O projeto Bike sem Barreiras, realizado pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), em parceria com a Uninassau, terá mais uma edição aberta à população neste sábado (05/03). O objetivo é contribuir para a promoção de lazer e inclusão a pessoas com mobilidade reduzida, deficientes físicos ou autistas.

Os interessados devem comparecer, de 8 às 12h, na Praia de Iracema, e apresentar documento de identificação com foto. A tenda do programa funciona ao lado do Centro Cultural Belchior e em frente ao projeto Praia Acessível.

São três modelos diferentes de bicicletas adaptadas. Uma handbike, que é um triciclo adaptado para ser pedalado com as mãos; uma bicicleta dupla, pedalada por uma pessoa com deficiência visual e pelo monitor ou acompanhante; e a 'The Duet', uma bicicleta adaptada com uma cadeira de rodas no lugar da roda dianteira, voltada para usuários com tetraplegia ou deficiência múltipla com até 120 quilos.

Rota Acessível

O Bike sem Barreiras faz parte do projeto-piloto Rota Acessível. Idealizado pela Coordenadoria Especial da Pessoa com Deficiência (Copedef), vinculado à Secretaria dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS), em parceria com a Secretaria Municipal da Gestão Regional (Seger), a iniciativa é um projeto de configuração de rotas totalmente acessíveis, que podem ser utilizadas por pessoas com diferentes deficiências.

Para a estruturação do projeto, estão sendo implementadas melhorias para tornar a Capital mais acessível, inicialmente no primeiro trecho da rota, que vai do Mercado dos Peixes (Meireles) ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Praia de Iracema). A adaptação inclui calçadas largas, rampas de acesso, trânsito calmo e sinalização adequada.

Conforme o titular da Copedef, Emerson Damasceno, essas iniciativas vêm buscando incluir também uma parcela dos mais de 200 mil fortalezenses que têm algum tipo de deficiência. “Por isso, a nossa coordenadoria vem trabalhando de forma incansável para eliminar as barreiras ainda existentes, que retiram das pessoas com deficiência uma condição de igualdade. Queremos tornar os espaços públicos mais acessíveis, garantindo lazer, desporto e demais direitos às PCDs”.

Publicado em Mobilidade
Bike
O Bike sem Barreiras permite inclusão, lazer e aproveitamento do espaço público de Fortaleza

A psicóloga Hermania Queiroz não pedalava há 20 anos. Deficiente visual, a atividade estava presente apenas na lembrança dos tempos em que brincava e andava de bicicleta no quintal da avó. Essa realidade mudou há dois meses, quando o Bike sem Barreiras começou a ser realizado na Capital. "Como eu conhecia o espaço do quintal, que era uma reta, eu podia pedalar sozinha, mas faz muito tempo isso. Esse projeto é uma oportunidade de lazer e inclusão, espero que todos como eu possam aproveitar", afirma. O Bike sem Barreiras chegou a Fortaleza por meio de uma parceria da Uninassau com a Prefeitura, por meio da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC). Com cinco edições já realizadas, a iniciativa evidencia, neste 03 de dezembro, Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, uma nova realidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida por meio das bikes.

O projeto ocorre quinzenalmente e permite que essas pessoas possam passear e aproveitar o espaço público da Cidade. "Se Fortaleza é referência no uso da bicicleta, a ideia é incluir todos interessados, sem distinção, à prática de esporte e lazer", destaca a superintendente da AMC, Juliana Coelho.

São três modelos diferentes de bicicletas adaptadas. Uma handbike, que é um triciclo adaptado para ser pedalado com as mãos; uma bicicleta dupla, pedalada por uma pessoa com deficiência visual e pelo monitor ou acompanhante; e a 'The Duet', uma bicicleta adaptada com uma cadeira de rodas no lugar da roda dianteira, voltada para usuários com tetraplegia ou deficiência múltipla com até 120 quilos.

Os usuários contam com o suporte de profissionais e alunos do curso de fisioterapia da Uninassau, disponíveis para orientá-los e, quando necessário, conduzir as bicicletas. “Queremos continuar despertando nas pessoas com baixa ou nenhuma mobilidade o prazer em participar de uma atividade de lazer, que neste caso é andar de bicicleta. É gratificante podermos proporcionar a estas pessoas momentos de lazer com qualidade e gratuitamente”, destaca o reitor da Uninassau Fortaleza, Marcus Pontes.

Pessoas com Transtorno do Espectro Autista também podem participar. A tenda do Bike sem Barreiras funciona ao lado do Centro Cultural Belchior e em frente ao projeto Praia Acessível. Para participar, o cadastro deve ser realizado diretamente no local e nos dias do evento. A próxima edição será no dia 11 de dezembro, de 9h às 13h.

Rota Acessível

O Bike sem Barreiras faz parte do projeto-piloto Rota Acessível. Idealizado pela Coordenadoria Especial da Pessoa com Deficiência (Copedef), vinculado à Secretaria dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS), em parceria com a Secretaria Municipal da Gestão Regional (Seger), a iniciativa é um projeto de configuração de rotas totalmente acessíveis, que podem ser utilizadas por pessoas com diferentes deficiências. Para a estruturação do projeto, estão sendo implementadas melhorias para tornar a Capital mais acessível, inicialmente no primeiro trecho da rota, que vai do Mercado dos Peixes (Meireles) ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Praia de Iracema). A adaptação inclui calçadas largas, rampas de acesso, trânsito calmo e sinalização adequada.

Conforme o titular da Copedef, Emerson Damasceno, o projeto-piloto Rota Acessível faz parte da busca pela certificação internacional, a Organização Internacional de Padronização (ISO) 21902, que é um padrão internacional com as melhores práticas para que todas as pessoas possam desfrutar do turismo em igualdade.

Emerson ressalta, ainda, a importância de uma política coordenada e integralizada entre diversos atores da gestão municipal. O objetivo principal é garantir cada vez menos barreiras e o protagonismo da pessoa com deficiência em sociedade. “Uma cidade se torna cada vez mais justa e inclusiva quando todos os seus atores participam dela, por isso mesmo as políticas públicas atuais trabalham e focam na riqueza que é uma sociedade múltipla e diversa”.

Publicado em Mobilidade

A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), celebra mais de 29 mil usuários beneficiados com o cartão gratuidade para pessoas com deficiência (PcDs) no transporte público coletivo urbano. Neste Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, 21 de setembro, a Etufor comemora o direito de ir e vir gratuito de 29.822 pessoas com deficiência que utilizam o cartão no transporte público garantido pela Lei complementar Nº 57/2008.

De acordo com a Diretoria de Acessibilidade, Sustentabilidade e Inclusão Social (Diasis) da Etufor, 75,5% utilizam o cartão com acompanhante, ou seja, 22.528 usuários podem utilizar o cartão com direito a acompanhante, caso a presença do mesmo seja imprescindível. Entre os beneficiados, a maior quantidade de cartões emitidos é para pessoas com deficiência mental/intelectual (15.431), seguido de deficiência física (8.260); visual (2.238), auditiva (2.298) e múltipla (1.595).

Para celebrar o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, no próximo sábado (25/09), quinze pessoas com deficiências beneficiadas com o cartão gratuidade, emitido pela Etufor, vão conhecer o projeto Praia Acessível, na Praia de Iracema. O evento faz parte das atividades articuladas pela Coordenadoria Especial da Pessoa com Deficiência (Copedef), vinculada à Secretaria Municipal dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS)

Novos cartões

Para solicitar, é necessário agendar o atendimento presencial na sede da Etufor ou ser representado por responsável legal para verificar se atende aos pré-requisitos para ser contemplado. Os possíveis beneficiários devem procurar a Diretoria de Acessibilidade, Sustentabilidade e Inclusão Social (Diasis), que é responsável pelo processo de inscrição, avaliação do requerimento, cadastro de beneficiários, expedição e entrega dos cartões, bem como revalidação do benefício. O cartão Gratuidade tem validade de um ano.

Renovação de cartões antigos 

A renovação anual de cartões já emitidos está suspensa neste período de pandemia, pois os mesmos não estão sendo bloqueados por validade. Já a solicitação de 1ª via e o desbloqueio por uso indevido podem ser realizadas mediante agendamento por telefone ou pelo site http://etuforweb.fortaleza.ce.gov.br

Confira a Documentação Necessária




Publicado em Mobilidade

A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e da Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP), realiza nesta quinta-feira (21/02), das 13h às 16h30, o 1º Fórum Temático de Síndrome de Down – em busca da equidade social, com objetivo de estimular o desenvolvimento integral das pessoas com síndrome de down, bem como a valorização dessa população e sua inclusão na sociedade. O evento é aberto ao público e contará com a presença de profissionais da área de saúde, educação, trabalho e jurídica. Tem a parceria da Sociedade Cearense de Pediatria, Associação Fortaleza Down e Empoderamento Down.

Na ocasião, serão realizadas três oficinas temáticas abordando: assistência a crianças com Down, escola inclusiva e trabalho para pessoas com síndrome de Down. De acordo com a Dra. Anamaria Cavalcante, da coordenadoria de Ensino, Pesquisa e Programas Especiais (CEPPES), o fórum será um espaço para chamar a atenção da sociedade civil e organizada, para essas crianças, jovens e adultos com síndrome de down que ainda hoje são muito estigmatizados. “Nós nos sensibilizamos com essa questão e esperamos que deste encontro tenhamos propostas de soluções de como melhor atender esse público, trazendo mudanças e impactos nesse cenário”, ressalta.

A síndrome de Down, chamada de trissomia 21, é uma condição genética que leva a características físicas singulares e propensão a algumas doenças. Ela é causada por um cromossomo extra no par 21. Embora apresentem deficiências intelectuais e de aprendizado, pessoas com síndrome de Down têm personalidade única, estabelecem boa comunicação e também são sensíveis e interessantes. Quase sempre, quanto maior o estímulo dado a essas crianças durante a infância, menor o "grau" de presença dos sintomas.

PROGRAMAÇÃO:

13h – Exposição de telas e totens na praça da ESP/CE com música ao vivo
13h – Entrega das fitas para dividir os grupos às Oficinas temáticas
13h30min – Abertura: Dra. Ana Maria Cavalcante
13h40min – Acolhida
13h50min – Apresentação artística/dança
14h10min – Apresentação teatral: “Meu filho nasceu com Down. E agora?”
14h30min – Orientações às oficinas temáticas
14h40min – Oficinas temáticas, conforme as cores: Saúde (Vermelho); Educação (Verde); Trabalho (Azul)
16h – Apresentação do produto de cada grupo
16h30min – Encerramento

Serviço
Data: 21 de março de 2019
Horário: 13h às 16h30
Local: Auditório Central da ESP/CE
Endereço: Av. Antônio Justa, 3161 - Meireles

Publicado em Saúde