A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) e a empresa responsável pelo trabalho social desenvolvido no residencial Maria Alves Carioca (Regional 5) farão um seminário de conclusão das atividades. Uma programação especial foi montada para celebrar os 13 meses de ações junto às famílias.

Para o seminário desta quinta-feira (28/7), estão previstas exposição de pesquisa de avaliação, debate com os moradores sobre as ações do trabalho e a entrega de certificados para os participantes do curso de moda. Também vão ocorrer apresentações culturais de ballet e capoeira, além de um vídeo com a trajetória do trabalho desenvolvido no local.

Em 13 meses de ações, a equipe técnica realizou 250 plantões sociais, pelos quais os beneficiários recebem atendimentos individualizados, com encaminhamentos e orientações, principalmente em relação aos benefícios e serviços sociais ofertados pelo poder público. Os moradores também tiveram a oportunidade de participar de mais de 120 atividades, com destaque para as capacitações do eixo de desenvolvimento socioeconômico que gerou a emissão de 100 certificados.

As famílias também foram estimuladas a se organizarem, o que resultou na criação de uma associação de moradores do empreendimento. “A maior satisfação quando se encerra um ciclo do trabalho social é concluir o que se projetou, pois, as ações foram pensadas a partir das vulnerabilidades das famílias e a organização condominial foi uma possibilidade. Eles conseguiram formar uma comissão de gestores e hoje têm o CNPJ da associação do residencial”, celebra a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini.

Programação:
16h – Abertura
16h10 – Fala dos parceiros
16h25 - Debate com os moradores sobre o trabalho social
16h45 – Apresentação do resultado da pesquisa de avaliação do trabalho social
17h00 – Entrega dos certificados do curso de moda
17h20 – Vídeo de encerramento
17h30 – Apresentação do ballet
17h45 – Apresentação da capoeira
18h00 – Avaliação da atividade
18h10 – Coffee break

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As técnicas sociais atendem os moradores
Nos primeiros dias de atividades, se destacaram o plantão social e orientações na área da saúde

A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor) iniciou as ações do trabalho social junto a famílias que moram no residencial Santo Agostinho, localizado na Barra do Ceará (Regional 1). Nos primeiros dias de atividades, se destacaram o plantão social e orientações na área da saúde.

Dentre os atendimentos, a assistente social Mirela Fiúza, que acompanha as ações no residencial juntamente com a pedagoga Elaine Honorato, ressaltou orientações para o acesso a aplicativos de saúde, principalmente o Mais Saúde da Prefeitura de Fortaleza, além de encaminhamentos para consulta e exames.

O trabalho social também vem focando suas ações na organização social do empreendimento. “Com essas atividades, vamos proporcionando iniciativas de administração condominial e a consequente autogestão da comunidade. Também vamos levar oportunidades de conhecimentos, um pouco sobre educação ambiental e patrimonial, além de noções acerca da convivência em coletivo e bem-estar social”, observou a profissional.

Ela lembrou que eles terão acesso a formação dentro do eixo do desenvolvimento socioeconômico. “A questão do empreendedorismo também fará parte das atividades, pois muitos já têm habilidades ou os seus próprios negócios e com o eixo do desenvolvimento socioeconômico, eles vão se capacitar e se qualificar, ou seja, cada eixo que vamos trabalhar tem importância para essa população”, afirmou Mirela Fiúza.

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O conjunto habitacional Santo Agostinho é formado por 232 unidades habitacionais e os moradores já participaram de encontros de apresentação do trabalho social, nos quais a meta de 50% de participação foi atingida.

 

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Materiais produzidos
Mais de 50 peças foram expostas no encerramento do curso

O trabalho social executado pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) concluiu mais um curso profissionalizante voltado para famílias do residencial Maria Alves, localizado na Granja Lisboa (Regional 5). O encerramento contou com a participação de 27 moradoras que expuseram as peças produzidas durante a capacitação, que teve como principal objetivo promover qualificação profissional e a posterior geração de emprego e renda.

Durante 25 dias, moradoras do residencial Maria Alves Carioca participaram de um curso profissionalizante na área de Moda e Design focado na Customização manual de roupas. “A atividade proporcionou momentos de muito aprendizado na área da moda com a produção de peças e aplicações manuais e, além disso, elas tiveram momentos de muita interação social, inclusive com alcances terapêuticos”, enfatizou a assistente social, Cacia Ramos.

Para celebrar o fechamento do curso, as participantes fizeram uma exposição das peças produzidas durante a formação. “Foram utilizados muitos materiais reaproveitáveis que geraram mais de 50 peças entre chaveiros, porta documentos, bolsas, blusas, saias e fuxico de retalhos, entre outras”, observou a assistente social, que destaca ainda outros benefícios da ação no residencial. “Elas (as atividades) são bastante positivas na vida dessas mulheres, pois as tiram da rotina do lar, melhoram o convívio social e ainda podem garantir uma renda extra com a produção das peças”, destacou.

A moradora Francisca Gomes disse que a capacitação trouxe realidades e despertou sonhos. “Foi muito aprendizado e também um momento de boa convivência com as demais moradoras. Eu gosto da área da costuma e gostaria de continuar colocando o meu próprio negócio e empregando outras pessoas”, disse.

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As quase 5.000 famílias que moram no residencial Alameda das Palmeiras, no bairro Ancuri (Regional 6), estão sendo beneficiadas pelas ações do trabalho social coordenado pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor). Em junho, pelo menos seis diferentes iniciativas vão se repetir gerando atividades o mês inteiro.

Os moradores terão acesso a oficinas a respeito do uso consciente de água e energia elétrica, bem como capacitações sobre a conservação do imóvel e práticas de boa convivência. Também ocorrerão formações acerca da preservação do meio ambiente que fazem ligação com a oficina sobre coleta seletiva de lixo ocorrida no início do mês.

As equipes farão ainda plantões sociais pelos quais as famílias recebem atendimentos individualizados, além de encaminhamentos e orientações, principalmente em relação aos benefícios e serviços sociais ofertados pelo poder público. Ocorrerá ainda uma atividade voltada para os jovens intitulada de Juventude Saudável.

A assistente social Carol Castelo Branco destaca a participação ativa da comunidade nas ações. “Percebemos os beneficiários cada vez mais participativos e interessados nas ações do Projeto de Trabalho Social. Durante as atividades eles participam ativamente, colocam suas opiniões e questionamentos. Além disso, podemos perceber que muitos já vêm desenvolvendo pensamentos e posicionamentos mais críticos e voltados ao bem comum”.

Calendário de atividades
Oficina de uso consciente de água - 14, 22 e 23/6, às 17h
Oficina de uso consciente de energia elétrica - 17, 24 e 29/6, às 17h
Oficina de uso correto do imóvel e boa convivência - 15 e 16/6, às 17h
Oficina de preservação e conservação do meio ambiente - 18 e 25/6, às 9h
Juventude saudável - 28/6, às 17h
Plantões sociais - 15, 16, 17, 21, 22, 23, 24 e 29, das 13h às 18h

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A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor) retoma, neste mês de junho, o trabalho social no residencial Santo Agostinho, localizado na Barra do Ceará (Regional 1). As ações serão desenvolvidas pelos próximos seis e devem proporcionar mais de 70 atividades para as 232 famílias que residem no local.

Assim como nos demais residenciais entregues pela política habitacional, os moradores do Santo Agostinho serão contemplados com ações de mobilização, organização e gestão social, de educação ambiental e patrimonial e de desenvolvimento socioeconômico.

Dentro das ações de mobilização, organização e gestão social estão previstos plantões sociais, visitas domiciliares e consolidação das comissões de representativas de blocos. No eixo de educação ambiental e patrimonial, as famílias terão acesso a palestras sobre o uso consciente de água e energia elétrica, cuidados com o lixo, além da conscientização acerca de doenças, como gripe, sarampo e covid-19. Já no campo do desenvolvimento socioeconômico, os moradores terão cursos profissionalizantes nas áreas de informática, gastronomia e estética, bem como oficinas sobre planejamento e orçamento familiar.

Para a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini, o retorno do trabalho social para o empreendimento efetiva mais um direito daquelas famílias. “A retomada do trabalho social no residencial Santo Agostinho, além de cumprir os requisitos da política de habitação de interesse social, atende também a uma expectativa dos moradores que sempre solicitavam o retorno dessas atividades tão importantes para organização do condomínio, preservação do patrimônio e, principalmente, para a oferta de cursos profissionalizantes”.

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Professora e alunos mexendo no cabelo de uma mulher
A formação em corte, cabelo e escova teve carga horária de 40h/a e contou com a parceria do Instituto Katiana Pena

O trabalho social executado pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) concluiu mais um curso profissionalizante com a participação de representantes de famílias do residencial Maria Alves Carioca, localizado na Granja Lisboa (Regional 5). A formação em corte, cabelo e escova teve carga horária de 40h/a e contou com a parceria do Instituto Katiana Pena.

Com participação média de 25 alunos, o curso proporcionou uma formação focada na geração de renda para as famílias. “Eles vão ter uma profissão no ramo da beleza, que é um segmento que cresce diariamente, e vão aprender não somente cuidar das pessoas, mas cuidar de si mesmos. Eles estão saindo capacitados para a vida e, se praticarem, serão sim grandes profissionais”, ressaltou a professora, Vanúzia Rodrigues.

O sonho de se tornar grandes profissionais é compartilhado por Reynildo Pereira, que recebeu o desafio de aplicar o que aprendeu durante o evento de encerramento e que ao mesmo tempo foi um presente para aniversariante do dia Darline Nascimento. “Eu pensei, vou focar nesse curso de beleza e vou seguindo. Eu amei o desafio de deixar a aniversariante mais bonita”, disse o aluno.

Para Darline, além do presente de ter o cabelo escovado, o curso foi um novo despertar para mais formações. “Eu vou me proporcionar a fazer vários cursos e colocar o meu primeiro negócio que é no ramo da beleza”, afirmou a participante.

Esse curso integra o eixo do desenvolvimento socioeconômico do trabalho social executado há quase um ano no empreendimento. “Esse foi o quarto curso de formação e também vamos dar encaminhamento para o mercado de trabalho por meio do Sine Municipal”, afirmou a assistente social, Cely Oliveira.

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A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) realiza, nesta quinta-feira (26/05), no residencial Maria Alves Carioca (Regional 5) uma atividade para facilitar o acesso de famílias ao mercado de trabalho. A iniciativa será realizada em parceria com o Centro de Referência do Empreendedor do bairro Bom Jardim e com o Sine/IDT.

A ação deve privilegiar inicialmente os moradores que participaram dos cursos promovidos pelo trabalho social, mas a intenção é atingir pelo menos 50% do total de famílias que vivem no residencial. “Hoje o público alvo será os alunos concludentes dos dois primeiros cursos executados pelo trabalho social que foram os de Gastronomia e de Informática, mas outros moradores também podem participar”, explica a assistente social, Lívia Teixeira.

A atividade de encaminhamento profissional ocorrerá no salão de eventos do próprio residencial, a partir das 15 horas.

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Pessoas no consultório médico
Os serviços de saúde foram os mais demandados pelos moradores

A retomada do trabalho social no residencial Alameda das Palmeiras (Regional 9) vem gerando inúmeras oportunidades para famílias do empreendimento. Somente no primeiro mês de ações, quase 500 atendimentos foram realizados, com destaque para área da saúde, emissão de documentos, plantões sociais e oficinas de capacitação.

Coordenado por uma equipe multidisciplinar e acompanhado pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor), o trabalho social é uma ferramenta que se baseia na Gestão e Mobilização Social, Educação Ambiental e Patrimonial, além do Desenvolvimento Socioeconômico. No Alameda das Palmeiras, o retorno dessas ações, após as restrições impostas pela pandemia, vem proporcionando vários serviços e oportunidades para os moradores.

De acordo com o primeiro relatório apresentado pelas equipes, os atendimentos em saúde lideraram as ações, especialmente no Dia D, que contou com a parceria da unidade de saúde Acrísio Eufrasino de Pinho, localizado no próprio residencial. Dentre os serviços que mais se destacaram estão o de odontologia, as consultas de rotina e a prevenção ginecológica. Também tiveram destaque a vacinação contra gripe, sarampo e covid-19. Outro benefício bem acessado pelos moradores foi a emissão de documentos e de declarações, principalmente do NIS.

As equipes focaram ainda na capacitação das famílias quanto ao uso racional da água, consumo eficiente de energia elétrica, coleta seletiva de lixo, cuidados com o imóvel e a convivência em comunidade.

“Por conta do isolamento provocado pela pandemia, houve um trabalho de mobilização e ações de fortalecimento de vínculo junto às famílias para a retomada dessas atividades e por isso o sucesso desse primeiro mês de trabalho social no Alameda das Palmeiras”, destaca a assistente social, Hellylane Pinheiro.

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Participantes manuseiam as peças
A ideia é que cerca de 60 pessoas participem dos dois cursos

As ações do trabalho social executado pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) avançam no residencial Maria Alves Carioca (Regional 5), principalmente aquelas voltadas para o eixo de desenvolvimento socioeconômico. Depois dos cursos profissionalizantes de gastronomia e de informática, dessa vez as capacitações são direcionadas para as áreas de designer de moda e de beleza.

Os trabalhos começam nesta semana e a expectativa é que cerca de 60 moradores participem das duas capacitações. “No designer de moda, eles farão a costumização manual de peças, enquanto no de beleza o foco será no corte e escova de cabelo”, explica a assistente social, Cácia Ramos.

O curso de designer de moda ocorre nas segundas, quartas e sextas-feiras, em parceria com a Comunidade Hebrom. Já o de beleza é ministrado às terças, quintas e sextas-feiras, com o apoio do Instituto Katiana Pena. Ambas as instituições estão localizadas no bairro Bom Jardim.

As formações, que estão com demandas formadas, devem se estender até o mês de junho.

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Educador social ensinando as crianças
As crianças utilizaram materiais recicláveis

Mais uma atividade do trabalho social promovido pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) movimentou o residencial Maria Alves Carioca, localizado no bairro Granja Lisboa (Regional 5). Dessa vez, o alvo da ação foi as crianças do empreendimento que puderam confeccionar brinquedos, a partir de materiais recicláveis.

Diante da quantidade de resíduos sólidos produzidos pelos moradores, a equipe que coordena os trabalhos teve a ideia de promover uma oficina de confecção de brinquedos. A atividade contou com a participação de cerca de 50 crianças que produziram as peças sob a orientação do educador social Francisco de Assis Moura. “Fui convidado para ensinar as crianças a tirarem do lixo o seu próprio brinquedo. Dessa vez, eu usei CDs e o meu pagamento foi ver o sorriso e a curiosidade delas na confecção dos brinquedos. Há ainda uma variedade de ideias para o uso de vários descartáveis”, salientou o orientador da oficina.

A ação faz parte do eixo de Educação Ambiental e Patrimonial desenvolvida junto às famílias beneficiadas com moradias no residencial Maria Alves Carioca, entregue pelo prefeito José Sarto em maio do ano passado.

Para a assistente social, Lívia Teixeira, a iniciativa é uma forma de despertar precocemente responsabilidades socioambientais. “A importância é despertar desde cedo nas crianças essa sensibilidade a respeito da preservação do meio ambiente, dos recursos naturais, do uso consciente e do reaproveitamento. Acho que quanto mais cedo a criança e o adolescente despertarem esse olhar, nós colheremos melhores resultados no futuro”, destacou.

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