As quase 5.000 famílias que moram no residencial Alameda das Palmeiras, no bairro Ancuri (Regional 6), estão sendo beneficiadas pelas ações do trabalho social coordenado pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor). Em junho, pelo menos seis diferentes iniciativas vão se repetir gerando atividades o mês inteiro.

Os moradores terão acesso a oficinas a respeito do uso consciente de água e energia elétrica, bem como capacitações sobre a conservação do imóvel e práticas de boa convivência. Também ocorrerão formações acerca da preservação do meio ambiente que fazem ligação com a oficina sobre coleta seletiva de lixo ocorrida no início do mês.

As equipes farão ainda plantões sociais pelos quais as famílias recebem atendimentos individualizados, além de encaminhamentos e orientações, principalmente em relação aos benefícios e serviços sociais ofertados pelo poder público. Ocorrerá ainda uma atividade voltada para os jovens intitulada de Juventude Saudável.

A assistente social Carol Castelo Branco destaca a participação ativa da comunidade nas ações. “Percebemos os beneficiários cada vez mais participativos e interessados nas ações do Projeto de Trabalho Social. Durante as atividades eles participam ativamente, colocam suas opiniões e questionamentos. Além disso, podemos perceber que muitos já vêm desenvolvendo pensamentos e posicionamentos mais críticos e voltados ao bem comum”.

Calendário de atividades
Oficina de uso consciente de água - 14, 22 e 23/6, às 17h
Oficina de uso consciente de energia elétrica - 17, 24 e 29/6, às 17h
Oficina de uso correto do imóvel e boa convivência - 15 e 16/6, às 17h
Oficina de preservação e conservação do meio ambiente - 18 e 25/6, às 9h
Juventude saudável - 28/6, às 17h
Plantões sociais - 15, 16, 17, 21, 22, 23, 24 e 29, das 13h às 18h

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Pessoas no consultório médico
Os serviços de saúde foram os mais demandados pelos moradores

A retomada do trabalho social no residencial Alameda das Palmeiras (Regional 9) vem gerando inúmeras oportunidades para famílias do empreendimento. Somente no primeiro mês de ações, quase 500 atendimentos foram realizados, com destaque para área da saúde, emissão de documentos, plantões sociais e oficinas de capacitação.

Coordenado por uma equipe multidisciplinar e acompanhado pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor), o trabalho social é uma ferramenta que se baseia na Gestão e Mobilização Social, Educação Ambiental e Patrimonial, além do Desenvolvimento Socioeconômico. No Alameda das Palmeiras, o retorno dessas ações, após as restrições impostas pela pandemia, vem proporcionando vários serviços e oportunidades para os moradores.

De acordo com o primeiro relatório apresentado pelas equipes, os atendimentos em saúde lideraram as ações, especialmente no Dia D, que contou com a parceria da unidade de saúde Acrísio Eufrasino de Pinho, localizado no próprio residencial. Dentre os serviços que mais se destacaram estão o de odontologia, as consultas de rotina e a prevenção ginecológica. Também tiveram destaque a vacinação contra gripe, sarampo e covid-19. Outro benefício bem acessado pelos moradores foi a emissão de documentos e de declarações, principalmente do NIS.

As equipes focaram ainda na capacitação das famílias quanto ao uso racional da água, consumo eficiente de energia elétrica, coleta seletiva de lixo, cuidados com o imóvel e a convivência em comunidade.

“Por conta do isolamento provocado pela pandemia, houve um trabalho de mobilização e ações de fortalecimento de vínculo junto às famílias para a retomada dessas atividades e por isso o sucesso desse primeiro mês de trabalho social no Alameda das Palmeiras”, destaca a assistente social, Hellylane Pinheiro.

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As ações do trabalho social coordenadas pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) estão entrando na rotina no residencial Alameda das Palmeiras, localizado no bairro Ancuri (Regional 6). As primeiras ações serão os plantões sociais que começam nesta semana e a expectativa é que, nos próximos meses, cerca de 500 atividades sejam desenvolvidas junto a famílias do empreendimento.

Para esta semana, estão previstos os plantões sociais que são atendimentos de demandas diversas, a partir da procura espontânea dos moradores. “Com esses plantões sociais, as equipes tiram dúvidas e realizam inscrições para cursos e atividades do projeto, fazem encaminhamentos para as redes socioassistencial e de saúde e também servem de elo para questões relacionadas a direitos e para o acesso a órgãos externos”, explica a assistente social Carolina Castelo Branco.

Além dos plantões sociais, estão previstas para o residencial Alameda das Palmeiras oficinas sobre uso racional de água e energia elétrica, acerca da coleta seletiva de lixo, bem como sobre os cuidados com o imóvel e a convivência em comunidade.

O trabalho social é uma atividade desenvolvida junto aos moradores beneficiados pela política habitacional executada em Fortaleza e as ações acontecem baseadas em quatro eixos principais: Gestão Social, Educação Ambiental e Patrimonial, Mobilização Social e Desenvolvimento Socioeconômico.

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Os participante posaram para a foto de frente ao equipamento
Parceria foi celebrada nesta terça-feira (05/04) com representantes da Prefeitura, da empresa que executa o projeto e de lideranças comunitárias

Uma ação intersetorial entre as secretarias municipais do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) e da Juventude deve proporcionar oportunidades para famílias do residencial Alameda das Palmeiras, localizado no bairro Ancuri (Regional 9). A iniciativa faz parte das ações do projeto de trabalho social desenvolvido pela Habitafor e a parceria foi celebrada, nesta terça-feira (05/04), com a presença de representantes das duas secretarias, da empresa responsável pela execução do projeto e lideranças comunitárias.

Nesta segunda etapa do trabalho social, a ideia é utilizar as instalações da Pracinha da Cultura para a execução de parte das quase 500 atividades previstas. As ações que serão desenvolvidas no Alameda das Palmeiras reúnem iniciativas de capacitação que abrangem os eixos de Educação Ambiental e Patrimonial, Mobilização e Gestão Social e principalmente de Desenvolvimento Socioeconômico.

De acordo com um dos técnicos que acompanha as ações, Alexandre Webber, os trabalhos já começaram com uma espécie de diagnóstico atual das famílias. “A gente já retomou, pois é importante que se veja em que situação a comunidade ficou depois da questão da pandemia e nós teremos duas linhas de ação do trabalho social. Uma será para aqueles que querem empreender, com a realização de cursos, noções de como lidar com a internet e projetar o seu produto, além de cálculos sobre preço de vendas e a outra linha será a da empregabilidade que pode dar acesso ao mercado de trabalho”, observou.

Para a liderança comunitária Cyra Nara Araújo, a retomada do trabalho social é motivo de celebração e de esperança para as famílias. “Estamos muito felizes por essa retomada, pois a gente sabe da importância e relevância disso para a nossa comunidade, principalmente depois da pandemia que gerou vários prejuízos” ressaltou.

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Localizado no mesmo bairro, o equipamento permitirá que os beneficiários do trabalho social participem de ações intersetoriais que integram as áreas da cultura, esporte, lazer, formação, qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais e de inclusão digital. “A Pracinha da Cultura contempla todas as idades com capoeira, ballet, zumba, esportes, oficinas e cursos profissionalizantes e está à disposição para parcerias”, destacou a coordenadora do equipamento, Mariane de Sales.

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Os atendimentos presenciais serão retomados assim que passar o período de quarentena
A divulgação é feita por meio de carro de som e pelas redes sociais

A Prefeitura de Fortaleza vem desenvolvendo, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor), ações de conscientização junto a famílias do Residencial Alameda das Palmeiras, no bairro Pedras (Regional VI). A iniciativa, realizada por meio do trabalho social executado nos conjuntos habitacionais, consiste no reforço de divulgar os cuidados para evitar a contaminação e a proliferação do novo coronavírus.

Embora as atividades com aglomeração tenham sido suspensas no último dia 18 de março, o trabalho social segue com a divulgação de informações por meio de carro de som e pelas redes sociais. "Para continuar presente e garantir uma linguagem mais próxima dos moradores, optamos por ter uma pessoa do próprio residencial realizando a locução com as informações básicas de prevenção à Covid-19 e facilitar o entendimento deles. Além disso, reforçamos publicações nas redes sociais", explicou Carolina Castelo Branco, uma das assistentes sociais responsáveis pelo trabalho no Residencial.

A titular da Habitafor Olinda Marques pediu também o envolvimento das lideranças, dos agentes de cidadania e dos movimentos nesse trabalho de conscientização. "Sabemos da importância dos líderes comunitários e dos movimentos organizados nas comunidades e, por isso, rogo a ajuda de todos para enfrentarmos esse momento difícil", afirmou.

É importante destacar que as principais atitudes para o combate à Covid-19 são o isolamento domiciliar, a higienização das mãos, dos objetos e dos ambientes, além de cuidados especiais com idosos e demais grupos vulneráveis.

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O trabalho social é uma atividade importante e transversal, vinculado aos projetos de Habitação entregues pelo Município por meio do Programa Minha Casa, Minha vida. As ações são baseadas em atividades de mobilização, organização e fortalecimento social, acompanhamento e gestão social, educação ambiental e patrimonial, além do desenvolvimento socioeconômico. Em Fortaleza, o trabalho social já impactou positivamente a vida de quase 20 mil famílias.

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As atividades ocorrem nas áreas comuns do residencial
Somente no Alameda das Palmeiras, cerca de 5 mil famílias serão beneficiadas com o trabalho social

A Prefeitura de Fortaleza realiza neste mês de março, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor), mais uma série de atividades junto a famílias do residencial Alameda das Palmeiras, localizado no bairro Pedras (Regional VI). As ações fazem parte do trabalho social desenvolvido em todos os residenciais entregues pelo Município, através do Programa Minha Casa, Minha vida.

Os trabalhos estão divididos em mais de 50 atividades que vão desde plantões sociais com levantamento de demandas da comunidade, passando por oficinas de educação ambiental e patrimonial, organização social e vida comunitária, além de cursos de qualificação profissional e outros voltados para empreendedorismo. As ações também incluem torneios comunitários de futebol, com a participação de homens e mulheres. 

“Estas ações também permitem uma ampliação constante da integração entre equipe técnica e comunidade, além do fortalecimento dos vínculos comunitários e entre gerações, visto que são ações que unem crianças, adultos e idosos”, observa a assistente social do projeto, Carolina Castelo Branco.

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O trabalho social é uma atividade importante e que é transversal nos projetos vinculados à Habitação. Executado junto aos beneficiários dos programas habitacionais, já impactou positivamente a vida de quase 20 mil famílias, principalmente com formações sobre mobilização, organização e fortalecimento social, acompanhamento e gestão social da intervenção, educação ambiental e patrimonial, além do desenvolvimento socioeconômico.

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Os serviços envolvem profissionais da Saúde, Psicologia e Serviço Social
No total, 4.992 famílias serão beneficiadas com o trabalho social que tem duração de 12 meses

A Prefeitura de Fortaleza segue, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor), com as ações do trabalho social no residencial Alameda das Palmeiras. Para esta semana, estão agendados atendimentos nas áreas da Saúde, Serviço Social e Psicologia.

As atividades seguem até sexta-feira (31/01), com atendimentos psicológicos e sociosassistenciais, nos períodos da manhã e tarde, enquanto os atendimentos médicos, principalmente para hipertensos e diabéticos, ocorrerão pela tarde. Ambos os serviços serão na Rua 411 Quadra 04 Lote 01.

Baseadas no Plano de Desenvolvimento Socioterritorial (PDST), as atividades consistem em promover, junto às famílias beneficiadas com unidades habitacionais, oportunidades de capacitação, conhecimento de seus direitos, além de noções de empreendedorismo, vida saudável e convívio social. “O trabalho social dá legitimidade às famílias, proporciona convívio social adequado e gera oportunidades de emprego e renda, visto que as famílias sem emponderam para criar seus próprios negócios, a partir das capacitações vividas”, destaca a titular da Habitafor, Olinda Marques.

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O trabalho social é uma atividade importante e que é transversal nos projetos vinculados à Habitação. Executado junto aos beneficiários dos programas habitacionais, já impactou positivamente a vida de quase 20 mil famílias, principalmente com formações sobre mobilização, organização e fortalecimento social, acompanhamento e gestão social da intervenção, educação ambiental e patrimonial, além do desenvolvimento socioeconômico.

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secretária em cima de palco falando ao microfone para pessoas assistindo
A ideia é que o trabalho seja desenvolvido durante um ano

A Prefeitura de Fortaleza apresentou a segunda etapa do trabalho social que será desenvolvido junto a famílias que vivem no residencial Alamedas das Palmeiras, no bairro Pedras (Regional VI). A apresentação do Plano de Desenvolvimento Social e Territorial (PDST) ocorreu nesta sexta-feira (13/12) e contou com a presença da titular da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor), Olinda Marques.

O PDST deve ocorrer nos próximos 12 meses, tempo em que o consórcio TPF/Quanta (empresas licitadas) deve desenvolver as mais de 20 atividades principais, além de outras de pequeno porte. Assim como o Projeto de Trabalho Social (PTS) desenvolvido anteriormente com as famílias, as ações dessa segunda fase se baseiam entre três eixos principais: o de mobilização e fortalecimento social, de educação ambiental e patrimonial e o de desenvolvimento socioeconômico. “A principal diferença entre PTS e PDST é que este último amplia o raio de atuação das ações, promovendo não apenas integração no residencial, mas também no seu entorno. Em paralelo a todas essas atividades, ocorrerá o acompanhamento da gestão social e de intervenção acompanhado pelo Município, por meio da Habitafor”, explica a assistente social da Secretaria, Joselania Magalhães.

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O trabalho social é uma ação transversal que ocorreu junto às famílias contempladas nos programas de habitação. No residencial Alameda das Palmeiras, quase 5.000 famílias já foram beneficiadas durante a primeira etapa com atividades de capacitação, educação, estímulo ao empreendedorismo e orientação de convívio social. Em toda a Cidade, a Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza já beneficiou cerca de 20 mil famílias. São casos como o da dona Maria Aparecida do Nascimento, que depois de participar de cursos de Empreendedorismo e Economia Solidária, montou o próprio negócio e ainda ajuda outros moradores. “Além dos meus produtos, eu ajudo outros vizinhos cedendo espaço na minha barraca, sendo que um vende pães e o outro vende água. Para mim, que tive momentos muitos difíceis na família, vi nos cursos a retomada da minha autoestima”, celebrou a moradora.

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Maria Aparecida divide a barraca com outras pessoas.
Maria Aparecida do Nascimento comercializa produtos alimentícios e ainda divide o espaço de sua banca com outros moradores  

A Prefeitura realizou, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor), mais uma etapa do trabalho social previsto para famílias do Residencial Alameda das Palmeiras, no bairro Pedras (Regional VI). Cerca de 5.000 famílias foram beneficiadas com palestras, capacitação e recreação.

Previsto no projeto de construção do empreendimento, o trabalho social no Alameda das Palmeiras resultou em 150 atividades num período de um ano e envolveu uma equipe multidisciplinar de mais de 40 profissionais.
Entre as ações, destaque para capacitações voltadas ao emprego e renda. Treinamentos nas áreas de gastronomia e beleza permitiram que famílias montassem o próprio negócio. Além disso, informações importantes sobre a elaboração de currículos, marketing pessoal, inteligência emocional no trabalho foram aplicadas entre as famílias beneficiadas com unidades no residencial. “Podemos destacar o trabalho qualificado e habilidoso dos profissionais em lidar com a comunidade e suas vulnerabilidades”, enfatizou Mazé Lima diretora da Star Produções, empresa responsável pela capacitação.

Para a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini, “o trabalho social é fundamental e complementa os anseios das famílias que habitam os empreendimentos. A execução da política habitacional não se dá apenas pela intervenção física e jurídica, mas também pelo trabalho social, que deve estar afinado às demandas das famílias beneficiadas, contribuindo para sua inserção social e gestão democrática dos investimentos públicos”, explica.

Resultados

Alguns dos resultados práticos já podem ser identificados como a capacidade de organização, o senso de solidariedade e a importância do trabalho em família.

No caso da família Damasceno, a dona Estefânia e a filha Jéssica, embora já trabalhassem com beleza, afirmam que a participação nos cursos elevou o sentimento de autoestima com o certificado exposto no salão. “Apesar de trabalharmos há muitos anos, eu nunca tive a oportunidade de fazer cursos e agora pude ter o meu diploma na parede e passar confiança para os meus clientes. Já a minha filha se especializou no design de sobrancelha e maquiagem e temos o salão como nossa renda principal”, explicou dona Estefânia.

Outro resultado do trabalho social foi identificado na marmitaria da dona Mairta Magalhães, conhecida como “Nêga”. Participante dos cursos, principalmente de culinária, ela conseguiu incrementar o negócio e atualmente fornece cerca de 50 refeições diariamente. “Os cursos me ajudaram a evoluir, me deram noções de finanças e organização de caixa”, afirmou a moradora.

Como resultado dos cursos de empreendedorismo e economia solidária, Maria Aparecida do Nascimento, não apenas montou o seu negócio como disponibiliza o espaço da própria banca para outros moradores. “Além dos meus produtos, eu ajudo outros vizinhos, dando espaço na minha barraca, sendo que um vende mais de 200 pães por dia e outro vende água. Para mim, que tive momentos muitos difíceis na família, vi nos cursos a retomada da minha autoestima” celebrou a microempreendedora.

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Emcionado seu Benedito Mota segura firme a chave da casa própria
Bebedito Mota, um dos beneficiados, morou na rua e em abrigos da Cidade quando veio de Itapajé para Fortaleza há quase uma década

A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor), realiza nesta terça-feira (16/10), a assinatura de 143 contratos e entrega de chaves para famílias do Residencial Alameda das Palmeiras.

Esses contratos são de famílias que, por pendências cadastrais, principalmente junto ao banco, não puderam assinar seus contratos na época das entregas do residencial realizadas, no final de 2016 e no primeiro semestre deste ano. “As principais pendências que inviabilizavam a assinatura eram por desatualização cadastral, contas inativas dos beneficiários, ou seja, pendências junto ao agente financeiro”, explica uma das responsáveis pela ação, Carol Gomes.

Para Benedito Mota, 56, que veio de Itapajé para Fortaleza há quase uma década, passou um tempo morando na rua e em abrigos da Cidade, o recebimento dessa chave é um sonho de uma vida inteira. “Posso dizer que nunca ganhei um presente e essa lágrima que está brotando hoje, certamente, é de alegria e de muita felicidade. Agradeço a Deus primeiramente e depois a Prefeitura por realizar esse sonho da minha vida”, disse.

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O Residencial Alameda das Palmeiras é o maior empreendimento habitacional popular da história de Fortaleza. A primeira etapa do empreendimento foi entregue em dezembro de 2016, a 2.032 famílias, que foram contempladas em sorteio realizado em 2015. Em março deste ano, outras 2.960 unidades habitacionais foram entregues para famílias sorteadas em Junho de 2016.

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