27 de dezembro de 2021 em Saúde

Prefeitura realiza mutirão de encoleiramento dos cães para controle do calazar no Bom Jardim

Cerca de 4 mil coleiras repelentes deverão ser aplicadas no bairro Bom Jardim. A ação terá o apoio de 150 profissionais


A Prefeitura de Fortaleza, por meio do Célula de Vigilância Ambiental e Riscos Biológicos (Cevam), realiza uma ação de encoleiramento dos cães para o controle da Leishmaniose Visceral (LVC), conhecida popularmente como calazar, no bairro Bom Jardim. A distribuição das coleiras repelentes será feita por 150 agentes de endemias, de segunda a quarta-feira (27 a 29/12), nos domicílios mapeados por meio de busca ativa durante o segundo semestre de 2021.

A ação ocorrerá no Bom Jardim por ser considerado um dos bairros com maior incidência de transmissão do calazar. Para a médica veterinária Lívia Schell, medidas simples ajudam a evitar e a reduzir a proliferação do vetor.

"É importante que a população esteja atenta à limpeza e ao manejo ambiental. O acúmulo de folhas e frutos propicia o inseto vetor. Reforço ainda o uso das coleiras que é uma das ferramentas mais eficazes para prevenir os animais e assim proteger as pessoas de todo entorno", concluiu Lívia.

Ao todo, serão quatro mutirões, com periodicidade de seis meses, realizados no bairro Bom Jardim.

A atividade implementada pela Cevam, em parceria com Distrito Técnico de Endemias da Regional 5, conta com o apoio da Coordenadoria Regional de Saúde (Cores) e do Núcleo de Educação em Saúde e Mobilização Social (Nesms).

Leishmaniose Visceral (calazar)

A Leishmaniose é transmitida por picada de um flebótomo contaminado (conhecido como mosquito palha) e pode acometer cães e humanos. Alguns sintomas que podem levar o proprietário a desconfiar que o animal está doente são: crescimento exagerado das unhas, pêlos quebradiços, nódulos na pele, úlceras, febre, atrofia muscular, fraqueza, anorexia, falta de apetite, vômito, diarreia, lesões oculares e sangramentos.

O combate ao inseto vetor deve ser feito com aplicação de inseticida no ambiente e o uso de produtos repelentes no cão. Além disso, as pessoas devem evitar deixar os animais em ambientes úmidos e que acumulem material que possa facilitar a criação do mosquito.

Prefeitura realiza mutirão de encoleiramento dos cães para controle do calazar no Bom Jardim

Cerca de 4 mil coleiras repelentes deverão ser aplicadas no bairro Bom Jardim. A ação terá o apoio de 150 profissionais

A Prefeitura de Fortaleza, por meio do Célula de Vigilância Ambiental e Riscos Biológicos (Cevam), realiza uma ação de encoleiramento dos cães para o controle da Leishmaniose Visceral (LVC), conhecida popularmente como calazar, no bairro Bom Jardim. A distribuição das coleiras repelentes será feita por 150 agentes de endemias, de segunda a quarta-feira (27 a 29/12), nos domicílios mapeados por meio de busca ativa durante o segundo semestre de 2021.

A ação ocorrerá no Bom Jardim por ser considerado um dos bairros com maior incidência de transmissão do calazar. Para a médica veterinária Lívia Schell, medidas simples ajudam a evitar e a reduzir a proliferação do vetor.

"É importante que a população esteja atenta à limpeza e ao manejo ambiental. O acúmulo de folhas e frutos propicia o inseto vetor. Reforço ainda o uso das coleiras que é uma das ferramentas mais eficazes para prevenir os animais e assim proteger as pessoas de todo entorno", concluiu Lívia.

Ao todo, serão quatro mutirões, com periodicidade de seis meses, realizados no bairro Bom Jardim.

A atividade implementada pela Cevam, em parceria com Distrito Técnico de Endemias da Regional 5, conta com o apoio da Coordenadoria Regional de Saúde (Cores) e do Núcleo de Educação em Saúde e Mobilização Social (Nesms).

Leishmaniose Visceral (calazar)

A Leishmaniose é transmitida por picada de um flebótomo contaminado (conhecido como mosquito palha) e pode acometer cães e humanos. Alguns sintomas que podem levar o proprietário a desconfiar que o animal está doente são: crescimento exagerado das unhas, pêlos quebradiços, nódulos na pele, úlceras, febre, atrofia muscular, fraqueza, anorexia, falta de apetite, vômito, diarreia, lesões oculares e sangramentos.

O combate ao inseto vetor deve ser feito com aplicação de inseticida no ambiente e o uso de produtos repelentes no cão. Além disso, as pessoas devem evitar deixar os animais em ambientes úmidos e que acumulem material que possa facilitar a criação do mosquito.