12 de Junho de 2026 em Saúde IMPRIMIR

Prefeitura de Fortaleza inicia método inovador para prevenção do câncer do colo do útero

Município recebeu 12,5 mil kits de testes de biologia molecular DNA-HPV, incluindo 500 unidades para autocoleta


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Para ampliar a prevenção do câncer do colo do útero, a Prefeitura de Fortaleza inicia o cronograma de implementação do novo teste para detecção do papilomavírus humano (HPV), principal causador da doença. O município recebeu do Ministério da Saúde (MS) 12,5 mil kits de testes de biologia molecular DNA-HPV, incluindo 500 unidades para autocoleta, modernizando o rastreamento do vírus.

O Ministério da Saúde definiu como público-alvo dos novos testes pessoas com útero, na faixa etária de 25 a 64 anos.

A nova metodologia representa um avanço na detecção precoce da doença. O teste de biologia molecular DNA-HPV identifica diretamente a presença do vírus e seus tipos, entre os mais de 200 já conhecidos, incluindo os tipos 16 e 18, considerados os mais agressivos e associados ao desenvolvimento do câncer do colo do útero. Após um resultado negativo, o exame deverá ser repetido apenas após cinco anos.

O exame citopatológico, utilizado até o momento, identifica alterações celulares que podem estar associadas à infecção pelo HPV. Quando necessário, os casos seguem para investigação complementar, conforme protocolo clínico. Nesse método, o rastreamento deve ser repetido a cada três anos.

Oferta dos novos testes

A oferta dos testes nas unidades de saúde ocorrerá de forma gradual. Inicialmente, os postos de saúde Dr. José Iraguassu Teixeira (Floresta) e Waldo Pessoa realizarão os exames na população de seus respectivos territórios. O próximo posto a ofertar o teste será o posto de saúde Pedro Celestino, na Maraponga.

Até o início de 2027, todas as 134 unidades de saúde estarão abastecidas com os testes. O novo rastreamento será realizado de forma organizada, considerando o quantitativo de testes recebidos e a busca ativa de mais de 150 mil pessoas aptas à realização do exame, ou seja, integrantes do público-alvo que nunca realizaram esse tipo de teste ou que não fazem o exame citopatológico há mais de três anos.

A secretária municipal da Saúde, Riane Azevedo, ressalta que a adesão ao projeto reforça o compromisso de Fortaleza com a inovação e a ampliação do acesso aos serviços preventivos. “Fortaleza foi escolhida para integrar uma estratégia nacional que representa um importante avanço para a saúde pública. Estamos fortalecendo o rastreamento do câncer do colo do útero com uma ferramenta mais eficaz, ampliando as oportunidades de diagnóstico precoce e de cuidado oportuno para a população”, afirma.

Segundo a assessora técnica da Saúde da Mulher da SMS, Léa Dias, a implantação do projeto fortalece as estratégias de prevenção e amplia as possibilidades de diagnóstico precoce. “Estamos incorporando uma tecnologia mais moderna e sensível para a identificação do HPV, o que permite detectar precocemente alterações que podem evoluir para o câncer do colo do útero. É uma iniciativa que qualifica o cuidado ofertado às pessoas com útero, contribuindo para a redução da incidência e da mortalidade pela doença”, destaca.

Dados

De janeiro a abril de 2026, foram realizados 22 mil exames citopatológicos nos postos de saúde da Capital. Em 2025, mais de 100 mil exames foram realizados ao longo do ano.

Com a chegada do teste molecular, a expectativa é ampliar a capacidade de identificação das pessoas com maior risco de desenvolver a doença e qualificar o acompanhamento dos casos. Fortaleza possui uma população estimada de 457.291 pessoas com útero na faixa etária de 25 a 64 anos.

O Ministério da Saúde definiu como público-alvo dos novos testes pessoas com útero, na faixa etária de 25 a 64 anos

 

Prefeitura de Fortaleza inicia método inovador para prevenção do câncer do colo do útero

Município recebeu 12,5 mil kits de testes de biologia molecular DNA-HPV, incluindo 500 unidades para autocoleta

Para ampliar a prevenção do câncer do colo do útero, a Prefeitura de Fortaleza inicia o cronograma de implementação do novo teste para detecção do papilomavírus humano (HPV), principal causador da doença. O município recebeu do Ministério da Saúde (MS) 12,5 mil kits de testes de biologia molecular DNA-HPV, incluindo 500 unidades para autocoleta, modernizando o rastreamento do vírus.

O Ministério da Saúde definiu como público-alvo dos novos testes pessoas com útero, na faixa etária de 25 a 64 anos.

A nova metodologia representa um avanço na detecção precoce da doença. O teste de biologia molecular DNA-HPV identifica diretamente a presença do vírus e seus tipos, entre os mais de 200 já conhecidos, incluindo os tipos 16 e 18, considerados os mais agressivos e associados ao desenvolvimento do câncer do colo do útero. Após um resultado negativo, o exame deverá ser repetido apenas após cinco anos.

O exame citopatológico, utilizado até o momento, identifica alterações celulares que podem estar associadas à infecção pelo HPV. Quando necessário, os casos seguem para investigação complementar, conforme protocolo clínico. Nesse método, o rastreamento deve ser repetido a cada três anos.

Oferta dos novos testes

A oferta dos testes nas unidades de saúde ocorrerá de forma gradual. Inicialmente, os postos de saúde Dr. José Iraguassu Teixeira (Floresta) e Waldo Pessoa realizarão os exames na população de seus respectivos territórios. O próximo posto a ofertar o teste será o posto de saúde Pedro Celestino, na Maraponga.

Até o início de 2027, todas as 134 unidades de saúde estarão abastecidas com os testes. O novo rastreamento será realizado de forma organizada, considerando o quantitativo de testes recebidos e a busca ativa de mais de 150 mil pessoas aptas à realização do exame, ou seja, integrantes do público-alvo que nunca realizaram esse tipo de teste ou que não fazem o exame citopatológico há mais de três anos.

A secretária municipal da Saúde, Riane Azevedo, ressalta que a adesão ao projeto reforça o compromisso de Fortaleza com a inovação e a ampliação do acesso aos serviços preventivos. “Fortaleza foi escolhida para integrar uma estratégia nacional que representa um importante avanço para a saúde pública. Estamos fortalecendo o rastreamento do câncer do colo do útero com uma ferramenta mais eficaz, ampliando as oportunidades de diagnóstico precoce e de cuidado oportuno para a população”, afirma.

Segundo a assessora técnica da Saúde da Mulher da SMS, Léa Dias, a implantação do projeto fortalece as estratégias de prevenção e amplia as possibilidades de diagnóstico precoce. “Estamos incorporando uma tecnologia mais moderna e sensível para a identificação do HPV, o que permite detectar precocemente alterações que podem evoluir para o câncer do colo do útero. É uma iniciativa que qualifica o cuidado ofertado às pessoas com útero, contribuindo para a redução da incidência e da mortalidade pela doença”, destaca.

Dados

De janeiro a abril de 2026, foram realizados 22 mil exames citopatológicos nos postos de saúde da Capital. Em 2025, mais de 100 mil exames foram realizados ao longo do ano.

Com a chegada do teste molecular, a expectativa é ampliar a capacidade de identificação das pessoas com maior risco de desenvolver a doença e qualificar o acompanhamento dos casos. Fortaleza possui uma população estimada de 457.291 pessoas com útero na faixa etária de 25 a 64 anos.

O Ministério da Saúde definiu como público-alvo dos novos testes pessoas com útero, na faixa etária de 25 a 64 anos