16 de abril de 2018 em Meio ambiente

Prefeito Roberto Cláudio e governador Camilo Santana inauguram estação de Gás Natural Renovável

Com a usina, o biogás será purificado e convertido em metano puro ou Gás Natural Renovável, trazendo menos danos ao meio ambiente


GNR
Gasoduto fará a distribuição do GNR proveniente do aterro sanitário da Região Metropolitana de Fortaleza para indústrias, veículos, comércios e residências (Foto: Thiago Gaspar)

O prefeito Roberto Cláudio e o governador Camilo Santana inauguraram, nesta segunda-feira (16/04), a primeira rede de distribuição de Gás Natural Renovável Fortaleza (GNR Fortaleza). O gasoduto, construído pela Cegás, está localizado no Aterro Sanitário Municipal Oeste de Caucaia, tem 23 quilômetros de extensão e fará a distribuição do GNR proveniente do aterro sanitário da Região Metropolitana de Fortaleza para indústrias, veículos, comércios e residências na rede de clientes da empresa.

Atualmente, a unidade produz cerca de 84 mil m³ de biometano todos os dias e, se chegar ao topo da produção, serão cerca de 150 mil m³, levando o Ceará a ser a primeira maior unidade de produtora de gás renovável do País. “A ação é inovadora e transforma o Ceará em referência na área para todo o País. A ideia é que possamos reproduzir esse projeto na Região Norte e no Cariri para garantir fornecimento de GNR para a indústria e evitar cada vez mais a emissão de gases para a atmosfera”, afirmou o governador Camilo Santana.

O gás, gerado a partir da decomposição de resíduos orgânicos depositados no aterro, é composto basicamente de metano desperdiçado e emitido para a atmosfera causando danos ao meio ambiente. Com o funcionamento da usina, o biogás será purificado e convertido em metano puro ou Gás Natural Renovável.

Dados da Cegás apontam que, com a instalação da GNR em Fortaleza, será possível evitar que mais de 520 mil toneladas de gás carbônico sejam lançadas na atmosfera anualmente, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa e contribuindo para as futuras gerações. “Cabe a nós, agora, trabalhar em outras aplicações importantes. Estamos estudando com a Cegás a viabilidade econômica para fazer um projeto-piloto e utilizar a energia verde como combustível para o transporte público. Que a nossa capacidade de inovar e testar essas aplicações seja exemplo para outros Estados do Brasil”, destacou o prefeito Roberto Cláudio.

O projeto está funcionando desde dezembro de 2017 e se adequa à Política Nacional de Resídios Sólidos, aprovada e sancionada em 2010. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, cada brasileiro produz, em média, de 800 gramas a 1 quilograma de resíduos sólidos urbanos. São mais de 250 mil toneladas de lixo produzidas diariamente no País. “É mais competitividade para o Ceará, mais benefício para as indústrias e uma grande redução de danos ao meio ambiente, seja através da redução das emissões de gases de efeito estufa que aquecem o planeta, como também pelo estímulo ao uso de aterros de resíduos sólidos controlados, onde você evita a contaminação dos mananciais hídricos do Estado", disse Hugo Figueiredo, presidente da Cegás.

Prefeito Roberto Cláudio e governador Camilo Santana inauguram estação de Gás Natural Renovável

Com a usina, o biogás será purificado e convertido em metano puro ou Gás Natural Renovável, trazendo menos danos ao meio ambiente

GNR
Gasoduto fará a distribuição do GNR proveniente do aterro sanitário da Região Metropolitana de Fortaleza para indústrias, veículos, comércios e residências (Foto: Thiago Gaspar)

O prefeito Roberto Cláudio e o governador Camilo Santana inauguraram, nesta segunda-feira (16/04), a primeira rede de distribuição de Gás Natural Renovável Fortaleza (GNR Fortaleza). O gasoduto, construído pela Cegás, está localizado no Aterro Sanitário Municipal Oeste de Caucaia, tem 23 quilômetros de extensão e fará a distribuição do GNR proveniente do aterro sanitário da Região Metropolitana de Fortaleza para indústrias, veículos, comércios e residências na rede de clientes da empresa.

Atualmente, a unidade produz cerca de 84 mil m³ de biometano todos os dias e, se chegar ao topo da produção, serão cerca de 150 mil m³, levando o Ceará a ser a primeira maior unidade de produtora de gás renovável do País. “A ação é inovadora e transforma o Ceará em referência na área para todo o País. A ideia é que possamos reproduzir esse projeto na Região Norte e no Cariri para garantir fornecimento de GNR para a indústria e evitar cada vez mais a emissão de gases para a atmosfera”, afirmou o governador Camilo Santana.

O gás, gerado a partir da decomposição de resíduos orgânicos depositados no aterro, é composto basicamente de metano desperdiçado e emitido para a atmosfera causando danos ao meio ambiente. Com o funcionamento da usina, o biogás será purificado e convertido em metano puro ou Gás Natural Renovável.

Dados da Cegás apontam que, com a instalação da GNR em Fortaleza, será possível evitar que mais de 520 mil toneladas de gás carbônico sejam lançadas na atmosfera anualmente, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa e contribuindo para as futuras gerações. “Cabe a nós, agora, trabalhar em outras aplicações importantes. Estamos estudando com a Cegás a viabilidade econômica para fazer um projeto-piloto e utilizar a energia verde como combustível para o transporte público. Que a nossa capacidade de inovar e testar essas aplicações seja exemplo para outros Estados do Brasil”, destacou o prefeito Roberto Cláudio.

O projeto está funcionando desde dezembro de 2017 e se adequa à Política Nacional de Resídios Sólidos, aprovada e sancionada em 2010. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, cada brasileiro produz, em média, de 800 gramas a 1 quilograma de resíduos sólidos urbanos. São mais de 250 mil toneladas de lixo produzidas diariamente no País. “É mais competitividade para o Ceará, mais benefício para as indústrias e uma grande redução de danos ao meio ambiente, seja através da redução das emissões de gases de efeito estufa que aquecem o planeta, como também pelo estímulo ao uso de aterros de resíduos sólidos controlados, onde você evita a contaminação dos mananciais hídricos do Estado", disse Hugo Figueiredo, presidente da Cegás.