26 de novembro de 2019 em Saúde

Prefeitura de Fortaleza prepara contingência para combate às arboviroses

Este ano, o Brasil vive a maior epidemia de dengue de sua história com mais de dois milhões de casos sob investigação


pessoas reunidas em mesa e homem falando em microfone ao centro
O encontro contou com representantes das secretarias municipais da Saúde, Urbanismo e Meio Ambiente, Conservação e Serviços Públicos, Regionais, da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis), entre outros
O Comitê Permanente Intersetorial de Combate às Arboviroses se reuniu nesta terça-feira (26/11), no Paço Municipal, para discutir o plano de contingência na Rede Assistencial de Saúde em casos mais graves de doenças provocadas pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O encontro contou com representantes das secretarias municipais da Saúde, Urbanismo e Meio Ambiente, Conservação e Serviços Públicos, Regionais, da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis), entre outros.

Este ano, o Brasil vive a maior epidemia de dengue da sua história, registrando, até 24 de agosto, 1.439.471 casos confirmados, representando um crescimento de 599,5% em relação ao mesmo período de 2018, quando foram detectados 205.791 casos. Entre os confirmados até agora, suspeita-se da volta de circulação do sorotipo II. A maioria dos casos concentra-se nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, sobretudo nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, não tendo afetado o Nordeste brasileiro, de acordo com estudo apresentado pela Coordenadoria de Vigilância Ambiental.

Em Fortaleza, até o último dia 22 de novembro, foram registrados 3.347 casos da doença, cujo vírus tipo II circulou pela última vez em 2008. A ausência dessa circulação na Capital torna uma parcela importante da população vulnerável a essa manifestação de dengue. Diante desse cenário, o comitê reavaliou o plano de contingência para a Rede de Assistência nos 113 postos, nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e na rede hospitalar para eventual cenário de epidemia que venha a se instalar no Nordeste.

Até novembro, a Operação Inverno 2020 já soma 412.995 imóveis visitados, 3.784 focos destruídos, 201 toneladas de pneus recolhidos, 404 fiscalizações da Agefis em borracharias, sucatas, canteiros de obras e terrenos baldios, e oito Operações “Quintal Limpo” com 24 toneladas de resíduos sólidos recolhidos, reduzindo, dessa forma, com potenciais criadouros. As ações de educação em saúde (palestras, exposições educativas, criação de brigadas de combate ao mosquito) desenvolvidas até o momento resultam em 5.414 eventos.

Prefeitura de Fortaleza prepara contingência para combate às arboviroses

Este ano, o Brasil vive a maior epidemia de dengue de sua história com mais de dois milhões de casos sob investigação

pessoas reunidas em mesa e homem falando em microfone ao centro
O encontro contou com representantes das secretarias municipais da Saúde, Urbanismo e Meio Ambiente, Conservação e Serviços Públicos, Regionais, da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis), entre outros
O Comitê Permanente Intersetorial de Combate às Arboviroses se reuniu nesta terça-feira (26/11), no Paço Municipal, para discutir o plano de contingência na Rede Assistencial de Saúde em casos mais graves de doenças provocadas pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O encontro contou com representantes das secretarias municipais da Saúde, Urbanismo e Meio Ambiente, Conservação e Serviços Públicos, Regionais, da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis), entre outros.

Este ano, o Brasil vive a maior epidemia de dengue da sua história, registrando, até 24 de agosto, 1.439.471 casos confirmados, representando um crescimento de 599,5% em relação ao mesmo período de 2018, quando foram detectados 205.791 casos. Entre os confirmados até agora, suspeita-se da volta de circulação do sorotipo II. A maioria dos casos concentra-se nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, sobretudo nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, não tendo afetado o Nordeste brasileiro, de acordo com estudo apresentado pela Coordenadoria de Vigilância Ambiental.

Em Fortaleza, até o último dia 22 de novembro, foram registrados 3.347 casos da doença, cujo vírus tipo II circulou pela última vez em 2008. A ausência dessa circulação na Capital torna uma parcela importante da população vulnerável a essa manifestação de dengue. Diante desse cenário, o comitê reavaliou o plano de contingência para a Rede de Assistência nos 113 postos, nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e na rede hospitalar para eventual cenário de epidemia que venha a se instalar no Nordeste.

Até novembro, a Operação Inverno 2020 já soma 412.995 imóveis visitados, 3.784 focos destruídos, 201 toneladas de pneus recolhidos, 404 fiscalizações da Agefis em borracharias, sucatas, canteiros de obras e terrenos baldios, e oito Operações “Quintal Limpo” com 24 toneladas de resíduos sólidos recolhidos, reduzindo, dessa forma, com potenciais criadouros. As ações de educação em saúde (palestras, exposições educativas, criação de brigadas de combate ao mosquito) desenvolvidas até o momento resultam em 5.414 eventos.