14 de fevereiro de 2019 em Mobilidade

Etufor disponibiliza nova linha 699 - Cidade Jardim/Messejana

A linha começar a operar a partir desta segunda-feira (18/02) e vai atender às comunidades Cidade Jardim I e II e o Conjunto Montenegro


A Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) disponibiliza, a partir desta segunda-feira (18/02), uma nova linha de ônibus que vai contemplar as populações dos residenciais Cidade Jardim I e II, assim como do Conjunto Montenegro. A linha 699 - Cidade Jardim/Messejana resultou de uma demanda da comunidade, confirmada em pesquisa de campo realizada no final do ano passado, que identificou grande demanda dessas localidades para o terminal de Messejana.

Com frota de quatro veículos, o ponto inicial da linha fica na Avenida Arterial na Cidade Jardim II, passando pela Av. I no Conjunto José Walter, Av. N no conjunto Montenegro, Av. Perimetral e Av. Jornalista Tomás Coelho no terminal de Messejana. “A avaliação foi feita buscando detectar a linha de desejo das novas comunidades, ou seja, o deslocamento que era mais necessário para os moradores”, explica Miguel Guimarães

Etufor disponibiliza nova linha 699 - Cidade Jardim/Messejana

A linha começar a operar a partir desta segunda-feira (18/02) e vai atender às comunidades Cidade Jardim I e II e o Conjunto Montenegro

A Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) disponibiliza, a partir desta segunda-feira (18/02), uma nova linha de ônibus que vai contemplar as populações dos residenciais Cidade Jardim I e II, assim como do Conjunto Montenegro. A linha 699 - Cidade Jardim/Messejana resultou de uma demanda da comunidade, confirmada em pesquisa de campo realizada no final do ano passado, que identificou grande demanda dessas localidades para o terminal de Messejana.

Com frota de quatro veículos, o ponto inicial da linha fica na Avenida Arterial na Cidade Jardim II, passando pela Av. I no Conjunto José Walter, Av. N no conjunto Montenegro, Av. Perimetral e Av. Jornalista Tomás Coelho no terminal de Messejana. “A avaliação foi feita buscando detectar a linha de desejo das novas comunidades, ou seja, o deslocamento que era mais necessário para os moradores”, explica Miguel Guimarães