12 de setembro de 2017 em Saúde

Prefeito Roberto Cláudio anuncia investimento pioneiro em pesquisa sobre Aedes aegypti

R$ 500 mil serão aplicados em estudos para entender os novos hábitos do mosquito e auxiliar no combate às arboviroses


Pesquisa
Plano de sustentabilidade foi montado para monitorar as ações de prevenção das doenças (Foto: Queiroz Netto)
O prefeito Roberto Cláudio anunciou, nesta segunda-feira (12/09), o investimento de R$ 500 mil em pesquisas para um estudo aprofundado sobre o mosquito Aedes aegypti. Esta é a primeira vez que o Município contrata especialistas para discutir e obter respostas que possam auxiliar no combate às arboviroses. A iniciativa pioneira faz parte de um pacote de ações municipais lançado, também nesta segunda-feira, para reduzir casos de dengue, zika e chikungunya em Fortaleza.

Tradicionalmente, os quatro últimos meses do ano apresentam uma redução drástica no número de patologias ligadas ao Aedes aegypti em virtude da falta de chuva e, consequentemente, a população se acomoda nos cuidados. Por isso, a Prefeitura decidiu continuar as atividades que foram intensificadas durante a epidemia na Capital. “Continuaremos com as ações municipais como forma de nos prepararmos melhor para o inverno do próximo ano. Houve muitas variações inesperadas, e a pesquisa com especialistas no assunto irá nortear e melhorar os protocolos que foram iniciados neste ano e que serviram de referência para todo o País”, explicou o prefeito Roberto Cláudio.

Um plano de sustentabilidade foi montado para monitorar as ações de prevenção. A Cidade foi mapeada e dividida tendo como base critérios técnicos, como os índices de infestação e casos confirmados. As atividades começam neste mês. “O mosquito é capaz de transmitir vários vírus, por isso é nele que temos que focar. As crianças que estão nascendo agora já estão susceptíveis, e precisamos parar esse ciclo. A responsabilidade não é só nossa, precisamos juntar todos os esforços com a população”, disse Joana Maciel, secretária municipal da Saúde de Fortaleza.

Estudos sobre os hábitos do Aedes aegypti comprovam que cerca de 80% dos focos do mosquito são encontrados dentro dos imóveis. Caixas d´água, baldes, potes, calhas, pratinhos dos jarros, aparelhos sanitários com pouco uso e até pequenas tampas de refrigerantes são os locais preferidos do agente transmissor.

Durante a coletiva, o Prefeito e a Secretária também apresentaram o balanço das ações realizadas pela Gestão no enfrentamento às doenças transmitidas pelo mosquito. Neste ano, a Prefeitura de Fortaleza criou o Comitê de Enfrentamento às Arboviroses, que se encontra periodicamente, com a participação de mais de 50 representantes de diversos órgãos e Secretarias Municipais, além de entidades privadas, fomentando ações intersetoriais de enfrentamento ao Aedes aegypti, mosquito vetor da dengue, zika e chikungunya.

Diversas ações de prevenção nas comunidades, escolas e na rede assistencial foram realizadas, além da capacitação dos profissionais da Saúde. “Estabelecemos um protocolo de atendimento de dor e mais de mil profissionais da rede primária foram capacitados para atender os pacientes que adoeceram e ficaram com sequelas”, explicou a secretária Joana Maciel.

Prefeito Roberto Cláudio anuncia investimento pioneiro em pesquisa sobre Aedes aegypti

R$ 500 mil serão aplicados em estudos para entender os novos hábitos do mosquito e auxiliar no combate às arboviroses

Pesquisa
Plano de sustentabilidade foi montado para monitorar as ações de prevenção das doenças (Foto: Queiroz Netto)
O prefeito Roberto Cláudio anunciou, nesta segunda-feira (12/09), o investimento de R$ 500 mil em pesquisas para um estudo aprofundado sobre o mosquito Aedes aegypti. Esta é a primeira vez que o Município contrata especialistas para discutir e obter respostas que possam auxiliar no combate às arboviroses. A iniciativa pioneira faz parte de um pacote de ações municipais lançado, também nesta segunda-feira, para reduzir casos de dengue, zika e chikungunya em Fortaleza.

Tradicionalmente, os quatro últimos meses do ano apresentam uma redução drástica no número de patologias ligadas ao Aedes aegypti em virtude da falta de chuva e, consequentemente, a população se acomoda nos cuidados. Por isso, a Prefeitura decidiu continuar as atividades que foram intensificadas durante a epidemia na Capital. “Continuaremos com as ações municipais como forma de nos prepararmos melhor para o inverno do próximo ano. Houve muitas variações inesperadas, e a pesquisa com especialistas no assunto irá nortear e melhorar os protocolos que foram iniciados neste ano e que serviram de referência para todo o País”, explicou o prefeito Roberto Cláudio.

Um plano de sustentabilidade foi montado para monitorar as ações de prevenção. A Cidade foi mapeada e dividida tendo como base critérios técnicos, como os índices de infestação e casos confirmados. As atividades começam neste mês. “O mosquito é capaz de transmitir vários vírus, por isso é nele que temos que focar. As crianças que estão nascendo agora já estão susceptíveis, e precisamos parar esse ciclo. A responsabilidade não é só nossa, precisamos juntar todos os esforços com a população”, disse Joana Maciel, secretária municipal da Saúde de Fortaleza.

Estudos sobre os hábitos do Aedes aegypti comprovam que cerca de 80% dos focos do mosquito são encontrados dentro dos imóveis. Caixas d´água, baldes, potes, calhas, pratinhos dos jarros, aparelhos sanitários com pouco uso e até pequenas tampas de refrigerantes são os locais preferidos do agente transmissor.

Durante a coletiva, o Prefeito e a Secretária também apresentaram o balanço das ações realizadas pela Gestão no enfrentamento às doenças transmitidas pelo mosquito. Neste ano, a Prefeitura de Fortaleza criou o Comitê de Enfrentamento às Arboviroses, que se encontra periodicamente, com a participação de mais de 50 representantes de diversos órgãos e Secretarias Municipais, além de entidades privadas, fomentando ações intersetoriais de enfrentamento ao Aedes aegypti, mosquito vetor da dengue, zika e chikungunya.

Diversas ações de prevenção nas comunidades, escolas e na rede assistencial foram realizadas, além da capacitação dos profissionais da Saúde. “Estabelecemos um protocolo de atendimento de dor e mais de mil profissionais da rede primária foram capacitados para atender os pacientes que adoeceram e ficaram com sequelas”, explicou a secretária Joana Maciel.