13 de julho de 2017 em Mobilidade

Força-tarefa entre órgãos de trânsito intensifica fiscalização da Lei Seca para reduzir acidentes

O objetivo é conscientizar os condutores sobre os riscos de misturar álcool e direção


Como parte da campanha “Se beber, não dirija”, lançada pela Prefeitura de Fortaleza em parceria com a Bloomberg Philanthropies, a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) está intensificando a fiscalização para coibir a prática arriscada de misturar álcool e direção. O objetivo é demonstrar que mesmo uma pequena dose de bebida alcoólica pode comprometer os reflexos e a concentração do condutor, contribuindo para a ocorrência de acidentes graves e fatais. No ano passado, 278 pessoas morreram no trânsito de Fortaleza.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), um condutor que desrespeita a lei com um copo de cerveja, por exemplo, tem três vezes mais chance de morrer em um acidente do que um condutor sóbrio. Portanto, ao aplicar as leis de trânsito, espera-se promover uma maior conscientização da população e o mais importante: preservar vidas.

Durante a fiscalização, equipes itinerantes percorrem pontos de maior concentração de bares e áreas de grande acidentalidade viária coibindo a irregularidade. As ações são contínuas, devendo ocorrer de segunda a domingo por meio de um trabalho em conjunto que envolve a AMC, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Polícia Rodoviária Estadual (PRE), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Policiamento Ostensivo da Capital e Guarda Municipal.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a tolerância de álcool é zero. Conduzir veículo automotor sob influência de álcool é uma infração de natureza gravíssima X 10, multa no valor de R$ 2.934,70, recolhimento e suspensão da habilitação por 12 meses e retenção do veículo até apresentação de outro condutor habilitado apto a conduzir o veículo. Se a concentração for igual ou superior a 0,30 miligramas de álcool por litro de ar alveolar ou o motorista tenha sinais que indiquem alteração de capacidade psicomotora, o mesmo ainda poderá ser preso. A pena varia de seis meses a três anos.

Em 2016, foram autuados pelos órgãos de trânsito de Fortaleza, AMC, Detran e PRE, um total de 8.718 condutores por dirigir sob efeito do álcool ou por se recusar a fazer o teste do bafômetro.

Ação educativa
Além da fiscalização, haverá abordagem educativa em bares e restaurantes da cidade para alertar o público sobre os riscos dessa combinação perigosa. Educadores de trânsito visitarão locais devidamente identificados distribuindo informativos e esclarecendo as principais dúvidas dos clientes.

Segundo o superintendente do órgão, Arcelino Lima, essa é uma tentativa de aproximar cada vez mais a AMC da população, destacando o papel do educador de trânsito diante de uma temática de extrema importância para a sociedade. “O condutor precisa ter em mente que, sob a ingestão do álcool, ele tanto pode causar um acidente como também ser vítima. O trabalho educativo vem sendo intensificado justamente para promover uma maior conscientização nas pessoas e evitar que mais vidas se percam”, defende.

Força-tarefa entre órgãos de trânsito intensifica fiscalização da Lei Seca para reduzir acidentes

O objetivo é conscientizar os condutores sobre os riscos de misturar álcool e direção

Como parte da campanha “Se beber, não dirija”, lançada pela Prefeitura de Fortaleza em parceria com a Bloomberg Philanthropies, a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) está intensificando a fiscalização para coibir a prática arriscada de misturar álcool e direção. O objetivo é demonstrar que mesmo uma pequena dose de bebida alcoólica pode comprometer os reflexos e a concentração do condutor, contribuindo para a ocorrência de acidentes graves e fatais. No ano passado, 278 pessoas morreram no trânsito de Fortaleza.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), um condutor que desrespeita a lei com um copo de cerveja, por exemplo, tem três vezes mais chance de morrer em um acidente do que um condutor sóbrio. Portanto, ao aplicar as leis de trânsito, espera-se promover uma maior conscientização da população e o mais importante: preservar vidas.

Durante a fiscalização, equipes itinerantes percorrem pontos de maior concentração de bares e áreas de grande acidentalidade viária coibindo a irregularidade. As ações são contínuas, devendo ocorrer de segunda a domingo por meio de um trabalho em conjunto que envolve a AMC, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Polícia Rodoviária Estadual (PRE), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Policiamento Ostensivo da Capital e Guarda Municipal.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a tolerância de álcool é zero. Conduzir veículo automotor sob influência de álcool é uma infração de natureza gravíssima X 10, multa no valor de R$ 2.934,70, recolhimento e suspensão da habilitação por 12 meses e retenção do veículo até apresentação de outro condutor habilitado apto a conduzir o veículo. Se a concentração for igual ou superior a 0,30 miligramas de álcool por litro de ar alveolar ou o motorista tenha sinais que indiquem alteração de capacidade psicomotora, o mesmo ainda poderá ser preso. A pena varia de seis meses a três anos.

Em 2016, foram autuados pelos órgãos de trânsito de Fortaleza, AMC, Detran e PRE, um total de 8.718 condutores por dirigir sob efeito do álcool ou por se recusar a fazer o teste do bafômetro.

Ação educativa
Além da fiscalização, haverá abordagem educativa em bares e restaurantes da cidade para alertar o público sobre os riscos dessa combinação perigosa. Educadores de trânsito visitarão locais devidamente identificados distribuindo informativos e esclarecendo as principais dúvidas dos clientes.

Segundo o superintendente do órgão, Arcelino Lima, essa é uma tentativa de aproximar cada vez mais a AMC da população, destacando o papel do educador de trânsito diante de uma temática de extrema importância para a sociedade. “O condutor precisa ter em mente que, sob a ingestão do álcool, ele tanto pode causar um acidente como também ser vítima. O trabalho educativo vem sendo intensificado justamente para promover uma maior conscientização nas pessoas e evitar que mais vidas se percam”, defende.