Umas das oficinas foi sobre panificação
na atividade sobre empreendedorismo e capacitação profissional, os trabalhos foram pautados numa oficina sobre panificação

A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) tem dado continuidade ao trabalho social no residencial Cidade Jardim 2, neste mês de janeiro, três novas ações foram realizadas com os beneficiários do empreendimento.

Depois da apresentação e da sensibilização acerca do trabalho social, a Habitafor realizou duas novas oficinas e uma atividade externa envolvendo famílias do empreendimento. Na oficina de sobre criatividade ambiental, os profissionais focaram na criação de novos hábitos e atitudes relacionados à questão sanitária e ambiental, bem como na conservação dos recursos naturais. Já na atividade sobre empreendedorismo e capacitação profissional, os trabalhos foram pautados numa oficina sobre panificação.

Para Marcele Veras, que reside no Cidade Jardim desde 2018, a atividade de qualificação elevou a autoestima e gerou esperança de aumentar a renda familiar. “A oficina me ajudou a me sentir útil, aprendi coisas novas e posso até trabalhar para mim mesma”, afirmou a moradora.

Por último, foi realizada uma visita guiada a um parque ecológico da Cidade, que contou com participação de várias crianças, acompanhadas dos pais e responsáveis. “Essa atividade proporciona momentos de lazer em famílias, além de envolvê-los em atividades culturais e incentivar os cuidados com os animais”, observou a assistente social, Mara Rúbia Maia.

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Os serviços envolvem profissionais da Saúde, Psicologia e Serviço Social
No total, 4.992 famílias serão beneficiadas com o trabalho social que tem duração de 12 meses

A Prefeitura de Fortaleza segue, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor), com as ações do trabalho social no residencial Alameda das Palmeiras. Para esta semana, estão agendados atendimentos nas áreas da Saúde, Serviço Social e Psicologia.

As atividades seguem até sexta-feira (31/01), com atendimentos psicológicos e sociosassistenciais, nos períodos da manhã e tarde, enquanto os atendimentos médicos, principalmente para hipertensos e diabéticos, ocorrerão pela tarde. Ambos os serviços serão na Rua 411 Quadra 04 Lote 01.

Baseadas no Plano de Desenvolvimento Socioterritorial (PDST), as atividades consistem em promover, junto às famílias beneficiadas com unidades habitacionais, oportunidades de capacitação, conhecimento de seus direitos, além de noções de empreendedorismo, vida saudável e convívio social. “O trabalho social dá legitimidade às famílias, proporciona convívio social adequado e gera oportunidades de emprego e renda, visto que as famílias sem emponderam para criar seus próprios negócios, a partir das capacitações vividas”, destaca a titular da Habitafor, Olinda Marques.

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O trabalho social é uma atividade importante e que é transversal nos projetos vinculados à Habitação. Executado junto aos beneficiários dos programas habitacionais, já impactou positivamente a vida de quase 20 mil famílias, principalmente com formações sobre mobilização, organização e fortalecimento social, acompanhamento e gestão social da intervenção, educação ambiental e patrimonial, além do desenvolvimento socioeconômico.

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A ação fortalece a retomada o trabalho social na área
O residencial reúne 504 famílias beneficiadas pelo Projeto Vila do Mar

Uma equipe multidisciplinar da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) montará, nesta segunda-feira (20/01), um Posto de Orientação Urbanística Social (Pouso) no residencial Vila do Mar III, na Barra do Ceará. O objetivo é acolher demandas das famílias, bem como dar início ao trabalho social na área.

O Pouso reunirá profissionais das áreas de Serviço Social, Engenharia e Jurídica com o intuito de auxiliar os moradores a esclarecer dúvidas quanto aos seus direitos, assim como colaborar para solução de possíveis problemas relacionados ao residencial. “Vamos reunir equipes das coordenadorias de Programas Sociais, Programas Habitacionais e Assessoria Jurídica para proporcionar uma manhã de atendimentos às famílias, além de celebrar o início das ações do trabalho social após o reassentamento”, destaca Cynthia Caldas, assistente social da Habitafor.

O residencial Vila do Mar é formado por 504 apartamentos que receberam famílias beneficiadas pelas intervenções urbanísticas vinculadas ao Projeto Vila do Mar, na orla do grande Pirambu. O empreendimento foi entregue pelo prefeito Roberto Cláudio em duas etapas, sendo a primeiro com 240 unidades em dezembro de 2018 e a segunda com 264, no dia 23 de dezembro do ano passado.

Além da construção de novas moradias, a Prefeitura concedeu, por meio do Projeto Vila do Mar, mais de 3 mil papéis da casa, executou 1.309 melhorias habitacionais e requalificou quase 5 quilômetros de orla, bem como entregou espaços de lazer requalificado, como a Pracinha do Abel, construiu o Mercado dos Peixes, Ecoponto e Areninha.

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O encontro ocorreu na sede da Habitafor
Habitafor e SDE já desenvolve o projeto Balcão de Empregos

A Secretaria de Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) recebeu, nesta segunda-feira (13/01), representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e das empresas que executam o trabalho social para definir novos projetos em 2020. O foco dessas ações são as famílias que moram nos residenciais ou em áreas de intervenção urbanística em Fortaleza.

De acordo com a técnica em Empreendedorismo da SDE, Gardênia Mendes, o grande número de empreendedores, principalmente nos residenciais, levou a Prefeitura de Fortaleza a promover oportunidades de capacitação e apoio técnico para essas pessoas, sobretudo por meio do trabalho social gerenciado pela Habitafor. “Apresentamos os vários projetos que a SDE desenvolve com o empreendedorismo para, junto com a Habitafor, ampliar as ações dentro dos conjuntos habitacionais, como já acontece com o Balcão de Empregos”, disse.

O Balcão de Empregos teve início em junho do ano passado e, em seis edições, atendeu aproximadamente 300 pessoas com capacitação empreendedora e oportunidades no mercado de trabalho, em parceria com o Sine/IDT.

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Uma oficina de designer de sobrancelha foi a primeira atividade
Reunião para apresentar o trabalho social ocorreu nesta segunda-feira (13/01)

A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor) reuniu, na manhã desta segunda-feira (13/01), lideranças do residencial Cidade Jardim 2 para a apresentação do trabalho social que será desenvolvido junto às famílias. As atividades vão beneficiar as 5.968 famílias que residem no empreendimento e devem acontecer nos próximos 12 meses.

O trabalho social ocorre antes, durante e pós-entrega dos empreendimentos e é pautado em formações voltadas para o convívio social, mercado de trabalho, empreendedorismo e renda. "As ações propostas para o Cidade Jardim 2 só vêm para melhorar a qualidade de vida das pessoas. No entanto, elas não serão engessadas e poderão sofrer adequações para a melhor prestação do serviço", observou Mara Rubia Teixeira Maia, responsável pela empresa licitada para prestar o serviço.

Similar ao que já ocorreu em outros residenciais, o trabalho social no Cidade Jardim 2 é baseado em quatro eixos que abordam: Mobilização, organização e fortalecimento social; Acompanhamento e gestão social da intervenção; Educação ambiental e patrimonial; e Desenvolvimento socioeconômico. “Ao todo, serão 906 atividades, e, pela manhã, já tivemos a primeira ação que foi uma oficina de designer de sobrancelhas que se encaixa no eixo do desenvolvimento socioeconômico”, mencionou a secretária titular da Habitafor, Olinda Marques.

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Ação presente de forma transversal nos programas vinculados à política de habitação, o trabalho social promovido pela Prefeitura já beneficiou cerca de 20 mil famílias em vários bairros de Fortaleza.

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secretária em cima de palco falando ao microfone para pessoas assistindo
A ideia é que o trabalho seja desenvolvido durante um ano

A Prefeitura de Fortaleza apresentou a segunda etapa do trabalho social que será desenvolvido junto a famílias que vivem no residencial Alamedas das Palmeiras, no bairro Pedras (Regional VI). A apresentação do Plano de Desenvolvimento Social e Territorial (PDST) ocorreu nesta sexta-feira (13/12) e contou com a presença da titular da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor), Olinda Marques.

O PDST deve ocorrer nos próximos 12 meses, tempo em que o consórcio TPF/Quanta (empresas licitadas) deve desenvolver as mais de 20 atividades principais, além de outras de pequeno porte. Assim como o Projeto de Trabalho Social (PTS) desenvolvido anteriormente com as famílias, as ações dessa segunda fase se baseiam entre três eixos principais: o de mobilização e fortalecimento social, de educação ambiental e patrimonial e o de desenvolvimento socioeconômico. “A principal diferença entre PTS e PDST é que este último amplia o raio de atuação das ações, promovendo não apenas integração no residencial, mas também no seu entorno. Em paralelo a todas essas atividades, ocorrerá o acompanhamento da gestão social e de intervenção acompanhado pelo Município, por meio da Habitafor”, explica a assistente social da Secretaria, Joselania Magalhães.

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O trabalho social é uma ação transversal que ocorreu junto às famílias contempladas nos programas de habitação. No residencial Alameda das Palmeiras, quase 5.000 famílias já foram beneficiadas durante a primeira etapa com atividades de capacitação, educação, estímulo ao empreendedorismo e orientação de convívio social. Em toda a Cidade, a Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza já beneficiou cerca de 20 mil famílias. São casos como o da dona Maria Aparecida do Nascimento, que depois de participar de cursos de Empreendedorismo e Economia Solidária, montou o próprio negócio e ainda ajuda outros moradores. “Além dos meus produtos, eu ajudo outros vizinhos cedendo espaço na minha barraca, sendo que um vende pães e o outro vende água. Para mim, que tive momentos muitos difíceis na família, vi nos cursos a retomada da minha autoestima”, celebrou a moradora.

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A ação ocorreu na manhã de hoje no residencial Padre Caetano
Esta foi a sexta edição do projeto realizado em áreas de intervenções urbanísticas

A sexta edição do Projeto Balcão de Empregos, da Prefeitura de Fortaleza, levou aos moradores do residencial Padre Caetano, na Barra do Ceará, oportunidades de empregos, serviços de saúde e roda de conversa sobre empreendedorismo. A atividade, realizada por meio das secretarias do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) e Desenvolvimento Econômico (SDE), ocorreu sexta-feira (29/11) e contou com equipes do posto de saúde, Francisco Domingos da Silva, do Centro de Controle de Zoonoses de Fortaleza e do Sistema Nacional de Emprego (Sine).

No campo da saúde, os profissionais levaram doses de vacina contra o sarampo para pessoas de 18 a 29 anos, além de medicamentos contra verminoses para as crianças da comunidade. Também houve cuidados com os animais de estimação. Cães e gatos receberam vacinas contra a raiva e alguns fizeram teste de calazar.

Na área da empregabilidade, os moradores participaram de uma roda de conversa sobre empreendedorismo e questões voltadas para o mercado de trabalho. Os participantes receberam também orientações de como elaborar currículos, foram cadastrados no banco de dados para vagas disponíveis no sistema do Sine, além de receberem cartas de recomendação.

Casado e pai de dois filhos, José Barbosa aprovou a iniciativa e ainda saiu com a indicação de um emprego. “Gostei muito da atividade, pois fazia tempo que eu aguardava uma carta de recomendação na minha área que é a construção civil”, destacou o profissional, desempregado há cerca de um ano.

O Projeto do Balcão de Empregos faz parte das ações do trabalho social desenvolvido pela Prefeitura em áreas de intervenções urbanísticas e em residenciais, por meio da Habitafor. Com essa edição, cerca de 300 pessoas já foram beneficiadas.

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a imagem mostra uma jangada no mar
Evento tem o objetivo de valorizar as tradições da comunidade pesqueira da região

Como parte do trabalho social desenvolvido junto às famílias beneficiadas pelo projeto de urbanização do Vila do Mar, a Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor) promove neste sábado (05/10), no Pirambu, a I Regata Vila do Mar, que reunirá pescadores locais e tem o objetivo de valorizar as tradições da comunidade pesqueira da região.

A atividade deve reunir 20 embarcações entre botes e jangadas, principalmente moradores da colônia de pescadores Z-8, no Pirambu. “Com essa atividade valorizamos os aspectos socioeconômicos e ambientais, sobretudo da pesca artesanal e o resgate de uma forte tradição entre povos que vivem à beira mar”, destaca a titular da Habitafor, Olinda Marques. A Regata Vila do Mar, que também contará com equipes apoio, terá partida e chegada, na Praia dos Pocinhos.

A atividade faz parte do trabalho social desenvolvido pela Prefeitura de Fortaleza, a qual já beneficiou mais de 3 mil famílias, somente naquela área da Cidade. O trabalho é constituído de quatro eixos que abordam a mobilização, organização e fortalecimento social, acompanhamento e gestão social da intervenção, educação ambiental e patrimonial, além do desenvolvimento socioeconômico.

Além do trabalho social desenvolvido na área, a Prefeitura atua no reassentamento de famílias que viviam em área de risco, na entrega do papel da casa e nas ações de melhorias habitacionais.

Serviço
I Regata Vila do Mar
Data: 05/10 (sábado)
Horário: 8h
Local: Praia dos Pocinhos – Avenida Vila do Mar s/n (em frente ao ecoponto)

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Os cursos promovem bem-estar social e preparam para o mercado
As capacitações são focadas na organização comunitária, educação ambiental e de emprego e renda

Após entregar ações de urbanização e de regularização fundiária às comunidades do Campo Estrela e São Cristóvão (Regional VI), a Prefeitura de Fortaleza segue assistindo as famílias com atividades voltadas para o trabalho social naquela região. São capacitações focadas na organização comunitária, educação ambiental e de emprego e renda, desenvolvidas pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor). 

O trabalho técnico social desenvolvido no Campo Estrela e São Cristóvão beneficiou 1.863 famílias, com o objetivo de empoderar a comunidade para o convívio social, para boas práticas relacionadas ao meio ambiente e para o mercado de trabalho. De acordo com monitoramento da empresa responsável, 64 ações já foram executadas, desde 2018, junto aos moradores.

No eixo de mobilização e organização comunitária, os beneficiados receberam serviços de saúde, assistência social, emissão de documentos, além de oficinas sobre trabalho, ética, cidadania e socialização democrática. No campo da educação sanitária e ambiental, as palestras se concentraram na importância do sistema de esgotamento sanitário e os benefícios que ele traz para população. O eixo de geração de emprego e renda já apresentou para as famílias atividades de empreendedorismo e educação financeira, além de cursos profissionalizantes de Gastronomia e Segurança Alimentar, focado nas comidas de rua.

 “Em cada um dos eixos, a equipe técnica estimula a criação de novos negócios, valoriza os existentes e capacita para novas oportunidades, além de instigar ações de mobilização, associativismo e cooperativismo locais”, descreve a titular da Habitafor, Olinda Marques.

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Maria Aparecida divide a barraca com outras pessoas.
Maria Aparecida do Nascimento comercializa produtos alimentícios e ainda divide o espaço de sua banca com outros moradores  

A Prefeitura realizou, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor), mais uma etapa do trabalho social previsto para famílias do Residencial Alameda das Palmeiras, no bairro Pedras (Regional VI). Cerca de 5.000 famílias foram beneficiadas com palestras, capacitação e recreação.

Previsto no projeto de construção do empreendimento, o trabalho social no Alameda das Palmeiras resultou em 150 atividades num período de um ano e envolveu uma equipe multidisciplinar de mais de 40 profissionais.
Entre as ações, destaque para capacitações voltadas ao emprego e renda. Treinamentos nas áreas de gastronomia e beleza permitiram que famílias montassem o próprio negócio. Além disso, informações importantes sobre a elaboração de currículos, marketing pessoal, inteligência emocional no trabalho foram aplicadas entre as famílias beneficiadas com unidades no residencial. “Podemos destacar o trabalho qualificado e habilidoso dos profissionais em lidar com a comunidade e suas vulnerabilidades”, enfatizou Mazé Lima diretora da Star Produções, empresa responsável pela capacitação.

Para a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini, “o trabalho social é fundamental e complementa os anseios das famílias que habitam os empreendimentos. A execução da política habitacional não se dá apenas pela intervenção física e jurídica, mas também pelo trabalho social, que deve estar afinado às demandas das famílias beneficiadas, contribuindo para sua inserção social e gestão democrática dos investimentos públicos”, explica.

Resultados

Alguns dos resultados práticos já podem ser identificados como a capacidade de organização, o senso de solidariedade e a importância do trabalho em família.

No caso da família Damasceno, a dona Estefânia e a filha Jéssica, embora já trabalhassem com beleza, afirmam que a participação nos cursos elevou o sentimento de autoestima com o certificado exposto no salão. “Apesar de trabalharmos há muitos anos, eu nunca tive a oportunidade de fazer cursos e agora pude ter o meu diploma na parede e passar confiança para os meus clientes. Já a minha filha se especializou no design de sobrancelha e maquiagem e temos o salão como nossa renda principal”, explicou dona Estefânia.

Outro resultado do trabalho social foi identificado na marmitaria da dona Mairta Magalhães, conhecida como “Nêga”. Participante dos cursos, principalmente de culinária, ela conseguiu incrementar o negócio e atualmente fornece cerca de 50 refeições diariamente. “Os cursos me ajudaram a evoluir, me deram noções de finanças e organização de caixa”, afirmou a moradora.

Como resultado dos cursos de empreendedorismo e economia solidária, Maria Aparecida do Nascimento, não apenas montou o seu negócio como disponibiliza o espaço da própria banca para outros moradores. “Além dos meus produtos, eu ajudo outros vizinhos, dando espaço na minha barraca, sendo que um vende mais de 200 pães por dia e outro vende água. Para mim, que tive momentos muitos difíceis na família, vi nos cursos a retomada da minha autoestima” celebrou a microempreendedora.

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