Os participante posaram para a foto de frente ao equipamento
Parceria foi celebrada nesta terça-feira (05/04) com representantes da Prefeitura, da empresa que executa o projeto e de lideranças comunitárias

Uma ação intersetorial entre as secretarias municipais do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) e da Juventude deve proporcionar oportunidades para famílias do residencial Alameda das Palmeiras, localizado no bairro Ancuri (Regional 9). A iniciativa faz parte das ações do projeto de trabalho social desenvolvido pela Habitafor e a parceria foi celebrada, nesta terça-feira (05/04), com a presença de representantes das duas secretarias, da empresa responsável pela execução do projeto e lideranças comunitárias.

Nesta segunda etapa do trabalho social, a ideia é utilizar as instalações da Pracinha da Cultura para a execução de parte das quase 500 atividades previstas. As ações que serão desenvolvidas no Alameda das Palmeiras reúnem iniciativas de capacitação que abrangem os eixos de Educação Ambiental e Patrimonial, Mobilização e Gestão Social e principalmente de Desenvolvimento Socioeconômico.

De acordo com um dos técnicos que acompanha as ações, Alexandre Webber, os trabalhos já começaram com uma espécie de diagnóstico atual das famílias. “A gente já retomou, pois é importante que se veja em que situação a comunidade ficou depois da questão da pandemia e nós teremos duas linhas de ação do trabalho social. Uma será para aqueles que querem empreender, com a realização de cursos, noções de como lidar com a internet e projetar o seu produto, além de cálculos sobre preço de vendas e a outra linha será a da empregabilidade que pode dar acesso ao mercado de trabalho”, observou.

Para a liderança comunitária Cyra Nara Araújo, a retomada do trabalho social é motivo de celebração e de esperança para as famílias. “Estamos muito felizes por essa retomada, pois a gente sabe da importância e relevância disso para a nossa comunidade, principalmente depois da pandemia que gerou vários prejuízos” ressaltou.

Mais

Localizado no mesmo bairro, o equipamento permitirá que os beneficiários do trabalho social participem de ações intersetoriais que integram as áreas da cultura, esporte, lazer, formação, qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais e de inclusão digital. “A Pracinha da Cultura contempla todas as idades com capoeira, ballet, zumba, esportes, oficinas e cursos profissionalizantes e está à disposição para parcerias”, destacou a coordenadora do equipamento, Mariane de Sales.

Publicado em Habitação
Alunos manuseando os computadores
Para João Pedro, 17 anos, o curso é mais uma oportunidade de capacitação

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 40 milhões de brasileiros não tiveram acesso à internet em 2019. A informação é da Pnad Contínua divulgada ano passado que afirmou também que 43% desse total não sabia utilizar a rede mundial de computadores. Com o objetivo de diminuir esse percentual entre moradores do residencial Maria Alves Carioca, a Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) segue com o curso de informática básica.

A capacitação está levando para os participantes conhecimentos básicos sobre o tema, porém importantes para o cotidiano, é o que explica a professora Verúcia Teixeira. “O curso que estou ministrando é da área de tecnologia, sem restrição de idade, pelo qual eles vão aprender a utilizar um celular, um e-mail, fazer um Pix que são coisas com muita importância para a vida nos dias atuais”.

Para o estudante João Pedro Sousa, o curso é mais uma oportunidade de capacitação. “Esse curso é importante para a minha vida e para todos que estão fazendo, pois vai entrar no currículo para no futuro ir em busca de emprego que a maioria exige que saiba mexer em computadores”, observou o jovem de 17 anos.

A visão de João Pedro sobre o cenário atual de informatização é corroborada pelo especialista em Tecnologia da Informação, Delmy Oliveira. “Tudo hoje em dia passa pela tecnologia e a pessoa que não estiver habilitada para usar essas ferramentas, enfrentará séria dificuldades, pois como vai interagir num ambiente que é todo dependente dessa tecnologia”, alertou Oliveira.

Já no olhar da autônoma Ana Oliveira, a atividade agrega valores para além da formação. “O real valor do curso é estar aprendendo, é estar com pessoas, é estar se motivando. Isso agrega valores e faz a gente descobrir novas profissões e funções. Enfim é muito bom estar aprendendo”, disse a moradora, motivada.

Mais

O trabalho social no residencial Maria Alves Carioca teve início no segundo semestre do ano passado e já promoveu mais 60 ações juntos aos moradores. O curso de informática básica, assim como o de Gastronomia, fazem parte do eixo de Desenvolvimento Econômico do trabalho social.

Publicado em Habitação
moradora do Maria Alves Carioca
Bruna Raabe é autônoma e pretende ampliar o menu depois do curso

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor) promove, nesta semana, um curso de gastronomia para moradores do residencial Maria Alves Carioca (Regional 5). A iniciativa faz parte do trabalho social desenvolvido dentro da política habitacional e acontece em parceria com a Movimento Saúde Mental Comunitária do Bom Jardim, que sedia as aulas.

Nessa etapa do trabalho social, o eixo de Desenvolvimento Econômico ganha relevância privilegiando capacitações que estimulam o empreendedorismo e a geração de emprego e renda. “O trabalho social é uma série de atividades que foram criadas e aprovadas para serem executadas junto às famílias beneficiárias. O eixo de Desenvolvimento Econômico tem o objetivo de capacitar essas famílias para gerar um incremento na renda familiar”, explicou a assistente social da Habitafor, Hellylane Pinheiro.

As atividades começaram nesta semana e têm a supervisão da professora e gastrônoma Georgia Goiana, que destacou o potencial do curso para a geração de renda para as famílias. “Todos eles estão sendo orientados para o empreendedorismo gastronômico, podendo assim comercializar na região onde moram ou para qualquer outro lugar, afinal eles vão produzir salgados de alta qualidade”, assegurou a docente.

Para a autônoma Bruna Raabe, a capacitação chega como oportunidade para ampliar o seu menu de produtos. “Eu já trabalho com doces e salgados, mas esse curso vai dar uma levantada nos meus produtos, pois vou colocar em prática tudo que aprender por aqui”, disse a moradora.

Publicado em Habitação

Depois de famílias do residencial Heloneida Studart, no bairro Bom Jardim, passarem por capacitações, chegou a vez de moradores do conjunto habitacional Maria Alves Carioca, na Granja Lisboa, terem acesso ao curso de informática básica promovido pelo trabalho social. A ação faz parte da política de habitação executada pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor).

Com uma turma para cerca de 30 participantes, a formação na área de informática integra o eixo de Desenvolvimento Econômico que, além de estimular práticas de empreendedorismo e renda, atua em capacitações que podem facilitar o acesso dos moradores ao mercado de trabalho. “Nesta etapa do trabalho social, os moradores terão acesso a cursos que darão oportunidades de capacitação e aprimoramento visando ao ingresso no mercado de trabalho, assim como o desenvolvimento de aptidões voltadas para o empreendedorismo e a consequente geração de trabalho e renda”, destaca a assistente social da Habitafor, Hellylane Pinheiro.

O curso de informática básica começa nesta segunda-feira (07/03), das 18h às 22h, na Escola Maria Alves Carioca, conhecida com CAIC, e será ministrado pela professora de Cursos Técnicos e Profissionalizantes na área Administrativa e de Tecnologia da Informação da Secretaria de Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS), Verúcia Cabral Teixeira.

Publicado em Habitação

Neste terça-feira (22/02), a Prefeitura de Fortaleza realiza vacinação de cães e gatos no residencial Maria Alves Carioca, localizado na Granja Lisboa (Regional 5). A ação faz parte do trabalho social desenvolvido pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) junto a famílias do local.

A partir das 15 horas, todos os pets poderão ser levados para o salão de eventos do residencial, onde equipes do Centro de Zoonoses estarão aplicando os imunizantes. “A campanha preventiva será voltada para cães e gatos, mas também teremos a participação de um agente de saúde da área para conversar e tirar dúvidas das famílias”, explica a assistente social Cácia Ramos.

O residencial Maria Alves Carioca foi entregue pela atual gestão em maio do ano passado e desde julho, a Habitafor vem desenvolvendo o trabalho social com os moradores. Ao todo, mais de 50 atividades foram realizadas, mesmo com todas as dificuldades impostas pela pandemia do coronavírus.

Publicado em Habitação

A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) realiza na próxima sexta-feira (11/02), no residencial Maria Alves Carioca, uma oficina de capacitação acerca do uso consciente da água. A atividade contará com a parceria da Companhia de Água e Esgoto do Estado do Ceará (Cagece) e ocorrerá no próprio empreendimento localizado no bairro Granja Lisboa, na Regional 5.

De acordo com a Coordenadoria de Programas Sociais (COPS) da Habitafor, a iniciativa tem como principal objetivo sensibilizar as famílias quanto aos desperdícios e o consequente uso racional desse recurso natural. “Esta atividade integra o eixo do trabalho social que trata sobre Educação Ambiental e Patrimonial que, além de chamar atenção para a utilização correta da água, também leva em consideração os cuidados com o lixo, uso inteligente da energia, bem como o zelo com o patrimônio focando nas próprias moradias e nos espaços comuns”, detalha a responsável pelo setor, Andréa Cialdini.

Iniciado em julho do ano passado, o trabalho social no residencial Maria Alves Carioca promoveu 16 ações que geraram 55 atividades, mesmo cumprindo os protocolos sanitários impostos pelo período pandêmico. “Cabe ressaltar que em março, há previsão de dar início aos cursos do eixo de Desenvolvimento Econômico que têm o objetivo de qualificar profissionalmente os moradores em idade adulta, a fim de possibilitar a inserção destes no mercado de trabalho e o aumento da renda familiar”, disse a coordenadora.

Mais

O trabalho social é uma atividade transversal desenvolvida junto aos beneficiários dos programas habitacionais. Em 2021, mesmo com as restrições impostas pela pandemia, mais de 8.500 famílias foram impactadas direta ou indiretamente pelas atividades do trabalho social. Essas ações visam principalmente empoderar as famílias quanto a questões sobre mobilização, organização e fortalecimento social, acompanhamento e gestão social da intervenção habitacional, educação ambiental e patrimonial, além do desenvolvimento socioeconômico.

Publicado em Habitação

O trabalho social desenvolvido pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvido Habitacional (Habitafor), tem previsão de uma agenda bem intensa em 2022. De acordo com dados da Coordenadoria de Programas Sociais da pasta, mais de 19 mil famílias poderão ser impactadas positivamente com as ações em 17 locais de diferentes da cidade.

Iniciativa transversal da política habitacional de Fortaleza, o trabalho social vem proporcionado oportunidades de autonomia para milhares de famílias, principalmente aquelas beneficiadas com moradias populares nos residenciais, bem como em assentamentos precários alvos de intervenções urbanísticas do Município. “São cinco projetos em execução, que somados já beneficiam mais de 8.500 famílias, nove estão em processo de licitação e outros três em reprogramação com os agentes financeiros, com previsão de serem liberados ainda neste ano”, explica a assistente social da Habitafor, Hellylane Pinheiro.

Os trabalhos são executados com base em quatro eixos principais. Mobilização, Organização e Fortalecimento Social dá às famílias a oportunidade de vivenciar experiências organizativas capazes de garantir autonomia social. Já o de eixo de Educação Ambiental e Patrimonial tem o meio ambiente levado em consideração, principalmente em relação ao lixo e à água por exemplo, além dos cuidados com o patrimônio que focam no zelo pelas suas próprias moradias e pelos espaços de uso comum.

Desenvolvimento Socioeconômico incentiva expertises que, em muitos casos, levam a autonomia financeira da família, sobretudo com capacitações voltadas para o empreendedorismo e renda. Por fim, Acompanhamento e Gestão Social da Intervenção permite que os próprios moradores sejam protagonistas no desenvolvimento das ações do trabalho social.

Mais

Em 2021, mais de 8.500 famílias foram impactadas direta ou indiretamente pelas atividades do trabalho social, mesmo com as restrições impostas pela pandemia. No total, quase 300 ações foram realizadas juntos aos moradores de áreas de intervenção da política habitacional, com destaque para 99 iniciativas que privilegiaram capacitações voltadas para o empreendedorismo e a geração de renda.

Publicado em Habitação
moradores do Cidade Jardim 2
Cleidiane Magalhães participou de vários cursos e hoje complementa a renda famíliar

A Prefeitura de Fortaleza encerra o ano de 2021 com 8.564 famílias impactadas direta ou indiretamente pelas atividades do trabalho social desenvolvido pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor). Mesmo com as restrições impostas pela pandemia, quase 300 ações foram realizadas juntos aos moradores de áreas de intervenção da política habitacional, com destaque para 99 iniciativas que privilegiaram capacitações voltadas para o empreendedorismo e a geração de renda.

Executado com base em quatro eixos principais, o trabalho social incentiva a mobilização, organização e o fortalecimento social, promove a educação ambiental e patrimonial, estimula o desenvolvimento socioeconômico, e acompanha a gestão social da intervenção, permitindo que as famílias adquiram autonomia, após serem beneficiadas com a política habitacional. “Especialmente no eixo de desenvolvimento socioeconômico, foram desenvolvidos cursos com temas variados, buscando sempre atender às expectativas das comunidades, bem como às demandas de mercado, dentre os quais se destacaram os de gastronomia, estética e beleza, moda e design, artesanatos, economia doméstica e Ffnanceira, administração e informática”, salienta a coordenadora Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini.

Um desses exemplos positivos vem o residencial Cidade Jardim 2, onde na semana passada, parte dos trabalhos foram concluídos. A moradora e agora autônoma, Cleidiane Magalhães, aproveitou bem as oportunidades e agora incrementa a renda familiar com a venda de sabonetes artesanais. “O último curso que tive foi de empreendedorismo, que nos incentivou a montar o próprio negócio e me identifiquei muito com o curso de sabonete. Já estou fazendo as minhas vendas em casa, tudo com produtos naturais, e estou complementando a renda da minha família”, destaca Cleidiane.

Em 2022

Para 2022, de acordo com a Coordenadoria de Programas Sociais responsável pela elaboração e monitoramento das atividades, a expectativa é que mais de 19 mil famílias sejam beneficiadas com o trabalho social nas intervenções urbanísticas e empreendimentos da política de habitação de Fortaleza. “Temos em execução quatro projetos que somados chegam a mais de 8.300 famílias atendidas, nove em licitação e outros quatro em reprogramação com os agentes financeiros, todos com previsão de serem liberados em 2022”, observa a coordenadora.

Publicado em Habitação

A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) realiza, nesta quinta-feira (16/12), novas atividades vinculadas ao trabalho social executado no residencial Heloneida Studart, na Granja Lisboa (Regional 5). As ações levarão para as famílias serviço de saúde, assistência social, estética e beleza, além da possibilidade de emissão de documentos.

As atividades ocorrerão durante todo o dia e os participantes terão acesso a serviços como testes de glicemia, aferição de pressão arterial e distribuição de preservativos. No campo do serviço social, as famílias poderão receber orientações gerais acerca de programas sociais. Já no ramo da estética e beleza, estarão disponíveis corte de cabelo e serviços de manicure.

Outra iniciativa importante prevista para esse dia é a emissão de documentos (RG e CPF) e carteira de trabalho digital, em parceria com o Caminhão do Cidadão disponibilizado pelo Governo do Estado.

Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, o trabalho social desenvolveu 34 atividades no Heloneida Studart sempre com o objetivo de estimular a integração das famílias com entidades de governo e da sociedade civil, permitindo o desenvolvimento da autonomia e gerando oportunidades de empreendedorismo e renda.

Para a assistente social Tayná Silva Pereira, as ações já mostram resultados positivos. “Após a realização de quase 100% do trabalho social, podemos perceber que os moradores se encontram mais autônomos quanto a administração do seu condomínio, além de estarem mais organizados e motivados para buscar por melhorias na qualidade de vida das famílias que ali residem”, destaca.

Publicado em Habitação
Os representantes reunidos
A proposta inicial foi apresentada à comissão de moradores, nesta terça-feira (07/12)

Uma ação conjunta, entre a Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) e a Secretaria Regional 5, deve gerar oportunidades de empreendedorismo e renda para famílias do residencial Heloneida Studart, na Granja Lisboa. A iniciativa é necessária, após uma ação de ordenamento do comércio no entorno do empreendimento.

A demanda partiu de moradores, por meio do trabalho social desenvolvido pela Habitafor no local. “A partir de uma ação de ordenamento dos comércios no entorno do residencial, a equipe foi demandada para tentar um diálogo com uma proposta de empreendedorismo que se adequasse aos moradores. Como o trabalho social conhece as demandas, a ideia foi participar e contribuir com a proposta da Regional”, observou a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini.

A proposta inicial foi apresentada à comissão de moradores, nesta terça-feira (07/12), pelo chefe de Gabinete da Regional 5, Lourival Chaves. “Diante da demanda, decidimos conversar com a Habitafor e com os moradores para construirmos a melhor proposta, mas a ideia é que esses permissionários fiquem em barracas móveis, com espaços e horários estabelecidos, afinal são tipos de comércios diferentes”, detalhou Chaves.

O representante da Regional 5, destacou ainda que o novo formato poderá dar legitimidade para esses comerciantes e mais comodidade para famílias. “É uma proposta que vai beneficiar não somente os permissionários que estarão autorizados pela Prefeitura e aptos a busca linhas de crédito, como também os moradores que teriam o comércio mais próximo de suas residências”, enfatizou Lourival Chaves.

A moradora Liliane Dantas saiu do encontro com bastante confiança. “Estamos confiantes que isso aconteça e, realmente é o nosso desejo que essas barracas venham para que esses trabalhadores retomem as suas rendas”.

Publicado em Habitação