciclorrotas ou passeios compartilhados distribuídos por todas as regionais da cidade. Isso representa um aumento de 503% quando comparado ao ano de 2012, quando se contabilizava apenas 68,6 km.

Segundo dados da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), mais de 78% das infraestruturas cicloviárias existentes na Capital estão situadas em áreas periféricas com IDH baixo e muito baixo. "A maior parte da nossa rede se concentra em bairros pobres onde a bicicleta costuma ser mais utilizada, seja para trabalho, estudo ou lazer", explica o coordenador de Gestão Cicloviária do órgão, Gustavo Pinheiro.

Dentre os critérios de implantação são analisados os índices de acidentalidade, o volume de ciclistas, veículos e pedestres, além da capacidade e estrutura da via.

De acordo com o Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil), Fortaleza é a capital brasileira onde as pessoas vivem mais próximas à infraestrutura cicloviária, com mais de 51% dos habitantes morando a menos de 300 metros de alguma ciclovia, ciclofaixa, ciclorrota ou passeio compartilhado.

Redução de mortes

À medida que a malha cicloviária cresce, os óbitos envolvendo ciclistas diminui significativamente. Exemplo disse é que nos últimos dez anos Fortaleza registrou uma redução de 61,5% no quantitativo de mortes. Em 2011, foram 39 óbitos. Já no ano passado 15 usuários de bicicleta tiveram a vida perdida.

A queda é reflexo de um conjunto de fatores, dentre os quais se destaca o avanço na infraestrutura cicloviária, ações educativas e, sobretudo, de fiscalização.

Novas ciclofaixas

A próxima avenida a receber ciclofaixa será a Lineu Machado, conectando os bairros Jóquei Clube, Henrique Jorge e João XXIII. Com 1,9 km de extensão, a sinalização deve ser concluída nesta quinta-feira (22/09), data em que se comemora o Dia Mundial Sem Carro. Após a implantação, os trabalhos serão executados na Av. D, no bairro José Walter.

Malha cicloviária de Fortaleza cresce mais de 500% nos últimos dez anos

Dentre os critérios de implantação são analisados os índices de acidentalidade, o volume de ciclistas, veículos e pedestres, além da capacidade e estrutura da via

ciclista em uma ciclofaixa
Hoje, já são 413,7 km de ciclofaixas, ciclovias, ciclorrotas ou passeios compartilhados distribuídos por todas as regionais da cidade

A rede cicloviária de Fortaleza está em constante ampliação. Hoje, já são 413,7 km de ciclofaixas, ciclovias, ciclorrotas ou passeios compartilhados distribuídos por todas as regionais da cidade. Isso representa um aumento de 503% quando comparado ao ano de 2012, quando se contabilizava apenas 68,6 km.

Segundo dados da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), mais de 78% das infraestruturas cicloviárias existentes na Capital estão situadas em áreas periféricas com IDH baixo e muito baixo. "A maior parte da nossa rede se concentra em bairros pobres onde a bicicleta costuma ser mais utilizada, seja para trabalho, estudo ou lazer", explica o coordenador de Gestão Cicloviária do órgão, Gustavo Pinheiro.

Dentre os critérios de implantação são analisados os índices de acidentalidade, o volume de ciclistas, veículos e pedestres, além da capacidade e estrutura da via.

De acordo com o Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil), Fortaleza é a capital brasileira onde as pessoas vivem mais próximas à infraestrutura cicloviária, com mais de 51% dos habitantes morando a menos de 300 metros de alguma ciclovia, ciclofaixa, ciclorrota ou passeio compartilhado.

Redução de mortes

À medida que a malha cicloviária cresce, os óbitos envolvendo ciclistas diminui significativamente. Exemplo disse é que nos últimos dez anos Fortaleza registrou uma redução de 61,5% no quantitativo de mortes. Em 2011, foram 39 óbitos. Já no ano passado 15 usuários de bicicleta tiveram a vida perdida.

A queda é reflexo de um conjunto de fatores, dentre os quais se destaca o avanço na infraestrutura cicloviária, ações educativas e, sobretudo, de fiscalização.

Novas ciclofaixas

A próxima avenida a receber ciclofaixa será a Lineu Machado, conectando os bairros Jóquei Clube, Henrique Jorge e João XXIII. Com 1,9 km de extensão, a sinalização deve ser concluída nesta quinta-feira (22/09), data em que se comemora o Dia Mundial Sem Carro. Após a implantação, os trabalhos serão executados na Av. D, no bairro José Walter.