18 de Março de 2026 em Fiscalização IMPRIMIR

Capital Limpa e Ordenada: “DNA do Lixo” identifica responsáveis por descarte irregular durante fiscalização noturna

Ação conjunta da Agefis com a SCSP analisou 100 pontos de acúmulo irregular de resíduos nos 15 primeiros dias da operação


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Fiscal da Agefis analisa informações de empresa no smartphone enquanto gari verifica os sacos de lixo em ponto de descarte irregular
Estratégia tem sido utilizada como ferramenta de inteligência na fiscalização ambiental

A Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) realizou, nos primeiros 15 dias da nova fase da Operação Capital Limpa e Ordenada, fiscalizações voltadas à identificação de responsáveis por descartes irregulares de resíduos por meio da metodologia conhecida como DNA do Lixo. A ação, realizada em parceria com a Secretaria da Conservação e Serviços Públicos (SCSP), fiscalizou 100 pontos de descarte irregular no período, resultando na lavratura de 28 autos de infração.

A fiscalização ocorre no período noturno, de segunda a sábado, entre 19h e 0h, horário em que há maior incidência de descarte irregular em vias públicas. A iniciativa consiste na análise do material descartado em canteiros centrais e pontos irregulares de lixo.

Durante a atividade, fiscais da Agefis atuam em conjunto com garis da SCSP para examinar o conteúdo do lixo descartado. A partir dessa verificação, é possível localizar documentos, embalagens ou outros indícios que permitam identificar os responsáveis pelo descarte.

Quando identificada a origem do material, os responsáveis podem ser autuados por descarte irregular de resíduos, infração prevista no Código da Cidade (Lei Complementar nº 270/2019). A legislação classifica como infração grave o depósito de materiais em calçadas, vias públicas, praças, jardins ou terrenos. Nesses casos, a multa varia de R$ 202,50 a R$ 2.700,00 para pessoa física e pode chegar a R$ 32.400,00 para pessoa jurídica.

A estratégia tem sido utilizada como ferramenta de inteligência na fiscalização ambiental, permitindo responsabilizar grandes geradores de resíduos e estabelecimentos comerciais que realizam o descarte de forma irregular em vias públicas.

Capital Limpa e Ordenada

A nova fase da Operação Capital Limpa e Ordenada foi iniciada em 2 de março e ampliou a atuação integrada de órgãos municipais no enfrentamento ao descarte irregular de resíduos em Fortaleza.

Durante os primeiros 15 dias de operação, a Agefis realizou 599 fiscalizações, resultando na emissão de 454 autos de infração e na realização de 176 operações de flagrante de descarte irregular.

A operação é coordenada pela Secretaria de Governo (Segov) e conta com a atuação integrada da Agefis, Secretarias Regionais (SERs), Secretaria da Conservação e Serviços Públicos (SCSP), Coordenadoria Especial de Apoio à Governança das Regionais (Cegor), Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seinf), Secretaria Municipal da Educação (SME), Secretaria Municipal do Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), Guarda Municipal de Fortaleza (GMF), Secretaria de Relações Comunitárias (SERC) e Coordenadoria Especial de Programas Integrados (Copifor).

Capital Limpa e Ordenada: “DNA do Lixo” identifica responsáveis por descarte irregular durante fiscalização noturna

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Estratégia tem sido utilizada como ferramenta de inteligência na fiscalização ambiental

A Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) realizou, nos primeiros 15 dias da nova fase da Operação Capital Limpa e Ordenada, fiscalizações voltadas à identificação de responsáveis por descartes irregulares de resíduos por meio da metodologia conhecida como DNA do Lixo. A ação, realizada em parceria com a Secretaria da Conservação e Serviços Públicos (SCSP), fiscalizou 100 pontos de descarte irregular no período, resultando na lavratura de 28 autos de infração.

A fiscalização ocorre no período noturno, de segunda a sábado, entre 19h e 0h, horário em que há maior incidência de descarte irregular em vias públicas. A iniciativa consiste na análise do material descartado em canteiros centrais e pontos irregulares de lixo.

Durante a atividade, fiscais da Agefis atuam em conjunto com garis da SCSP para examinar o conteúdo do lixo descartado. A partir dessa verificação, é possível localizar documentos, embalagens ou outros indícios que permitam identificar os responsáveis pelo descarte.

Quando identificada a origem do material, os responsáveis podem ser autuados por descarte irregular de resíduos, infração prevista no Código da Cidade (Lei Complementar nº 270/2019). A legislação classifica como infração grave o depósito de materiais em calçadas, vias públicas, praças, jardins ou terrenos. Nesses casos, a multa varia de R$ 202,50 a R$ 2.700,00 para pessoa física e pode chegar a R$ 32.400,00 para pessoa jurídica.

A estratégia tem sido utilizada como ferramenta de inteligência na fiscalização ambiental, permitindo responsabilizar grandes geradores de resíduos e estabelecimentos comerciais que realizam o descarte de forma irregular em vias públicas.

Capital Limpa e Ordenada

A nova fase da Operação Capital Limpa e Ordenada foi iniciada em 2 de março e ampliou a atuação integrada de órgãos municipais no enfrentamento ao descarte irregular de resíduos em Fortaleza.

Durante os primeiros 15 dias de operação, a Agefis realizou 599 fiscalizações, resultando na emissão de 454 autos de infração e na realização de 176 operações de flagrante de descarte irregular.

A operação é coordenada pela Secretaria de Governo (Segov) e conta com a atuação integrada da Agefis, Secretarias Regionais (SERs), Secretaria da Conservação e Serviços Públicos (SCSP), Coordenadoria Especial de Apoio à Governança das Regionais (Cegor), Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seinf), Secretaria Municipal da Educação (SME), Secretaria Municipal do Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), Guarda Municipal de Fortaleza (GMF), Secretaria de Relações Comunitárias (SERC) e Coordenadoria Especial de Programas Integrados (Copifor).