10 de Fevereiro de 2026 em Turismo IMPRIMIR

Mais de 67 mil empregos: Ciclo Carnavalesco 2026 cresce mais de 18% na comparação com o mesmo período do ano passado

De acordo com dados da ABIH, a taxa de ocupação hoteleira deve ficar em 72,85% no período de Carnaval


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Para além da folia, o período de pré-Carnaval e Carnaval também tem impacto direto na economia da cidade. De acordo com levantamento do Observatório do Turismo da Secretaria Municipal do Turismo de Fortaleza (Setfor), o ciclo carnavalesco de 2026 deve gerar cerca de 67.221 postos de trabalho formais e informais na capital cearense.

A projeção confirma o ritmo positivo da cidade na geração de empregos. Houve um crescimento de 18,4% na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram criados 56.756 postos de trabalho.

“Investir no Carnaval é investir nas pessoas e na cidade. Além de garantir acesso à cultura e ao lazer, esse período gera retorno econômico, fortalece o turismo e cria oportunidades de trabalho e renda para a população de Fortaleza”, destaca a secretária do Turismo de Fortaleza, Denise Carrá.

Os empregos considerados no estudo estão ligados às Atividades Características do Turismo (ACTs), que incluem setores como alojamento, alimentação, bares e restaurantes, transporte, eventos, comércio e serviços, refletindo o impacto direto do turismo na cadeia produtiva da cidade.

Durante o Carnaval, de 13 a 18 de fevereiro, a expectativa é de movimentação intensa na rede hoteleira. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Ceará (ABIH-CE), a taxa de ocupação deve alcançar 72,85%.

Ciclo Carnavalesco movimenta a economia e o turismo

Ainda segundo o Observatório do Turismo, a previsão é de que o Ciclo Carnavalesco de 2026 movimente cerca de 227.140 turistas em Fortaleza. A receita total gerada pela atividade turística no período deve chegar a aproximadamente R$ 1,15 bilhão, considerando, além dos gastos diretos, os efeitos indiretos na cadeia produtiva.

O estudo também aponta um aumento no tempo médio de permanência dos visitantes, que passa de 4,6 dias para cinco dias. Já o gasto médio individual está estimado em R$ 3.668,10, alta de 4,3% em relação a 2025, o que deve resultar em um impacto econômico direto de R$ 833,17 milhões na economia local.

Mais de 67 mil empregos: Ciclo Carnavalesco 2026 cresce mais de 18% na comparação com o mesmo período do ano passado

De acordo com dados da ABIH, a taxa de ocupação hoteleira deve ficar em 72,85% no período de Carnaval

Para além da folia, o período de pré-Carnaval e Carnaval também tem impacto direto na economia da cidade. De acordo com levantamento do Observatório do Turismo da Secretaria Municipal do Turismo de Fortaleza (Setfor), o ciclo carnavalesco de 2026 deve gerar cerca de 67.221 postos de trabalho formais e informais na capital cearense.

A projeção confirma o ritmo positivo da cidade na geração de empregos. Houve um crescimento de 18,4% na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram criados 56.756 postos de trabalho.

“Investir no Carnaval é investir nas pessoas e na cidade. Além de garantir acesso à cultura e ao lazer, esse período gera retorno econômico, fortalece o turismo e cria oportunidades de trabalho e renda para a população de Fortaleza”, destaca a secretária do Turismo de Fortaleza, Denise Carrá.

Os empregos considerados no estudo estão ligados às Atividades Características do Turismo (ACTs), que incluem setores como alojamento, alimentação, bares e restaurantes, transporte, eventos, comércio e serviços, refletindo o impacto direto do turismo na cadeia produtiva da cidade.

Durante o Carnaval, de 13 a 18 de fevereiro, a expectativa é de movimentação intensa na rede hoteleira. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Ceará (ABIH-CE), a taxa de ocupação deve alcançar 72,85%.

Ciclo Carnavalesco movimenta a economia e o turismo

Ainda segundo o Observatório do Turismo, a previsão é de que o Ciclo Carnavalesco de 2026 movimente cerca de 227.140 turistas em Fortaleza. A receita total gerada pela atividade turística no período deve chegar a aproximadamente R$ 1,15 bilhão, considerando, além dos gastos diretos, os efeitos indiretos na cadeia produtiva.

O estudo também aponta um aumento no tempo médio de permanência dos visitantes, que passa de 4,6 dias para cinco dias. Já o gasto médio individual está estimado em R$ 3.668,10, alta de 4,3% em relação a 2025, o que deve resultar em um impacto econômico direto de R$ 833,17 milhões na economia local.