Como parte da programação do Maio Amarelo, a Prefeitura de Fortaleza realiza, entre os dias 8 e 10 deste mês, ação educativa no Instituto Dr. José Frota (IJF) para conscientizar pacientes, acompanhantes e colabores do hospital acerca do alto índice de mortes e feridos no trânsito. A mobilização será realizada pela Gerência de Educação da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), com apoio da Iniciativa Bloomberg de Segurança Viária.
 
A principal atividade ocorrerá nesta quarta-feira (09/06). No período da manhã, a partir de 9 horas, haverá um momento lúdico com as crianças internadas e seus familiares na unidade infantil. À tarde, às 15 horas, acontecerá uma palestra sobre violência no trânsito e condução segura ministrada por agentes do órgão. A intenção é reduzir a reincidência de motociclistas que voltam a se internar da unidade, depois de sofrerem novos acidentes.
 
O seminário será direcionado a motociclistas, que são considerados os usuários mais lesionados no trânsito da cidade e continuam sendo a maioria dos pacientes atendidos no IJF. Na oportunidade, os palestrantes orientarão sobre comportamento prudente e a importância do uso de equipamentos de segurança.
 
Apesar da redução no número de mortes no ano passado, que caiu de 281 para 256, quando comparado com 2016, os condutores de motocicletas e seus respectivos passageiros ainda são as principais vítimas fatais. Segundo dados de 2017, 50% dos óbitos correspondem a ocupantes de motocicletas.
 
História do Maio Amarelo 

O movimento teve início por iniciativa do Observatório Nacional de Segurança Viária e desde então vem ganhando adeptos não só no Brasil, mas também em outros países. Assim como o “Outubro Rosa” e o “Novembro Azul” que tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “Maio Amarelo” procura estimular ações voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e à avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito. A Prefeitura de Fortaleza é signatária do movimento desde 2015.
 
 
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Esquina
Projeto consiste em renovar a sinalização horizontal nas áreas de esquina que têm registrado alto índice de acidentes

Um novo levantamento realizado pela Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) mostra que o projeto Esquina Segura está alcançando o seu objetivo: salvar vidas. Exemplo disso é que o número de acidentes com vítima teve redução de, em média, 57% nos locais contemplados com a intervenção, garantindo mais segurança aos condutores e pedestres que se deslocam diariamente pela cidade.

Segundo dados do órgão de trânsito, numa comparação mais abrangente e robusta, o estudo indicou uma redução de mais da metade de acidentes com vítima em análise realizada considerando uma amostra de 55 esquinas contempladas pelo projeto. Em consonância com esse resultado, o quantitativo de acidentes gerais também diminuiu em 30%.

“O nosso esforço em sinalizar os cruzamentos e fiscalizá-los tem promovido uma mudança de cultura nos condutores e respeito às normas de circulação viária. Essas áreas de esquina estão mais livres e permitem que o motorista tenha uma melhor visibilidade ao cruzar a via, evitando riscos de acidentes”, avalia o superintendente da AMC, Arcelino Lima.

A análise considerou grupos de comparação visando a isolar o efeito da “Esquina Segura”, que teve sua eficiência comprovada estatisticamente. O período de análise de dados para cada interseção foi de nove a seis meses após a implantação do projeto e o igual período do ano anterior.

A maior variação percebida foi no cruzamento das ruas Amadeu Furtado e Gustavo Sampaio, na Aldeota. Comparando os meses de abril a dezembro de 2016 e 2017, esse cruzamento teve redução de nove acidentes com vítima. De acordo com Luiz Alberto Saboia, secretário-executivo de Conservação e Serviços Públicos, esse é mais um esforço da política de segurança viária da Prefeitura de Fortaleza para garantir aos usuários uma visibilidade adequada em áreas de esquina e consequentemente uma travessia segura.

“Estamos avançando ao implantar uma tolerância zero para quem comete esse tipo de irregularidade, que compromete a visibilidade do motorista e oferece graves riscos. A tendência é que o quantitativo de acidentes continue reduzindo e cruzamentos com alta taxa de acidentalidade viária se tornem mais seguros”, pontua o gestor.

Esquina Segura
“Esquina Segura” é uma das medidas anunciadas pelo prefeito Roberto Cláudio para um trânsito mais seguro. O projeto, que tem apoio da Iniciativa Bloomberg de Segurança Viária Global, consiste em renovar a sinalização horizontal nas áreas de esquina que têm registrado alto índice de acidentes com marcas de canalização e tachões, além de reforço na fiscalização. Desde o início da operação, que começou em março do ano passado, 188 esquinas já foram sinalizadas. Uma média de 280 veículos são rebocados mensalmente.

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Em atendimento à solicitação da população, a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) implantou um novo semáforo para pedestres na Av. Rogaciano Leite próximo à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e ao Lar São Francisco de Assis, instituição que acolhe idosos. O equipamento objetiva facilitar e promover uma travessia segura.

A necessidade de um semáforo foi constatada após a realização de um estudo técnico que verificou grande volume de pedestres e circulação intensa de transporte público no local. 

Ao ser acionado pela botoeira sonora, o semáforo garante que os pedestres possam realizar a travessia com mais segurança, evitando conflitos e riscos de acidentes. Com a medida, Fortaleza passa a contar com 852 semáforos em toda a cidade.

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Para viabilizar a readequação do pavimento na Av. Aguanambi, no trecho compreendido entre a rotatória e a Rua Bartolomeu de Gusmão, a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) comunica aos condutores que trafegam no sentido Centro/Borges de Melo que devem utilizar o contrafluxo após passar pela rotatória. A intervenção deve durar 15 dias e contará com o suporte operacional dos agentes de trânsito, a partir deste sábado (07/04). 

O motorista que costumava dobrar à direita na Rua Bartolomeu de Gusmão para acessar à rodoviária deve optar por utilizar a Av. Eduardo Girão ou então seguir o seguinte desvio: entrar à direita na Av. Borges de Melo, à direita na Travessa Ipitanga, à direita novamente na Rua Professor Guilhon, à esquerda na Aguanambi (contrafluxo) e à esquerda na Rua Bartolomeu de Gusmão. 

Segundo a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), as linhas que vêm da rotatória e pegavam a Rua Bartolomeu de Gusmão devem seguir o desvio proposto pela AMC. 

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A Superintendência do Instituto Doutor José Frota (IJF) apresentou, nesta quarta-feira (28/03), o balanço do acolhimento de vítimas de ocorrências no trânsito na Emergência do hospital, em 2017. Entre janeiro e dezembro do ano passado, 15.023 pacientes foram socorridos na unidade por conta de quedas, atropelamentos e colisões em vias públicas. O quantitativo representa uma redução de 28% nas ocorrências, em comparação com os casos registrados no ano de 2014, quando 20.892 pessoas chegaram ao hospital pelos mesmos motivos.

De acordo com a Superintendência do principal centro médico de alta complexidade da Prefeitura de Fortaleza, a tendência de diminuição observada nos últimos anos, vem se evidenciando, principalmente, entre os motociclistas, os mais numerosos entre as vítimas do trânsito. Em 2014, o IJF chegou a receber 13.120 condutores e passageiros de moto. Já em 2017, a Emergência recebeu 8.597 pacientes. Uma redução de 34%.

Tabela de acolhimentos durante os anos de 2014, 2015, 2016 e 2017.

Para os profissionais do hospital, as intervenções urbanas e as ações de educação e fiscalização promovidas pela gestão municipal, assim como também a maior conscientização dos condutores e pedestres para o respeito às normas de convivência no trânsito, têm impacto direto na melhoria dos serviços em saúde, principalmente em unidades que concentram um elevado número de usuários, como o IJF, referência regional no tratamento de traumas e lesões vasculares graves, queimaduras e intoxicações.

O controle do número de acolhimentos resulta no melhor gerenciamento dos leitos e do Centro Cirúrgico, na melhor priorização do atendimento aos idosos e crianças e em mais segurança na atenção ao paciente e na atuação dos profissionais.

Semana Santa
A divulgação do balanço de atendimentos às vítimas do trânsito no IJF ocorre, intencionalmente, na véspera do período de celebração da Semana Santa, com o objetivo de chamar a atenção da população para a necessidade de uma conduta mais responsável, mesmo em momentos de comemoração. Historicamente, o número de atendimentos no período é relativamente maior que nas demais datas comemorativas. Desde o último dia 19 de março, a direção do IJF adotou um plano de contingência para o feriadão, que deverá permanecer até o próximo dia 6 de abril. A força tarefa está concentrada na realização de procedimentos, cirurgias e avaliações médicas para dinamizar a circulação de leitos.

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A Prefeitura de Fortaleza está concluindo a capacitação de novos orientadores de tráfego para auxiliarem nas ações de disciplinamento de trânsito em suporte aos agentes da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) no entorno de obras e eventos. Ao final da qualificação, 30 alunos estarão aptos a serem contratados para exercerem função de indispensável importância na mobilidade da Cidade: controlar a operação e dar apoio nos principais polos geradores de tráfego.

Ministrado por uma equipe de instrutores experientes do próprio órgão, o curso tem carga horária de 20 horas/aula e tem como objetivo capacitar e formar orientadores que possam intervir no trânsito promovendo a segurança e mobilidade dos cidadãos. A qualificação faz parte do projeto “Operação Cidadã”.

Durante o treinamento, foi realizada uma parte teórica na qual foram repassadas as principais normas de circulação e legislação de trânsito. Em um segundo momento, eles vivenciaram na prática as intervenções a serem realizadas nas vias. 

Os orientadores são da empresa VPX e podem ser contratados para atuar no entorno de empreendimentos, obras e eventos ou até mesmo em outros locais que atraem ou produzem grande número de viagens, seguindo o plano operacional elaborado pela AMC e sob a supervisão do órgão. 

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Viabilizando a implantação do novo modelo de estacionamento rotativo, a Prefeitura de Fortaleza comunica que se encontra aberto Chamamento Público para o credenciamento de empresas interessadas na distribuição do Cartão Azul Digital (CAD). Os interessados deverão apresentar toda a documentação exigida até às 16h30 do dia 28 de março e atender às exigências previstas no edital.

Confira aqui o edital na íntegra

A modernização do sistema contempla tecnologia que vai permitir mais segurança e comodidade aos usuários do serviço. Em vez dos cartões já usuais, os condutores poderão adquirir os créditos por meio de plataforma digital que estará disponível em maio. Segundo o superintendente da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), Arcelino Lima, a opção eletrônica é mais fácil para os cidadãos porque possibilita um acesso seguro, evita fraudes e preços exorbitantes.

As empresas credenciadas desenvolverão aplicativos a serem disponibilizados gratuitamente. Dentre as facilidades, o APP deverá indicar a quantidade de créditos, o tempo restante de estacionamento pago e ainda produzir alarme para avisar que o período está terminando dando a oportunidade que o usuário faça a renovação à distância caso o tempo possa ser estendido.

Quem não possui smartphone ou tenha dificuldade no acesso à internet terá a opção de comprar o Cartão Azul Digital (CAD) nos pontos de venda credenciados devidamente padronizados que estarão conectados à rede. O agente de trânsito, por sua vez, vai dispor de um sistema que informará se o veículo pagou pela hora de estacionamento na sua vaga.

As empresas credenciadas poderão negociar livremente com os usuários as formas de pagamento desde que não exceda o valor de R$ 2,00. Todo o gerenciamento da Zona Azul continua sendo responsabilidade da AMC, que irá monitorar e supervisionar os serviços prestados pelas empresas.

 

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Representantes do poder público, de universidades, da indústria, do comércio, do esporte, de igrejas e grupos religiosos voltam a se reunir nesta quinta-feira (08/03) na Universidade de Fortaleza (Unifor) para discutir os conceitos de “visão zero” e de “sistema viário seguro” que vem ganhando adeptos em diversas cidades e países ao redor do mundo. O II Fórum do Observatório de Segurança Viária é organizado pela Prefeitura de Fortaleza, com apoio da Unifor e da Iniciativa Bloomberg de Segurança Viária Global, por meio da WRI Brasil.

O evento traz pela primeira vez a Fortaleza as especialistas em segurança viária Claudia Adriazola e Anne Eriksson, naturais do Peru e da Dinamarca, respectivamente, e referências globais na elaboração de planos de segurança viária que buscam determinar metas e responsabilidades para prevenir mortes e feridos no trânsito. O Observatório de Segurança Viária foi anunciado em junho do ano passado pela reitora da Unifor, Fátima Veras, e pelo prefeito Roberto Cláudio como uma parceria entre poder público e academia para aproximar representantes de diversos setores da sociedade civil para apresentação de melhores práticas e o engajamento no combate ao elevado número de acidentes de trânsito.

“O nosso entendimento é de que essa é uma batalha que precisa de reforços de todos os setores da sociedade – quanto mais cedo todos perceberem que esse é um desafio comum, antes vamos conseguir colher resultados, principalmente salvar vidas”, explica o secretário executivo de Conservação e Serviços Públicos da Prefeitura de Fortaleza, Luiz Alberto Sabóia. O I Fórum do Observatório foi realizado em outubro de 2017 com a participação da PhD em psicologia no trânsito e gerente mundial da Global Road Safety Partnership (GRSP, na sigla em inglês), Judy Fleiter.

O professor Vasco Furtado, Diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Unifor, considera que o segundo Fórum consolida a posição da Unifor como protagonista na busca de soluções para problemas sociais. “Trata-se de mais um exemplo de como as pesquisas desenvolvidas na Unifor estão em sintonia com os mais importantes temas da sociedade cearense”, ressaltou.

As especialistas

Claudia Adriazola é diretora global do Programa Saúde e Segurança Viária do World Resources Institute (WRI, na sigla em inglês) e se dedica a estudar os impactos que o transporte e o desenvolvimento urbano têm sobre a saúde pública, além de soluções para melhorar a segurança do trânsito, a qualidade do ar, a atividade física e a qualidade de vida. Ao longo dos últimos anos ocupou diferentes cargos gerenciais no setor público do Governo do Peru, sempre relacionados à segurança e a mobilidade sustentável.

Anne Eriksson se dedica desde 1999 à segurança viária, especialmente de ciclistas e pedestres, nas cidades de Copenhague e Gladsaxe, na Dinamarca. Ela participou da elaboração do plano de segurança viária de Copenhague e hoje trabalha na Danish Road Directorate, agência do Ministério dos Transportes dinamarquês. Ela também é auditora de Segurança Viária certificada e conferencista convidada da Universidade Técnica da Dinamarca. Anne também já atuou em diversos projetos de Segurança Viária no trânsito no exterior, inclusive na América do Sul.

Sistemas Viários Seguros e a ‘Visão Zero’

O conceito de Sistemas Viários seguros foi apresentado pela primeira vez na Europa, durante a década de 1990 e desde então vem ganhando adeptos em diversos países do continente, além da Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Estados Unidos e Colômbia, além de vários outros. A cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, também anunciou na mesma época, a adoção do conceito de que os sistemas viários devem prever que todos os usuários, condutores ou não, são suscetíveis de erros no trânsito que podem levar à acidentes, com mortos e feridos. A partir dessa premissa, toda a lógica de desenho das ruas, fiscalização e mesmo de responsabilidade do poder público e sociedade civil passa a ser orientada para evitar os conflitos nas ruas que, potencialmente, podem gerar vítimas.

Em diversos países onde esse entendimento foi adotado e a gestão do trânsito foi aperfeiçoada, as sociedades também adotaram a ideia de “visão zero” em que nenhuma morte relacionada ao trânsito pode ser tolerada ou encarada como uma “fatalidade” e sim como uma falha no sistema. “Em qualquer lugar do mundo as pessoas cometem erros no trânsito, mas isso não quer dizer que elas devam pagar com a própria vida ou tirar a vida de outros. Essa é a ideia principal desses novos conceitos. A intenção é que essas discussões ganhem adeptos e que possamos adaptar essa lógica para a nossa realidade” explica Dante Rosado, coordenador da Iniciativa Bloomberg de Segurança Viária Global em Fortaleza.

O que é o Observatório de Segurança Viária

Iniciativa da Unifor e da Prefeitura de Fortaleza, o Observatório de Segurança Viária busca criar não apenas um fórum de discussão de desafios e soluções com participação do poder público, universidades e de diversos setores da sociedade civil, mas também um canal virtual de compartilhamento de dados relativos aos acidentes de trânsito em Fortaleza.

O objetivo do Observatório de Segurança Viária, que conta com apoio da Parceria Global pela Segurança Viária, da Cruz Vermelha Internacional e da Iniciativa Bloomberg de Segurança Viária Global, é dar transparência ao tema, compartilhar informações sobre a mortalidade e morbidade no trânsito, para promover a conscientização da população, tanto sobre a dimensão do problema, quanto sobre a possibilidade de prevenção dos acidentes.

Serviço
2º Fórum do Observatório de Segurança Viária de Fortaleza
Local: Auditório A3 - Av. Washington Soares, 1321, Edson Queiroz
Data: 08/03/2018 (quinta-feira)
Horário: 14h às 17h

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Intensificando o compromisso em preservar vidas e garantir a segurança viária, a Prefeitura de Fortaleza não registrou nenhum acidente fatal durante o período carnavalesco nas vias municipais. De acordo com balanço realizado pela Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), 155 ocorrências foram registradas entre sábado e quarta-feira (14/02). Mais da metade dos acidentes não teve vítima.

Para o superintendente do órgão, Arcelino Lima, a ausência de óbito é reflexo de um trabalho intenso de ações educativas, operação e fiscalização. “O nosso esforço em evitar mortes no trânsito é contínuo. Agentes nas ruas disciplinam diariamente o tráfego, coibindo o cometimento de infrações e de práticas arriscadas, que implicam em acidentes com alto índice de severidade”, explica.

Para o Carnaval deste ano, a AMC montou uma forte operação de trânsito com bloqueios viários, além das blitze nas proximidades dos eventos. Nas ações de fiscalização com foco na Lei Seca, foram abordados 545 veículos. O órgão autuou 28 condutores que se recusaram a fazer o teste e removeu 12 veículos por estarem com o licenciamento atrasado.

Redução de mortes
Não é apenas no feriado que o número de mortes tem reduzido. Segundo o Relatório Anual de Segurança Viária, pela primeira vez em 15 anos a taxa de óbitos registrada na Cidade foi abaixo de 300. Em 2016, 281 pessoas morreram vítimas de acidentes de trânsito, 27% a menos que em 2011.

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Aplicativo
Usuários podem registrar acidentes sem vítimas, consultar dados referentes aos investimentos no trânsito, além de recorrer de uma multa
O aplicativo “AMC Móvel”, gerenciado pela Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania, já cadastrou mais de 6 mil usuários em seu primeiro mês de funcionamento. Foram realizados 6.635 downloads, sendo 5.254 pelo sistema operacional Android e 1.381 pelo iOS. A medida aproxima o órgão da população e facilita os serviços, promovendo uma resolutividade mais rápida. 
 
Por meio da plataforma, os usuários podem registrar acidentes sem vítimas, consultar dados referentes aos investimentos no trânsito, além de recorrer de uma multa ou verificar se o seu veículo foi rebocado em operações cotidianas desenvolvidas pelo órgão. Fortaleza é a primeira Capital a utilizar um aplicativo que atende a todas essas demandas. 
 
Um dos principais serviços disponíveis é o Boletim de Acidente de Trânsito Eletrônico Unificado de Fortaleza (BATEU). Após ter o seu veículo envolvido em um acidente sem vítima, o condutor deve baixar o aplicativo. Em seguida, cadastrar seus dados e preencher o passo a passo do procedimento, informando um breve relato da ocorrência e anexando as imagens necessárias retiradas no momento da colisão. Ao preencher as informações exigidas, a via deve ser desobstruída imediatamente.
 
Uma vez instalado o aplicativo, o usuário terá a opção de preencher as informações no modo offline, a fim de que sejam enviadas no momento em que o dispositivo conectar-se à internet. Quem desejar registrar o acidente posteriormente, deve fazer em um prazo de até 30 dias após a colisão pelo site centralamc.com.br. 
 
De acordo com a Portaria 306/201, publicada no Diário Oficial do Município do dia 22 de dezembro, os dados lançados pelo aplicativo serão analisados por técnicos da AMC que avaliarão sua consistência e liberarão sua impressão em sítio eletrônico em até cinco dias úteis, podendo ser usado pela seguradora e usado como prova em ações judiciais.
 
“A grande importância do aplicativo é a transparência e a facilidade no acesso. Estaremos simplificando o processo e dando segurança sobre o registro da ocorrência. Sem dúvida, é um grande avanço para a cidade de Fortaleza, que atualiza o seu protocolo de atendimento a acidentes e vem sendo pioneira ao lançar uma ferramenta que engloba diversos serviços”, explica o superintendente da AMC, Arcelino Lima. 
 
Como a mudança exige a compreensão dos motoristas, haverá um período de adaptação em que os próprios agentes darão suporte e incentivarão a adoção da plataforma, que já está em vigor.  
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