21 de junho de 2017 em Infraestrutura

Prefeitura de Fortaleza apresenta ações para otimizar a configuração da acessibilidade na Capital

Iniciativa busca promover melhorias no tocante a projetos e obras de acessibilidade desenvolvidos pelo Município


Cidade Acessível
Reunião proporcionou diálogo direto entre o poder público e a população (Foto: Kiko Silva)
A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e da Coordenadoria Municipal de Pessoas com Deficiência, apresentou, na tarde desta quarta-feira (21/06), no auditório da Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seinf), um conjunto de ações que buscam otimizar a configuração da acessibilidade na Capital. A ocasião, que contou com a presença do Dr. Hugo Porto, do Centro de Apoio do Ministério Público, proporcionou diálogo direto entre o poder público e a população, que pôde analisar as ações desenvolvidas, acrescentando críticas e sugestões.

Intitulada de Fortaleza – Cidade Acessível, a iniciativa busca promover melhorias no tocante a projetos e obras de acessibilidade desenvolvidos pela Prefeitura. As ações de urbanização e de requalificação de diversos pontos da Capital vêm recebendo atenção voltada à inclusão, como rampas de acesso e travessias, banheiros adaptados, pisos táteis e assentos especiais para pessoas idosas e obesas, seguindo as diretrizes propostas pela legislação brasileira.

“Não se pode falar em política pública para pessoas com deficiência sem ouvi-las. A gente vê a dimensão e o cuidado que a gestão do prefeito Roberto Cláudio tem com a questão da mobilidade e da acessibilidade quando passa a ter a convicção de que Fortaleza irá se tornar bem menos inacessível e cada vez mais acessível”, destacou o coordenador Municipal de Pessoas com Deficiência, Emerson Damasceno.

As intervenções vêm contemplando segmentos diversos, como equipamentos de educação, unidades básicas de saúde, ações voltadas à mobilidade urbana e ao transporte, além de obras em espaços públicos. As intervenções na Rua José Avelino, que abrangem a Avenida Alberto Nepomuceno, contemplam a requalificação da região com a implantação de cinco faixas para a travessia de pedestres, sendo três delas em nível, rampas de acesso, alargamento de calçadas, pisos táteis e nova iluminação. Já o novo Terminal de Messejana, cuja entrega está prevista para o segundo semestre deste ano, contará com novas travessias e espaços de circulação e conveniência, além de banheiros acessíveis e adaptados.

A titular da Seinf, Manuela Nogueira, destacou a importância da participação da população diante das ações da Prefeitura para discutir adequações. “A partir da convocação da Coordenadoria Municipal de Pessoas com Deficiência, hoje, nós pudemos mostrar ao Ministério Público e às entidades o que já vem sendo feito na gestão no tema da acessibilidade. Na oportunidade, nós apresentamos três projetos pilotos para a gente fazer a intervenção junto à população. São eles as obras na Aguanambi, no Terminal de Messejana e na José Avelino. Nós estamos aqui para escutar e ver o que o poder público pode fazer para tirar esse déficit que a gente tem com a Cidade no tocante à acessibilidade. O foco principal é mostrar o que já fizemos, o que temos pronto para ser feito e escutar deles sugestões e críticas sobre isso”, disse.

Prefeitura de Fortaleza apresenta ações para otimizar a configuração da acessibilidade na Capital

Iniciativa busca promover melhorias no tocante a projetos e obras de acessibilidade desenvolvidos pelo Município

Cidade Acessível
Reunião proporcionou diálogo direto entre o poder público e a população (Foto: Kiko Silva)
A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e da Coordenadoria Municipal de Pessoas com Deficiência, apresentou, na tarde desta quarta-feira (21/06), no auditório da Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seinf), um conjunto de ações que buscam otimizar a configuração da acessibilidade na Capital. A ocasião, que contou com a presença do Dr. Hugo Porto, do Centro de Apoio do Ministério Público, proporcionou diálogo direto entre o poder público e a população, que pôde analisar as ações desenvolvidas, acrescentando críticas e sugestões.

Intitulada de Fortaleza – Cidade Acessível, a iniciativa busca promover melhorias no tocante a projetos e obras de acessibilidade desenvolvidos pela Prefeitura. As ações de urbanização e de requalificação de diversos pontos da Capital vêm recebendo atenção voltada à inclusão, como rampas de acesso e travessias, banheiros adaptados, pisos táteis e assentos especiais para pessoas idosas e obesas, seguindo as diretrizes propostas pela legislação brasileira.

“Não se pode falar em política pública para pessoas com deficiência sem ouvi-las. A gente vê a dimensão e o cuidado que a gestão do prefeito Roberto Cláudio tem com a questão da mobilidade e da acessibilidade quando passa a ter a convicção de que Fortaleza irá se tornar bem menos inacessível e cada vez mais acessível”, destacou o coordenador Municipal de Pessoas com Deficiência, Emerson Damasceno.

As intervenções vêm contemplando segmentos diversos, como equipamentos de educação, unidades básicas de saúde, ações voltadas à mobilidade urbana e ao transporte, além de obras em espaços públicos. As intervenções na Rua José Avelino, que abrangem a Avenida Alberto Nepomuceno, contemplam a requalificação da região com a implantação de cinco faixas para a travessia de pedestres, sendo três delas em nível, rampas de acesso, alargamento de calçadas, pisos táteis e nova iluminação. Já o novo Terminal de Messejana, cuja entrega está prevista para o segundo semestre deste ano, contará com novas travessias e espaços de circulação e conveniência, além de banheiros acessíveis e adaptados.

A titular da Seinf, Manuela Nogueira, destacou a importância da participação da população diante das ações da Prefeitura para discutir adequações. “A partir da convocação da Coordenadoria Municipal de Pessoas com Deficiência, hoje, nós pudemos mostrar ao Ministério Público e às entidades o que já vem sendo feito na gestão no tema da acessibilidade. Na oportunidade, nós apresentamos três projetos pilotos para a gente fazer a intervenção junto à população. São eles as obras na Aguanambi, no Terminal de Messejana e na José Avelino. Nós estamos aqui para escutar e ver o que o poder público pode fazer para tirar esse déficit que a gente tem com a Cidade no tocante à acessibilidade. O foco principal é mostrar o que já fizemos, o que temos pronto para ser feito e escutar deles sugestões e críticas sobre isso”, disse.