03 de agosto de 2022 em Meio ambiente

Prefeito Sarto participa da abertura do Fiec Summit - Hidrogênio Verde

Sarto enfatizou que o Ceará possui um ambiente privilegiado para implantação de energias renováveis e pontuou ações da Prefeitura


sarto fala em um auditório
O prefeito também ressaltou as políticas ambientais que a Prefeitura de Fortaleza tem adotado em sua gestão (Foto: Marcos Moura)

O prefeito de Fortaleza, José Sarto, participou, nesta quarta-feira (03/08), da abertura do I Fiec Summit - Hidrogênio Verde. Promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), o evento conta com a participação de especialistas e autoridades para discutir temas relacionados às energias renováveis e ao HUB de Hidrogênio Verde (H2V), promovendo palestras, exposições, debates, rodadas de negócios e visitas técnicas.

Durante a cerimônia de abertura, Sarto destacou que o Ceará dispõe de um ambiente privilegiado para a adoção de energias renováveis e que o estado tem se destacado internacionalmente na transição de matrizes energéticas.

“Em relação ao binômio matriz energético solar e eólico, o Ceará tem de sobra. Nós temos aqui um ambiente plenamente favorável. Além disso, a Fiec, a academia científica, o poder público e a sociedade civil estão empenhados na substituição da substituição da matriz energética, investindo em fontes renováveis como o hidrogênio verde”, comentou Sarto.

O prefeito também ressaltou as políticas ambientais que a Prefeitura de Fortaleza tem adotado em sua gestão. “Nós temos uma Escola de Tempo Integral já totalmente abastecida com energia solar. Temos uma das maiores redes cicloviárias do Brasil, promovendo o protagonismo da bicicleta em quase 420 km de vias exclusivas. Estamos realizando o plantio de 5 mil árvores de grande porte para arborizar a cidade. Estamos empenhados em cumprir nosso papel para a descarbonização e a sustentabilidade”.

De acordo com o presidente da Fiec, Ricardo Cavalcante, “a humanidade está vivendo um momento ímpar. A cada dia que passa, mais e mais pessoas tomam consciência de que a sustentabilidade é uma responsabilidade de cada um de nós”. “É por conta disso que governos, empresas e universidades têm unido esforços pela concretização de uma energia de baixo carbono. O compromisso coletivo pela descarbonização não é uma opção, é um imperativo”, completou.

Jurandir Picanço, consultor de energias da Fiec, relatou que o hidrogênio verde vem se configurando como o combustível do futuro, sendo uma resposta às emissões do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, um dos gases do efeito estufa.

“Essa oportunidade do hidrogênio verde surgiu porque o Ceará tem um gigantesco potencial de energia renovável. É uma forma eficiente de você descarbonizar, ou seja, deixar de usar os combustíveis fósseis que criam o problema do aquecimento global. Em razão disso, a Fiec está muito empenhada em promover ações nesse mercado”.

Izolda Cela, governadora do Ceará, destacou que a busca por energias renováveis não tem a ver simplesmente com uma opção mais ecológica, mas que significa também um investimento na preservação da vida no planeta.

“Esse evento está em consonância com a luta pela preservação do planeta e da vida. Essas questões nos mostram que, se ações fortes não forem tomadas, estaremos cada vez mais sujeitos a problemas, desequilíbrios e distúrbios de grande impacto. Mudar esse cenário é um compromisso moral nosso em relação às próximas gerações. Além disso, temos a perspectiva de aquecimento econômico e geração de emprego e renda ao investir em inovação”.

Joaquim Leite, ministro do meio ambiente, relatou que o Ceará tem potencial para tomar a frente mundial na questão do desenvolvimento de energias renováveis. “A geopolítica mudou com a pandemia e com o conflito na Ucrânia. O mundo busca por uma energia verde, e o local em que ela pode ser produzida é o Nordeste brasileiro, em especial, o Ceará. O Ceará tem tudo para ser uma fonte de segurança energética limpa para o mundo, por sua proximidade, capacidade, empreendedorismo e tecnologia”.

Cândido Albuquerque, reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC), pontuou que as universidades cearenses também têm se empenhado na pesquisa e desenvolvimento de novas fontes energéticas. “Nossas universidades estão absolutamente empenhadas e qualificadas para construir esta nova tecnologia. A questão é urgente. São nossos pesquisadores, ao lado dos nossos industriais, que farão esta transformação’”.

De acordo com a Fiec, já existem 20 memorandos assinados com grandes empresas a nível mundial no Ceará, que sinalizam investimentos superiores a US$20 bilhões em fontes renováveis. Ainda segundo a Federação, levadas pela expectativa de prosperidade econômica, várias multinacionais já sinalizaram que vão instalar bases no Complexo do Pecém, instituição que integra o HUB do Hidrogênio Verde, em parceria com o Governo do Estado do Ceará, Fiec e UFC.

O Fiec Summit - Hidrogênio Verde continua seus trabalhos até esta quinta-feira (04/08). O evento conta com 1.587 inscritos, de 20 países diferentes. Além disso, o Fiec Summit irá promover um concurso de trabalhos acadêmicos e projetos de pesquisa. Os trabalhos mais bem avaliados estão expostos durante os dois dias de programação.

Prefeito Sarto participa da abertura do Fiec Summit - Hidrogênio Verde

Sarto enfatizou que o Ceará possui um ambiente privilegiado para implantação de energias renováveis e pontuou ações da Prefeitura

sarto fala em um auditório
O prefeito também ressaltou as políticas ambientais que a Prefeitura de Fortaleza tem adotado em sua gestão (Foto: Marcos Moura)

O prefeito de Fortaleza, José Sarto, participou, nesta quarta-feira (03/08), da abertura do I Fiec Summit - Hidrogênio Verde. Promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), o evento conta com a participação de especialistas e autoridades para discutir temas relacionados às energias renováveis e ao HUB de Hidrogênio Verde (H2V), promovendo palestras, exposições, debates, rodadas de negócios e visitas técnicas.

Durante a cerimônia de abertura, Sarto destacou que o Ceará dispõe de um ambiente privilegiado para a adoção de energias renováveis e que o estado tem se destacado internacionalmente na transição de matrizes energéticas.

“Em relação ao binômio matriz energético solar e eólico, o Ceará tem de sobra. Nós temos aqui um ambiente plenamente favorável. Além disso, a Fiec, a academia científica, o poder público e a sociedade civil estão empenhados na substituição da substituição da matriz energética, investindo em fontes renováveis como o hidrogênio verde”, comentou Sarto.

O prefeito também ressaltou as políticas ambientais que a Prefeitura de Fortaleza tem adotado em sua gestão. “Nós temos uma Escola de Tempo Integral já totalmente abastecida com energia solar. Temos uma das maiores redes cicloviárias do Brasil, promovendo o protagonismo da bicicleta em quase 420 km de vias exclusivas. Estamos realizando o plantio de 5 mil árvores de grande porte para arborizar a cidade. Estamos empenhados em cumprir nosso papel para a descarbonização e a sustentabilidade”.

De acordo com o presidente da Fiec, Ricardo Cavalcante, “a humanidade está vivendo um momento ímpar. A cada dia que passa, mais e mais pessoas tomam consciência de que a sustentabilidade é uma responsabilidade de cada um de nós”. “É por conta disso que governos, empresas e universidades têm unido esforços pela concretização de uma energia de baixo carbono. O compromisso coletivo pela descarbonização não é uma opção, é um imperativo”, completou.

Jurandir Picanço, consultor de energias da Fiec, relatou que o hidrogênio verde vem se configurando como o combustível do futuro, sendo uma resposta às emissões do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, um dos gases do efeito estufa.

“Essa oportunidade do hidrogênio verde surgiu porque o Ceará tem um gigantesco potencial de energia renovável. É uma forma eficiente de você descarbonizar, ou seja, deixar de usar os combustíveis fósseis que criam o problema do aquecimento global. Em razão disso, a Fiec está muito empenhada em promover ações nesse mercado”.

Izolda Cela, governadora do Ceará, destacou que a busca por energias renováveis não tem a ver simplesmente com uma opção mais ecológica, mas que significa também um investimento na preservação da vida no planeta.

“Esse evento está em consonância com a luta pela preservação do planeta e da vida. Essas questões nos mostram que, se ações fortes não forem tomadas, estaremos cada vez mais sujeitos a problemas, desequilíbrios e distúrbios de grande impacto. Mudar esse cenário é um compromisso moral nosso em relação às próximas gerações. Além disso, temos a perspectiva de aquecimento econômico e geração de emprego e renda ao investir em inovação”.

Joaquim Leite, ministro do meio ambiente, relatou que o Ceará tem potencial para tomar a frente mundial na questão do desenvolvimento de energias renováveis. “A geopolítica mudou com a pandemia e com o conflito na Ucrânia. O mundo busca por uma energia verde, e o local em que ela pode ser produzida é o Nordeste brasileiro, em especial, o Ceará. O Ceará tem tudo para ser uma fonte de segurança energética limpa para o mundo, por sua proximidade, capacidade, empreendedorismo e tecnologia”.

Cândido Albuquerque, reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC), pontuou que as universidades cearenses também têm se empenhado na pesquisa e desenvolvimento de novas fontes energéticas. “Nossas universidades estão absolutamente empenhadas e qualificadas para construir esta nova tecnologia. A questão é urgente. São nossos pesquisadores, ao lado dos nossos industriais, que farão esta transformação’”.

De acordo com a Fiec, já existem 20 memorandos assinados com grandes empresas a nível mundial no Ceará, que sinalizam investimentos superiores a US$20 bilhões em fontes renováveis. Ainda segundo a Federação, levadas pela expectativa de prosperidade econômica, várias multinacionais já sinalizaram que vão instalar bases no Complexo do Pecém, instituição que integra o HUB do Hidrogênio Verde, em parceria com o Governo do Estado do Ceará, Fiec e UFC.

O Fiec Summit - Hidrogênio Verde continua seus trabalhos até esta quinta-feira (04/08). O evento conta com 1.587 inscritos, de 20 países diferentes. Além disso, o Fiec Summit irá promover um concurso de trabalhos acadêmicos e projetos de pesquisa. Os trabalhos mais bem avaliados estão expostos durante os dois dias de programação.