23 de maio de 2021 em Habitação

Habitafor e Caixa mantém ritmo de trabalho no fim de semana para entregar o residencial Maria Alves Carioca

Em três dias de trabalho, 136 beneficiários compareceram e a atividade segue nesta segunda-feira (24/5)


grupo de pessoas posa para a foto
Ana Vitória com os pais, Patrícia Helena e Douglas Fragoso

Os dias de atividades envolvendo as famílias contempladas com moradias no residencial Maria Alves Carioca estão sendo marcados pela organização e rapidez nos processos de vistoria e assinatura de contratos. Com o objetivo de respeitar os protocolos de prevenção à covid-19, os beneficiários foram divididos em turnos com no máximo 36 famílias. Até este domingo (23/05), 136 famílias compareceram para efetivar os procedimentos conduzidos pelas equipes da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) e da Caixa Econômica Federal.

Uma dessas famílias é a da pequena Ana Vitória. Diagnosticada com síndrome de down aos nove meses de idade, o cadastro familiar dela entrou nos critérios de prioridades do extinto Programa Minha Casa, Minha Vida. “Eu já estava cadastrada, mas quando ela nasceu, eu fui orientada a atualizar o cadastro, incluindo a deficiência da minha filha”, explicaram os pais da garota, Patrícia Helena e Douglas Fragoso que, desempregados, vivem atualmente num quarto cedido por familiares.

Viúva há cerca de três anos, dona Maria das Graças Nascimento, 61, se disse muito feliz pela conquista esperada há mais de quatros, após fazer o cadastro habitacional. "Depois de 40 anos de aluguel, vocês não sabem o quanto estou feliz, pois vou poder trazer minha mãe de 90 anos para morar comigo. É tanta alegria que o coração quer sair do peito”, vibrou dona Graça.

Mãe e filhos vão morar sozinhos na nova casac
Paulo Enzo e sua mãe, Aglaice Gentil, viviam em situação de coabitação

Já para dona Aglailce Gentil, mãe do Paulo Enzo, o apartamento vai tirá-la em situação de coabitação imposta pelas dificuldades da pandemia. “Eu morava de aluguel, mas com essa pandemia ficou tudo muito difícil e tive que ir morar com a minha mãe, ou seja, mais de uma família na mesma casa”. Para o pequeno Enzo, a nova casa chega pouco mais de um mês dele ter completado 7 anos. “O meu parabéns foi dia 8 de abril, essa casa é o meu presente”, celebrou o garoto ao lado da mãe.

O secretário do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza, Adail Fontenele, classificou a ação como organizada e ressaltou o empenho das equipes. “Um trabalho bem planejado, seguro e com a dedicação dos servidores da Habitafor e Caixa. Tudo isso aliado à contagiante alegria dos beneficiários ao vistoriar o seu apartamento e assinar o contrato. É a primeira ação do prefeito José Sarto que tem recomendado todo o esforço que a Habitafor possa emprestar neste importante setor que é a Habitação”.
Mais

Apesar do chamamento prévio da Coordenadoria de Programas Sociais (Cops) da Habitafor, cerca de dez beneficiários deixaram de comparecer a essa etapa. Para reforçar o chamado, a equipe da Secretaria retomou os contatos ainda durante o fim de semana. “Sabemos que vários motivos podem levar as famílias a não comparecer e, por isso, estamos fazendo ligações telefônicas durante os intervalos de atendimento direto do próprio residencial”, afirmou a coordenadora da programas sociais Andréa Cialdini. As atividades seguem nesta segunda-feira (24/05).

Habitafor e Caixa mantém ritmo de trabalho no fim de semana para entregar o residencial Maria Alves Carioca

Em três dias de trabalho, 136 beneficiários compareceram e a atividade segue nesta segunda-feira (24/5)

grupo de pessoas posa para a foto
Ana Vitória com os pais, Patrícia Helena e Douglas Fragoso

Os dias de atividades envolvendo as famílias contempladas com moradias no residencial Maria Alves Carioca estão sendo marcados pela organização e rapidez nos processos de vistoria e assinatura de contratos. Com o objetivo de respeitar os protocolos de prevenção à covid-19, os beneficiários foram divididos em turnos com no máximo 36 famílias. Até este domingo (23/05), 136 famílias compareceram para efetivar os procedimentos conduzidos pelas equipes da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) e da Caixa Econômica Federal.

Uma dessas famílias é a da pequena Ana Vitória. Diagnosticada com síndrome de down aos nove meses de idade, o cadastro familiar dela entrou nos critérios de prioridades do extinto Programa Minha Casa, Minha Vida. “Eu já estava cadastrada, mas quando ela nasceu, eu fui orientada a atualizar o cadastro, incluindo a deficiência da minha filha”, explicaram os pais da garota, Patrícia Helena e Douglas Fragoso que, desempregados, vivem atualmente num quarto cedido por familiares.

Viúva há cerca de três anos, dona Maria das Graças Nascimento, 61, se disse muito feliz pela conquista esperada há mais de quatros, após fazer o cadastro habitacional. "Depois de 40 anos de aluguel, vocês não sabem o quanto estou feliz, pois vou poder trazer minha mãe de 90 anos para morar comigo. É tanta alegria que o coração quer sair do peito”, vibrou dona Graça.

Mãe e filhos vão morar sozinhos na nova casac
Paulo Enzo e sua mãe, Aglaice Gentil, viviam em situação de coabitação

Já para dona Aglailce Gentil, mãe do Paulo Enzo, o apartamento vai tirá-la em situação de coabitação imposta pelas dificuldades da pandemia. “Eu morava de aluguel, mas com essa pandemia ficou tudo muito difícil e tive que ir morar com a minha mãe, ou seja, mais de uma família na mesma casa”. Para o pequeno Enzo, a nova casa chega pouco mais de um mês dele ter completado 7 anos. “O meu parabéns foi dia 8 de abril, essa casa é o meu presente”, celebrou o garoto ao lado da mãe.

O secretário do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza, Adail Fontenele, classificou a ação como organizada e ressaltou o empenho das equipes. “Um trabalho bem planejado, seguro e com a dedicação dos servidores da Habitafor e Caixa. Tudo isso aliado à contagiante alegria dos beneficiários ao vistoriar o seu apartamento e assinar o contrato. É a primeira ação do prefeito José Sarto que tem recomendado todo o esforço que a Habitafor possa emprestar neste importante setor que é a Habitação”.
Mais

Apesar do chamamento prévio da Coordenadoria de Programas Sociais (Cops) da Habitafor, cerca de dez beneficiários deixaram de comparecer a essa etapa. Para reforçar o chamado, a equipe da Secretaria retomou os contatos ainda durante o fim de semana. “Sabemos que vários motivos podem levar as famílias a não comparecer e, por isso, estamos fazendo ligações telefônicas durante os intervalos de atendimento direto do próprio residencial”, afirmou a coordenadora da programas sociais Andréa Cialdini. As atividades seguem nesta segunda-feira (24/05).