23 de junho de 2022 em Saúde

No Dia Mundial de Prevenção de Quedas, IJF faz alerta para a principal causa de acolhimento na Emergência

Entre os meses de janeiro e maio deste ano, o hospital somou 6.845 atendimentos a adultos e crianças com ferimentos graves decorrentes de acidentes domésticos e de trabalho


A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o dia 24 de junho como o Dia Mundial de Prevenção de Quedas. No Instituto Dr. José Frota (IJF), unidade de referência para o tratamento de fraturas e lesões de alta complexidade na rede de assistência em saúde da Prefeitura de Fortaleza, os traumas causados por quedas são os mais numerosos entre motivos que levam as vítimas à Emergência. Somente entre os meses de janeiro e maio deste ano, o hospital somou 6.845 atendimentos a adultos e crianças com ferimentos graves decorrentes de acidentes domésticos e de trabalho. O número é 32% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior e representa 24% do total das causas de acolhimento.

Paciente em atendimento na Enfermaria do hospital IJF.

Entre os pacientes que chegam ao IJF após sofrerem um escorregão no banheiro, um tombo ao deitar na rede, uma topada por conta de um calçado desgastado e até mesmo um desequilíbrio ao subir em um muro, telhado ou árvore, as crianças menores de 10 anos de idade e os adultos com mais de 60 anos são os que mais demandam atenção e cuidados dos especialistas. Os idosos, sobretudo, tendem a permanecer por mais tempo hospitalizados e correm mais riscos de complicações no tratamento, além de sequelas severas e permanentes ou mesmo o óbito.

Para alertar as famílias sobre os riscos e as sérias consequências de uma queda, a Direção do IJF aponta algumas dos principais relatos dos usuários sobre as situações e condições ambientes e comportamentais que resultaram em quedas, mas que podem e devem ser evitadas, como:

• Falta de superfície antiderrapante e barras de apoio no banheiro;
• Uso de calçados desgastados e sem fixação segura ao pé;
• Desequilíbrio ao levantar e deitar na rede, na cama ou em uma cadeira;
• Falta de corrimão e portão de segurança no topo e na base das escadas;
• Falta de redes e grades de proteção em janelas;
• Falta da supervisão de adultos no acompanhamento das crianças;
• Exaustão das mães e carência de apoio familiar para o cuidado com recém-nascidos;
• Crianças de colo colocadas em camas, mesas ou móveis altos e sem proteção;
• Idosos debilitados sem o acompanhamento familiar e apoio devido;
• Subir em muros, telhados e árvores sem apoio ou condição física para a atividade;
• Falta de uso dos equipamentos de proteção durante o trabalho.

Acima de tudo, uma rotina de alimentação saudável, atividade física regular e sono reparador são indispensáveis para a manutenção da saúde e a prevenção de doenças em qualquer idade. Portadores de doenças crônicas também devem ficar atentos ao uso correto de medicamentos e pessoas com limitações de mobilidade sempre devem contar com um apoio seguro para locomoção.

 

No Dia Mundial de Prevenção de Quedas, IJF faz alerta para a principal causa de acolhimento na Emergência

Entre os meses de janeiro e maio deste ano, o hospital somou 6.845 atendimentos a adultos e crianças com ferimentos graves decorrentes de acidentes domésticos e de trabalho

A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o dia 24 de junho como o Dia Mundial de Prevenção de Quedas. No Instituto Dr. José Frota (IJF), unidade de referência para o tratamento de fraturas e lesões de alta complexidade na rede de assistência em saúde da Prefeitura de Fortaleza, os traumas causados por quedas são os mais numerosos entre motivos que levam as vítimas à Emergência. Somente entre os meses de janeiro e maio deste ano, o hospital somou 6.845 atendimentos a adultos e crianças com ferimentos graves decorrentes de acidentes domésticos e de trabalho. O número é 32% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior e representa 24% do total das causas de acolhimento.

Paciente em atendimento na Enfermaria do hospital IJF.

Entre os pacientes que chegam ao IJF após sofrerem um escorregão no banheiro, um tombo ao deitar na rede, uma topada por conta de um calçado desgastado e até mesmo um desequilíbrio ao subir em um muro, telhado ou árvore, as crianças menores de 10 anos de idade e os adultos com mais de 60 anos são os que mais demandam atenção e cuidados dos especialistas. Os idosos, sobretudo, tendem a permanecer por mais tempo hospitalizados e correm mais riscos de complicações no tratamento, além de sequelas severas e permanentes ou mesmo o óbito.

Para alertar as famílias sobre os riscos e as sérias consequências de uma queda, a Direção do IJF aponta algumas dos principais relatos dos usuários sobre as situações e condições ambientes e comportamentais que resultaram em quedas, mas que podem e devem ser evitadas, como:

• Falta de superfície antiderrapante e barras de apoio no banheiro;
• Uso de calçados desgastados e sem fixação segura ao pé;
• Desequilíbrio ao levantar e deitar na rede, na cama ou em uma cadeira;
• Falta de corrimão e portão de segurança no topo e na base das escadas;
• Falta de redes e grades de proteção em janelas;
• Falta da supervisão de adultos no acompanhamento das crianças;
• Exaustão das mães e carência de apoio familiar para o cuidado com recém-nascidos;
• Crianças de colo colocadas em camas, mesas ou móveis altos e sem proteção;
• Idosos debilitados sem o acompanhamento familiar e apoio devido;
• Subir em muros, telhados e árvores sem apoio ou condição física para a atividade;
• Falta de uso dos equipamentos de proteção durante o trabalho.

Acima de tudo, uma rotina de alimentação saudável, atividade física regular e sono reparador são indispensáveis para a manutenção da saúde e a prevenção de doenças em qualquer idade. Portadores de doenças crônicas também devem ficar atentos ao uso correto de medicamentos e pessoas com limitações de mobilidade sempre devem contar com um apoio seguro para locomoção.