04 de dezembro de 2018 em Cultura

Cineclube Telas Abertas de dezembro apresenta mostra sobre o cinema negro e suas gerações

Mostra “Serei Porque Fomos”, com curadoria de Bruno Galindo, ocorre entre os dias 10 e 13 de dezembro


Do lado direito da imagem um mulher negra com flores na cabeça segura uma fotografia  enquanto uma grande borboleta de asas vermelhas está a frente em primeiro plano e as informações do evento estão à esquerda

A Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes divulga programação do cineclube Telas Abertas de dezembro. A mostra “Serei Porque Fomos”, com curadoria de Bruno Galindo, ocorrerá entre os dias 10 e 13 de dezembro, às 18h30, na Vila das Artes.

Esta é a sexta e última mostra do cineclube Telas Abertas de 2018. A convocatória selecionou seis propostas de curadoria para exibição, na Vila das Artes, que ocorreram ao longo deste ano, finalizando o projeto neste mês. Confira as mostras selecionadas no link.

“Serei Porque Fomos” fala do cinema negro como meio de relação com o mundo em diferentes gerações. A mostra propõe construir um recorte do cinema negro brasileiro, não somente enquanto cinema produzido e mobilizado por pessoas negras, mas também, na análise sobre como cada cineasta, dentro de sua própria geração, absorve e reorganiza estéticas e códigos na representação cronológica das vivências negras.

A mostra é dividida em quatro eixos temáticos, onde serão exibidos curtas que dialogam com cada tema. No dia 10/12, a sessão “Heranças do Corpo” apresentará os filmes “Rapsodia para o Homem Negro”, “Pele Suja Minha Carne”, “Assim” e “Alma no Olho”. Na segunda sessão, intitulada “Heranças da Memória”, realizada no dia 11/12, serão exibidos os curtas “O Dia do Silêncio”, “O Mundo de Dentro”, “Travessia” e “Sample”. A sessão “Heranças da Formação”, no dia 12/12, contará com os filmes “O Moleque”, “O Som do Silêncio”, “Impermeável Pavio Curto” e “Ana”. E na última sessão, chamada “Heranças da Reexistência”, no dia 13/12, as exibições serão de “Aniceto do Império em Dia de Alforria”, “Afronte”, “Nascida para Matar” e “Motriz”.

Bruno Galindo é crítico de cinema, curador e roteirista em formação, escreve para blogs e revistas virtuais sobre cinema e audiovisual, além de ser um dos desenvolvedores do projeto Cine Viela.

Confira a programação:

Sessão “Heranças do Corpo”
Filmes: Rapsodia para o Homem Negro (Dir: Gabriel Martins); Pele Suja Minha Carne (Dir: Bruno Ribeiro); Assim (Dir: Keila Serruya) e Alma no Olho (Dir: Zozimo Bulbul)
Quando: 10/12, às 18h30

Sessão “Heranças da Memória”
Filmes: O Dia do Silêncio (Dir: Clebson Oscar); O Mundo de Dentro (Dir: Adélia Sampaio); Travessia (Dir: Safira Moreira) e Sample (Dir: Ana Julia Travia)
Quando: 11/12, às 18h30

Sessão “Heranças da Formação”
Filmes: O Moleque (Dir: Ary Candido); O Som do Silêncio (Dir: David Aynan); Impermeável Pavio Curto (Dir: Higor Homes) e Ana (Dir: Vitória Felipe)
Quando: 12/12, às 18h30

Sessão “Heranças da Reexistência”
Filmes: Aniceto do Império em Dia de Alforria (Dir: Zozimo Bulbul); Afronte (Dir: Bruno Victor e Marcus Azevedo); Nascida para Matar (Dir: Rogério Henrique Gonçalves) e Motriz (Dir: Tais Amordivino)
Quando: 13/12, às 18h30

Serviço
Cineclube Telas Abertas – Mostra “Serei Porque Somos”
Quando: 10 a 13 de dezembro, às 18h30
Local: Vila das Artes – Rua 24 de Maio, 1221, Centro
Mais informações: (85) 3105.1404

Cineclube Telas Abertas de dezembro apresenta mostra sobre o cinema negro e suas gerações

Mostra “Serei Porque Fomos”, com curadoria de Bruno Galindo, ocorre entre os dias 10 e 13 de dezembro

Do lado direito da imagem um mulher negra com flores na cabeça segura uma fotografia  enquanto uma grande borboleta de asas vermelhas está a frente em primeiro plano e as informações do evento estão à esquerda

A Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes divulga programação do cineclube Telas Abertas de dezembro. A mostra “Serei Porque Fomos”, com curadoria de Bruno Galindo, ocorrerá entre os dias 10 e 13 de dezembro, às 18h30, na Vila das Artes.

Esta é a sexta e última mostra do cineclube Telas Abertas de 2018. A convocatória selecionou seis propostas de curadoria para exibição, na Vila das Artes, que ocorreram ao longo deste ano, finalizando o projeto neste mês. Confira as mostras selecionadas no link.

“Serei Porque Fomos” fala do cinema negro como meio de relação com o mundo em diferentes gerações. A mostra propõe construir um recorte do cinema negro brasileiro, não somente enquanto cinema produzido e mobilizado por pessoas negras, mas também, na análise sobre como cada cineasta, dentro de sua própria geração, absorve e reorganiza estéticas e códigos na representação cronológica das vivências negras.

A mostra é dividida em quatro eixos temáticos, onde serão exibidos curtas que dialogam com cada tema. No dia 10/12, a sessão “Heranças do Corpo” apresentará os filmes “Rapsodia para o Homem Negro”, “Pele Suja Minha Carne”, “Assim” e “Alma no Olho”. Na segunda sessão, intitulada “Heranças da Memória”, realizada no dia 11/12, serão exibidos os curtas “O Dia do Silêncio”, “O Mundo de Dentro”, “Travessia” e “Sample”. A sessão “Heranças da Formação”, no dia 12/12, contará com os filmes “O Moleque”, “O Som do Silêncio”, “Impermeável Pavio Curto” e “Ana”. E na última sessão, chamada “Heranças da Reexistência”, no dia 13/12, as exibições serão de “Aniceto do Império em Dia de Alforria”, “Afronte”, “Nascida para Matar” e “Motriz”.

Bruno Galindo é crítico de cinema, curador e roteirista em formação, escreve para blogs e revistas virtuais sobre cinema e audiovisual, além de ser um dos desenvolvedores do projeto Cine Viela.

Confira a programação:

Sessão “Heranças do Corpo”
Filmes: Rapsodia para o Homem Negro (Dir: Gabriel Martins); Pele Suja Minha Carne (Dir: Bruno Ribeiro); Assim (Dir: Keila Serruya) e Alma no Olho (Dir: Zozimo Bulbul)
Quando: 10/12, às 18h30

Sessão “Heranças da Memória”
Filmes: O Dia do Silêncio (Dir: Clebson Oscar); O Mundo de Dentro (Dir: Adélia Sampaio); Travessia (Dir: Safira Moreira) e Sample (Dir: Ana Julia Travia)
Quando: 11/12, às 18h30

Sessão “Heranças da Formação”
Filmes: O Moleque (Dir: Ary Candido); O Som do Silêncio (Dir: David Aynan); Impermeável Pavio Curto (Dir: Higor Homes) e Ana (Dir: Vitória Felipe)
Quando: 12/12, às 18h30

Sessão “Heranças da Reexistência”
Filmes: Aniceto do Império em Dia de Alforria (Dir: Zozimo Bulbul); Afronte (Dir: Bruno Victor e Marcus Azevedo); Nascida para Matar (Dir: Rogério Henrique Gonçalves) e Motriz (Dir: Tais Amordivino)
Quando: 13/12, às 18h30

Serviço
Cineclube Telas Abertas – Mostra “Serei Porque Somos”
Quando: 10 a 13 de dezembro, às 18h30
Local: Vila das Artes – Rua 24 de Maio, 1221, Centro
Mais informações: (85) 3105.1404