A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) avança com o trabalho social no residencial Cidade Jardim 2, localizado do bairro José Walter (Regional 8). Nesta semana, o uso consciente da água e os cuidados com o lixo doméstico são as temáticas das oficinas que têm como público alvo, as crianças do empreendimento.

Essas atividades integram o eixo de Educação Ambiental e Patrimonial que visam despertar nos moradores a consciência quanto aos cuidados do local onde moram, bem como a importância do meio ambiente seguro, sadio e limpo. “Com esse eixo do trabalho social, desenvolvemos processos socioeducativos que englobam informações sobre bens, equipamentos e serviços implantados no residencial, estimulando assim a utilização adequada e também atitudes saudáveis em relação ao meio ambiente e à vida”, observa a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini.

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O trabalho social constitui um conjunto de ações de caráter informativo e educativo junto às famílias beneficiadas pela política habitacional. O objetivo é promover o exercício da participação cidadã, fomentando a organização e a gestão comunitária dos espaços comuns, no intuito de fortalecer a melhoria da qualidade de vida das famílias, a sustentabilidade e a habitabilidade nos empreendimentos.

Essas atividades incentivam ainda autonomia das famílias, gestão participativa e condominial, por meio dos cursos de capacitação, da geração de emprego e renda, bem como facilita o acesso às demais políticas e serviços públicos.

 

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Participantes atentos ao vídeo
A formação ocorre no Centro de Referência do Empreendedor, no Bom Jardim

Uma parceria entre as secretarias do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) e do Desenvolvimento Econômico (SDE) está proporcionando um curso profissionalizante na área de informática para moradores do residencial Heloneida Sturdart (Regional 5). A formação, que teve início nesta semana, é parte das ações do trabalho social e ocorre no Centro de Referência do Empreendedor, no Bom Jardim.

A demanda para a formação surgiu a partir do diagnóstico apresentado pela equipe, que apontou mais de 200 pessoas, entre titulares das unidades habitacionais e membros das composições familiares, fora do mercado de trabalho. “O trabalho da equipe identificou, por meio do Plano de Desenvolvimento Socioterritorial, pelo menos 237 pessoas sem qualquer atividade remunerada. Foi diante dessa necessidade de promover a qualificação profissional e posterior inserção no mercado de trabalho, que procuramos o Centro de Referência do Empreendedor para viabilizar essa oportunidade para eles”, observou a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini.

Inicialmente, cerca de 30 participantes compõem a primeira classe de alunos que passará por uma formação de 66 horas/aula, com previsão de término para novembro. Para compor a turma, foram identificadas pessoas que não apresentavam renda e que mostraram interesse na área do referido curso, que se baseia na necessidade da inclusão digital no mercado de trabalho e em direcionamentos para o empreendedorismo e a criação de novos negócios.

Para a conclusão completa do curso e receber o certificado, o participante deve ter assiduidade mínima de 75% de participação. “Esse curso promove inclusão digital e deve apresentar novas oportunidades para essas famílias diante de um mercado de trabalho bastante desafiador e competitivo”, destacou o titular da Habitafor, Adail Fontenele.

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O residencial tem 192 unidades habitacionais
O residencial foi entregue em maio pela gestão do prefeito José Sarto

Mais uma ação, a partir do trabalho social desenvolvimento pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor), foi executada no residencial Maria Alves Carioca. Nesta segunda-feira (27/9), equipes de conservação estiveram no local para realizar uma limpeza geral no entorno do empreendimento que fica localizado no bairro Granja Lisboa (Regional 5).

De acordo com a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini, a iniciativa é uma das que estão sendo executadas no residencial. “Dentro do trabalho social, todo mês tem o plantão social, que é quando as equipes ficam disponíveis para o atendimento de demandas das famílias. São pedidos de diversas formas, dentre os quais surgiu a necessidade de capinação do entorno do empreendimento e fomos prontamente atendidos por outros por órgãos da Prefeitura. Além disso, também ocorrem oficinas, capacitações e atividades com as crianças”, explicou Cialdini.

Por meio do plantão social, as equipes ainda orientam os moradores quanto aos direitos e programas sociais, sobre o acesso aos serviços de saúde, especialmente nesse período de pandemia, quando surgem muitas dúvidas acerca da vacinação em andamento em todo o país. “Assim como no Maria Alves Carioca, o trabalho social já viabilizou esse tipo de ação em outros empreendimentos como Heloneida Studart, na Granja Lisboa, e no Novo Jardim Castelão, no Passaré”, lembrou a Aoordenadora.

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Entregue em maio deste ano pelo prefeito José Sarto, o residencial Maria Alves Carioca recebeu 192 famílias que, desde julho, já foram beneficiadas com 23 iniciativas do trabalho social. Essas ações, que incluem plantões sociais, oficinas, capacitações e atividades com as crianças, são parte da assistência prestada aos moradores do empreendimento no antes, durante e pós-entrega dos empreendimentos.

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Famílias do residencial Cidade Jardim 2 terão mais uma semana repleta de atividades promovidas pelo trabalho social. São capacitações que geram oportunidades sobre empreendedorismo e outros conhecimentos, como as oficinas acerca dos cuidados com o lixo que, nesta semana, terão as crianças como foco principal.

Os trabalhos das equipes começam, na tarde desta segunda-feira (20/09), com um curso de designer de sobrancelhas que, assim como outras capacitações, já rendeu formação para várias participantes e que se torna uma forma de renda para a família. “A partir do momento que eu conheci os cursos, comecei a participar e está sendo muito proveitoso. É a partir deles que eu tiro a fonte de renda para mim e para os meus filhos”, ressalta a moradora Jacinta Ramos.

Para os dias 21 e 22 de setembro, estão previstas oficinas de descarte correto do lixo, nas quais as crianças serão o público alvo dessas ações. Já na sexta-feira (24), além de uma palestra sobre empreendedorismo individual, ocorrerá uma ação integrada com o Governo do Estado, por meio dos Centros de Inclusão Tecnológica e Social (CITS), equipamentos da Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS). “Essa atividade levará oportunidades de emprego e de inclusão tecnológica para as famílias”, destaca a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini.

Vale lembrar que durante o final de semana, ocorrerão capacitações com as lideranças comunitárias.

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Famílias do residencial Cidade Jardim 2, no José Walter (Regional 8), assistidas pelo trabalho social desenvolvido pela Prefeitura de Fortaleza, seguem com atividades em setembro e, nesta quarta-feira (15/09), estão previstas capacitações nas áreas da saúde, artesanato e orientações acerca do consumo consciente de energia elétrica.

Acompanhadas pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor), as ações do trabalho social são parte da assistência prestada às famílias no antes, durante e pós-entrega dos empreendimentos. Além de gerar conhecimentos acerca de direitos elementares, essas iniciativas também promovem formações voltadas para o convívio social, mercado de trabalho, empreendedorismo e renda.

Para esta quarta-feira, os participantes terão uma oficina especial de pintura em tapete artesanal e um curso de cuidador de idosos, esse contribuirá com a formação de pessoas que desejam atuar com esse público que inspira cuidados, principalmente com a alimentação, higiene e integridade de maneira geral.

Ainda como parte das atividades, numa época de preocupação com a escassez de chuvas, o trabalho social levará, em parceria com a Enel, dados importantes sobre o consumo racional de energia elétrica, inclusive com a substituição de lâmpadas antigas pelas de led que geram maior economia, bem como informações sobre o fornecimento e regularização de contas. “Em tempos de cuidados com o uso de energia, despertar essa consciência nos moradores é fundamental, além de que os cursos de cuidador e de artesanato podem gerar emprego e renda para as famílias”, observa a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini.

 

 

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A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor) segue com o trabalho social junto a famílias do Serviluz. Nesta semana, três cursos vão gerar capacitação nas áreas de estética, turismo e gastronomia, além de palestras e plantões sociais.

No campo da estética, os moradores terão acesso ao curso de designer de sobrancelhas, enquanto que na área do turismo, a formação será voltada para hospitalidade e lazer. Já o curso de gastronomia deve avançar para conhecimentos sobre a segurança alimentar, item necessário para aqueles que pretendem atuar na área.

Os moradores terão acesso ainda a palestras educativas sobre o uso racional de água e energia elétrica, bem como de plantões sociais, pelos quais o beneficiário tira dúvidas e recebe orientações diversas acerca do trabalho social.

“Será uma semana intensa de capacitações pelas quais, os moradores terão a oportunidade de adquirir conhecimento, principalmente com formações que podem gerar emprego e renda para as famílias”, observa a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini.

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As crianças em círculo utilizando os materiais recicláveis
Atividade visou visou trabalhar o desenvolvimento e a ampliação da criatividade do público infantil

Dando continuidade às ações do trabalho social no Residencial Maria Alves Carioca, na Granja Lisboa (Regional V), a Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) realizou, nesta terça-feira (31/08), uma oficina de confecção de brinquedos, a partir da reutilização de matérias recicláveis.

A assistente social da Habitafor, Rozilda Martins, destacou o intuito da atividade, que também visou trabalhar o desenvolvimento e a ampliação da criatividade do público infantil. “Foi uma oficina de cunho socioeducativo voltada para a questão do meio ambiente, pela qual essas crianças tiveram a oportunidade de ouvir a importância de reciclar e de despertar nelas o interesse pelos três Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar)”, pontuou Rozilda.

Ao todo, 16 crianças puderam participar da oficina e desenvolveram alguns brinquedos utilizando garrafas pets e embalagens de sucos, por exemplo. “Eles fizeram carrinhos, geladeiras, e nós percebemos que se divertiram bastante. É uma forma também de despertar o gostar dessas crianças pelo espaço que elas estão morando. A atividade foi rápida, mas lúdica e construtiva de valorização do meio ambiente”, finalizou a assistente social.

O trabalho social no Residencial Maria Alves Carioca está em seu primeiro mês de execução de um total de 12 meses.

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O trabalho social realizado pela Habitafor junto aos moradores dos residenciais é parte da assistência prestada às famílias no antes, durante e pós-entrega dos empreendimentos. Além de gerar conhecimentos acerca de direitos elementares, essas iniciativas também promovem formações voltadas para o convívio social, mercado de trabalho, empreendedorismo e renda.

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Os moradores se reuniram no salão de festas
A ação formativa ocorreu na terça-feira (17/08)

A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) está retomando as atividades do trabalho social em empreendimentos entregues pela Prefeitura, em parceria com Estado. Nesta terça-feira (19/08), moradores do residencial Heloneida Studart, localizado no grande Bom Jardim (Regional 5), receberam uma formação sobre os benefícios de uma manutenção preventiva nos apartamentos, bem como com as áreas comuns do Residencial.

A atividade contou com a presença da engenheira da Habitafor, Mariana Sales, que explicou sobre estrutura dos prédios, esclarecendo sobre riscos e destacando cuidados simples para evitar danos e assim preservar do local. “Falamos sobre a tecnologia de bloco estrutural empregada no residencial, que não permite a demolição de parede para a abertura de portas ou janelas, pois se um morador resolve fizer, pode comprometer um bloco inteiro. Também alertamos sobre pequenos cuidados simples do dia a dia que podem evitar problemas maiores como, por exemplo, o de não jogar objetos no vaso sanitário”, detalhou a engenheira.

Sobre as áreas comuns, as dicas foram direcionadas, principalmente, para os cuidados com o lixo e com os equipamentos como o salão, a quadra de areia e o parquinho.

A moradora Elisvânia do Nascimento elencou as atividades já ocorridas por intermédio do trabalho social no empreendimento. “Já tivemos cursos de customização, limpeza de pele, gastronomia e fizemos um mutirão de limpeza nas ruas do residencial. Houve também um passeio para o zoológico, vacinação para as crianças e para os animais e, além disso, fomos capacitados para criar o grupo de gestores que ajudam a manter uma organização no empreendimento”, ressaltou Elivânvia, que vive no residencial desde a sua entrega em 2018.

Durante a ação também foi distribuída uma cartilha com boas práticas de manutenção preventiva e uso adequado dos equipamentos. Os moradores participaram ainda da escolha do síndico do local que possui 288 apartamentos.

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As famílias reunidas no salão comum do residencial
No primeiro momento, as atividades focaram na divulgação do trabalho social e na oficina de apresentação e socialização da equipe técnica que executará o trabalho

A Prefeitura de Fortaleza segue, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor), com as atividades do trabalho social no residencial Maria Alves Carioca. As ações, que foram iniciadas em julho, estimulam as boas práticas de socialização entre os beneficiários, viabilizam o acesso a políticas públicas e atendem a demandas espontâneas dos moradores do empreendimento.

No primeiro momento, as atividades focaram na divulgação do trabalho social e na oficina de apresentação e socialização da equipe técnica que executará o trabalho junto às 192 famílias pelos próximos de 12 meses. Também foi realizado um levantamento geral dos beneficiários por unidade habitacional, a fim de verificar a situação de cada morador.

“O levantamento geral originou demandas relacionadas com a limpeza urbana e a transferência de alunos, por conta das mudanças de endereço. São demandas que o trabalho social apresenta e a Habitafor envia aos órgãos parceiros para a execução das demais políticas”, afirmou a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andrea Cialdini. No primeiro período, houve ainda a eleição dos representantes de bloco, definição do conselho fiscal e inscrições para atividades, como a escolinha da capoeira.

Além das atividades já realizadas, estão previstas para esta quinta-feira (12/08) oficinas de capacitação do síndico e do conselho fiscal que servem para estimular a autonomia da equipe gestora e a capacidade de autogestão e administração do empreendimento. Também ocorrerá o plantão social que identifica as demandas apresentadas pelas famílias e acompanha o acesso delas às politicas sociais. No sábado (14/08), os beneficiários devem se reunir para estabelecer, consolidar e fortalecer a criação da associação de moradores, assim como elaborar e aprovar o estatuto e regimento interno do residencial.

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A Prefeitura de Fortaleza e o Governo do Estado, representados, respectivamente, pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor) e pela Assessoria Especial de Acolhimento aos Movimentos do Estado (Asemov/Casa Civil), se reuniram nesta quarta-feira (28/04), com o objetivo de fortalecer a parceira entre as duas esferas na busca por soluções conjuntas de demandas originadas nos empreendimentos habitacionais na capital. Estiveram presentes no encontro virtual a executiva da Habitafor, Juliana Sena, a assessora especial da Asemov/Casa Civil, Zelma Madeira, e equipes técnicas dos dois órgãos.

De acordo com Zelma Madeira, a necessidade da reunião surgiu a partir dos diálogos estabelecidos com os movimentos sociais que apresentaram demandas vinculadas aos serviços públicos. “Temos pedidos relacionados à coleta de lixo e questões da saúde e da segurança, principalmente, no Luiz Gonzaga. Embora tenhamos iniciado um diálogo com o próprio Estado, resolvemos compartilhar com o Município para construirmos um caminho de entendimento juntos”, observou.

Andrea Cialdini, coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, lembrou que a Prefeitura já mantém um diálogo com as lideranças dos empreendimentos, principalmente, por meio do trabalho social. “Nós temos recebido demandas e buscado a mediação com os órgãos responsáveis. Especialmente sobre o Luiz Gonzaga, vamos mediar o contato entre as entidades que acompanham mais de perto do empreendimento e a Assessoria Especial de Acolhimento aos Movimentos para solucionar essas demandas específicas”, explicou a coordenadora.

A secretária-executiva Juliana Sena aprovou o encontro e reforçou o compromisso da Prefeitura em solucionar os pedidos que chegarem. “Esse encontro reforça a nossa disposição em discutir e solucionar as demandas que competem ao Município, bem como estreita o diálogo com o Governo do Estado, entidades e movimentos na busca por soluções conjuntas”.

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