A nova pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) nos supermercados da Capital indica que os preços de alimentos e produtos subiram 1,37%. O levantamento foi realizado nos dias 2 e 3 de julho. A média da soma de todos os 60 itens pesquisados ficou em R$ 483,54. No mês anterior, os mesmos produtos somavam R$ 477,00. O Procon acompanha, mensalmente, a evolução de preços de 60 produtos e alimentos mais procurados pelos consumidores, em 10 supermercados de Fortaleza.

A pesquisa está disponível no aplicativo "Proconomizar", nas plataformas android e iOS, bem como no Portal da Prefeitura de Fortaleza, no campo Defesa do Consumidor.

A laranja é o item com maior variação de preços (150%), podendo ser encontrada pelo valor de R$ 1,99 a R$ 4,99 o quilo. O pacote de farinha de milho, de 500g, é o segundo produto com maior variação, indo de R$ 1,29 a R$ 3,19, uma diferença de 147%.

Maiores variações

Produto Menor preço Maior preço Variação
Laranja (Kg) R$ 1,99 R$ 4,99 150,75%
Farinha de milho (500g) R$ 1,29 R$ 3,19 147,28%
Farinha de mandioca (kg) R$ 1,39 R$ 3,39 143,88%
Tomate (Kg) R$ 3,65 R$ 7,99 118,90%
Cenoura(Kg) R$ 3,31 R$ 6,99 111,17%

Confira todos os preços e variações da pesquisa

Segundo a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, uma boa dica para economizar é uma pesquisa prévia. "Antes de sair de casa, o consumidor pode acessar a pesquisa do Procon Fortaleza e verificar qual estabelecimento pratica os menores preços e se está localizado próximo de sua residência", disse. Ela também afirma que outra forma de economizar é optar por produtos da estação como frutas e legumes do período de produção, além de produtos próximo ao vencimento, que sempre possuem descontos. No entanto, Cláudia Santos alerta para o prazo limite de validade, que deve ser respeitado.

Em Fortaleza, bairros da Regional III, como Antonio Bezerra, Henrique Jorge e Parquelândia, apresentam os preços mais elevados. Nesta análise, o Procon ressalta que a média de preços por Regional pode ser afetada de acordo com a disponibilidade de produtos por supermercado.

Preços por Regionais

Regional Preço médio total
Regional III R$ 519,30
Regional Centro R$ 517,55
Regional V R$ 509,33
Regional I R$ 489,74
Regional VI R$ 489,62
Regional II R$ 446,11
Regional IV R$ 398,97

Metodologia

A pesquisa do Procon Fortaleza é dividida em itens de alimentação, carnes e aves, padaria, refrigerantes, frutas e verduras, higiene pessoal, limpeza doméstica e ainda cuidados e higiene infantil. Os preços são coletados presencialmente. O objetivo é oferecer ao consumidor fortalezense opções de preços e produtos na compra de itens de primeira necessidade.

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O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta quinta-feira (23/04), a pesquisa mensal de preços nos supermercados. Em abril, os 60 itens acompanhados subiram 5,50%, custando R$ 476,56. No levantamento anterior, os mesmos produtos somaram R$ 451,72. A nova pesquisa, que foi realizada nos dias 16 e 17 de abril, releva ainda que os preços da esponja de aço e do queijo coalho podem ser encontrados com variação acima de 100%.

As Regionais V e III apresentam os preços mais elevados custando, respectivamente, R$ 509,65 e R$ 505,65 a soma de todos os produtos. Já a Regional I concentra os menores valores, somando R$ 406,10 a média geral dos itens. O Procon ressalta que a média de preços, por regional, pode variar de acordo com a disponibilidade de produtos nos supermercados consultados.

Maiores variações

Produto Menor preço Maior preço Variação
Esponja de aço R$ 1,29 R$ 2,65 105,42%
Queijo coalho R$ 20,99 R$ 42,90 104,38%
Laranja R$ 2,59 R$ 4,99 92,66%
Abacaxi R$ 2,99 R$ 5,59 86,95%
Sabonete R$ 2,09 R$ 3,89 86,12%

Preços por Regional

Regional Preço médio total
Regional V R$ 509,65
Regional III R$ 505,65
Regional VI R$ 476,32
Regional Centro R$ 474,72
Regional II R$ 467,12
Regional IV R$ 439,59
Regional I R$ 406,10

Confira outras variações e preços de todos os produtos. A pesquisa também está disponível no aplicativo "Proconomizar", nas plataformas android e iOS, bem como no portal da Prefeitura de Fortaleza, no campo defesa do consumidor.

Segundo a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, os consumidores devem ter cautela, evitando correria aos supermercados, neste período de Pandemia. "Não identificamos falta de abastecimento de produtos nos supermercados. Portanto, não há motivo para compras acima da normalidade ou ida desnecessária ao supermercado", avaliou.

A pesquisa do Procon Fortaleza é consultiva, ou seja, não tem caráter de fiscalização de preços, mas a Diretora também reforça que os supermercados não podem se aproveitar do momento para elevar preços, sem justa causa, conforme é proibido pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). "Continuamos recebendo denúncias de preços abusivos e, caso constatada a irregularidade, o Procon poderá, inclusive, cassar o alvará de funcionando do estabelecimento".

Como denunciar
Denúncias e reclamações podem ser realizadas pela Central de Atendimento ao Consumidor, pelo número 151, bem como no portal da Prefeitura de Fortaleza. Também é possível realizar denúncias pelo aplicativo Procon Fortaleza, disponível nas plataformas android e iOS.

O Procon também disponibilizou outros telefones para denúncias (85 - 98439-6661 / 98896-8888 / 98970-9101).

 

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O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) registrou crescimento de 415% no número de denúncias envolvendo aumento abusivo nos preços de álcool em gel, máscaras e alimentos nos supermercados. A quantidade de denúncias subiu de 161, em 19 de março, para 830, até esta quarta-feira (15/4).

Das 830 denúncias recebidas pelo Procon, 232 estão relacionadas a preços abusivos nos supermercados. Desde o dia 9 de março, o Procon vem recebendo queixas de preços abusivos.

No dia 16 de marõ, a Prefeitura de Fortaleza desencadeou uma operação executada pelo Procon e pela Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) com o objetivo de apurar a elevação abusiva em estabelecimentos da Capital quanto aos preços de itens de prevenção à contaminação por Coronavírus.

Até esta segunda-feira (13/04), os fiscais da Agefis inspecionaram 346 estabelecimentos e realizaram 132 notificações. Nos casos de indícios de preços abusivos, a Agência notifica o estabelecimento, que deverá apresentar ao Procon Fortaleza a documentação que justifique e comprove a composição do preço dos produtos expostos à venda. 

De acordo com a diretora geral do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, mesmo sendo permitida a livre concorrência, o CDC proíbe a elevação sem justa causa. "O aumento na procura de máscaras e álcool em gel por conta do Coronavírus não justifica a elevação de preços desses itens", explica Cláudia Santos.

A Diretora também alerta que os supermercados não podem se aproveitar do momento para elevar preços e aumentar lucros. "Nós vamos averiguar quais estabelecimentos estão cometendo abusos contra o consumidor e, caso constadada a reincidência, o Procon poderá, inclusive, cassar o alvará de funcionando do estabelecimento".

Como denunciar
Denúncias e reclamações podem ser realizadas pela Central de Atendimento ao Consumidor, pelo número 151, bem como no catálogo de serviços do portal da Prefeitura de Fortaleza, no campo Defesa do Consumidor. Também é possível denunciar pelo aplicativo Procon Fortaleza.

A população também pode acionar a fiscalização por meio dos canais de denúncia da Agefis: o aplicativo Fiscalize Fortaleza (disponível para Android e IOS), o site Denúncia Fortaleza e o telefone 156

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Em fevereiro, o preço da laranja pode variar até 745,76%. É o que aponta a nova pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), nos supermercados da Capital. O levantamento, divulgado nesta sexta-feira (14/2), indica ainda que outros dez alimentos também apresentaram variações de preços acima de 100%. O Procon acompanha, mensalmente, a evolução de preços de 60 produtos e alimentos mais procurados pelos consumidores. A pesquisa, que foi realizada nos dias 10 e 11 de fevereiro, releva ainda que a soma de todos os produtos chega a R$ 455,60, o que representa 10,88% a mais, frente aos preços de janeiro, quando a soma de todos os itens ficou em R$ 410,89.

A orientação do Procon é pesquisar. O quilograma da laranja pode ser encontrado de R$ 0,59 a R$ 4,99, uma diferença que chega a 745,76%. O mamão também apresenta alta variação, indo de R$ 0,98 a R$ 3,49 (256,12%). O Procon ressalta que os preços podem sofrer alteração, de acordo com dias de promoções e ofertas.

Confira outras variações e preços de todos os produtos.

A pesquisa também está disponível no aplicativo "Proconomizar", nas plataformas android e iOS, bem como no portal da Prefeitura de Fortaleza, no campo defesa do consumidor.

Maiores variações

Produto Menor preço Maior preço Variação
Laranja R$ 0,59 R$ 4,99 745,76%
Mamão R$ 0,98 R$ 3,49 256,12%
Abacaxi R$ 1,69 R$ 5,99 254,43%
Cebola R$ 1,49 R$ 3,99 167,78%
Pimentão R$ 2,99 R$ 7,99 167,22%

De acordo com o novo levantamento, a Regional V apresenta a soma da média total dos preços mais elevada.

Preços por Regional

Regional Preço médio total
Regional V R$ 497,54
Regional II R$ 455,55
Regional III R$ 452,84
Regional I R$ 448,26
Regional Centro R$ 446,65
Regional IV R$ 420,30
Regional VI R$ 384,19

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, reforça que havendo divergência de preços entre o valor anunciado com o registrado no caixa de pagamento, o consumidor tem o direito de pagar sempre o menor valor. "O consumidor é a parte mais vulnerável na relação de consumo e, portanto, qualquer falha na prestação do serviço ou na compra de um produto deve privilegiar e compensar o consumidor".

Cláudia orienta que o consumidor opte por dias de ofertas, o que pode causar uma grande economia. "Sabemos que as redes de supermercados realizam promoções de frutas, legumes e carnes em determinados dias da semana". Outra dica, segundo a Diretora, é verificar o espaço de produtos próximos ao vencimento, pois sempre há preços mais atrativos. Mas ela alerta que produtos em promoção possuem as mesmas garantias previstas pelo Código de Defesa do Consumidor.

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O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta terça-feira (28/1), a primeira pesquisa do ano com preços de alimentos e produtos nos supermercados da Capital. Em janeiro, a soma média dos 60 itens pesquisados, ficou em R$ 410,89. O levantamento, que foi realizado nos dias 20 e 21 de janeiro, pode ser consultado pelo aplicativo "Proconomizar", que está disponível nas versões Android e iOS, bem como pelo portal da Prefeitura de Fortaleza.

Pelo menos 12 alimentos apresentaram variações de preços acima de cem por cento. Abacaxi, mamão e cebola podem variar até 276,72% (R$ 1,59 a R$ 5,99), 232,32 % (R$ 0,99 a R$ 3,29) e 187,05% (R$ 1,39 a R$ 3,99), respectivamente.

Maiores variações

Produto Menor preço Maior preço Variação
Abacaxi R$ 1,59 R$ 5,99 276,72 %
Mamão R$ 0,99 R$ 3,29 232,32 %
Cebola R$ 1,39 R$ 3,99 187,05 %
Laranja R$ 1,59 R$ 4,55 186,16 %
Cenoura R$ 1,99 R$ 5,69 185,92 %

Nesta primeira pesquisa, o Procon também realizou o comparativo entre as regionais da capital e encontrou os maiores preços na Regional V, onde ficam os bairros José Walter, Maraponga e Planalto Ayrton Senna, por exemplo. A soma dos 60 produtos nestes locais chega a R$ 474,74. A Regional do Centro vem em seguida totalizando R$ 457,23. Já a Regional IV, que agrega bairros como Benfica, Demócrito Rocha e Vila Pery apresenta os menos valores, somando R$ 286,08. O Procon lembra que a soma da média de todos os produtos nas regionais pode variar, de acordo com a disponibilidade dos itens pesquisados nos supermercados de cada Regional.

Preços por Regionais

Regional Preço médio total
Regional V R$ 474,74
Regional do Centro R$ 457,23
Regional III R$ 456,85
Regional I R$ 443,78
Regional VI R$ 354,10
Regional II R$ 343,33
Regional IV R$ 286,08

Cláudia Santos, diretora do Procon Fortaleza, lembra a necessidade de pesquisar, num mês que traz outras despesas compulsórias, como pagamento de taxas, impostos e despesas escolares. "Quando o consumidor opta por comprar em supermercados mais baratos, ele acaba forçando os estabelecimentos concorrentes a baixarem os preços, sob pena de verem seus produtos encalhados nas prateleiras dos supermercados", orienta a Diretora.

Dicas
- Verifique as datas de promoções e dias de ofertas;
- Analise os encartes distribuídos como sendo de produtos promocionais e exija os mesmos preços praticados nos caixas. Se houver divergência, o consumidor tem o direito de pagar sempre o menor valor;
- Avalie e faça as contas com as despesas mensais, como mensalidades escolares, impostos parcelados e outros;
- Faça uma lista dos produtos que realmente precisa comprar;
- Evite realizar as compras com fome ou acompanhado de crianças;
- Pesquise preços e verifique a melhor forma de pagamento e descontos nos pagamento à vista, em dinheiro e no cartão de crédito;
- Confira a data de validade dos produtos;
- Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando;
- Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra. Portanto, evite-os;
- Alimentos congelados devem ser colocados por último no carrinho para que sua qualidade não seja comprometida.

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A pesquisa completa pode ser acessada pelo aplicativo
A pesquisa completa pode ser acessada pelo aplicativo "Proconomizar"

O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta terça-feira (10/12), a última pesquisa do ano, que acompanha mensalmente a evolução de preços de 60 alimentos e produtos de primeira necessidade nos supermercados da Capital. O órgão realiza o comparativo, coletando preços de todas as Regionais de Fortaleza. Em dezembro, a alta chegou a 4,77%. Já no acumulado entre janeiro e dezembro de 2019, os preços subiram 5,29%. A pesquisa completa pode ser acessada pelo aplicativo "Proconomizar".

Em dezembro, também foram encontradas diferenças significativas entre os supermercados mais caros e os mais baratos. O preço do quilo da cebola, por exemplo, pode variar até 530%, indo de R$ 0,95 a R$ 5,99. O quilo do mamão também apresenta alta variação, custando de R$ 0,99 a R$ 3,79, uma diferença de 282%.

Confira aqui todos os preços.

Para a diretora geral do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, a alta de preços, em dezembro, já reflete a procura por produtos para as festas de fim de ano. "É normal quanto maior a procura por produtos, maior será a elevação de preços", frisou. A Diretora adianta que o Procon está preparando uma pesquisa com preços de produtos para as ceias de Natal e Reveillon.

Comparativo mensal

Mês Valor médio Variação
Janeiro R$ 439,23 sem comparativo
Fevereiro R$ 424,01 -3,46 %
Março R$ 454,44 +7,18 %
Abril R$ 446,83 -1,67 %
Maio R$ 447,91 +0,24 %
Junho R$ 456,98 +2,03 %
Julho R$ 440,65 -3,57 %
Agosto R$ 445,32 +1,06 %
Setembro R$ 409,79 -7,98 %
Outubro R$ 440,82 +7,57 %
Novembro R$ 436,93 -0,88 %
Dezembro R$ 457,78 +4,77 %

Entre as regionais, os bairros Antonio Bezerra, Parquelândia e Quintino cunha, bem os demais locais da Regional III concentram os maiores preços. Já nos bairros Benfica, Paranga e Vila Pery estão os menores preços.

Preços por regionais (Dezembro)

Regionais Preço médio total
Regional III R$ 521,52
Regional do Centro R$ 482,07
Regional V R$ 471,98
Regional II R$ 447,44
Regional VI R$ 445,38
Regional I R$ 417,93
Regional IV R$ 400,06

Dicas e direitos
1 - Verifique as datas de promoções e dias de ofertas;
2 - Analise os encartes distribuídos como sendo de produtos promocionais e exija os mesmos preços praticados nos caixas. Se houver divergência, o consumidor tem o direito de pagar sempre o menor valor;
3 - Faça uma lista dos produtos que realmente precisa comprar;
4 - Pesquise preços e verifique a melhor forma de pagamento e descontos nos pagamento à vista, em dinheiro e no cartão de crédito;
5 - Pode haver diferença de preços nos pagamentos em dinheiro ou cartão de crédito e débito;
6 - Confira a data de validade dos produtos;
7 - Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando;
8 - Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra. Portanto, evite-os;
9 - Alimentos congelados devem ser colocados por último no carrinho para que sua qualidade não seja comprometida;
10 - Os supermercados, mesmo que sejam da mesma rede, podem cobrar preços diferenciados entre os estabelecimentos físicos e os virtuais (sites, aplicativos, telemarketing).

Como denunciar
Denúncias podem ser realizadas no Portal da Prefeitura de Fortaleza (www.fortaleza.ce.gov.br), no campo defesa do consumidor e, também, pelo aplicativo Procon Fortaleza e ainda pela Central de Atendimento ao Consumidor 151.

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A nova pesquisa de preços nos supermercados da capital, realizada nesta segunda e terça-feira (4 e 5/11) pelo Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), aponta que, em novembro, a média de preços dos 60 produtos consultados, mensalmente, registrou redução de 0,88%. No mês passado, a soma dos itens ficou em R$ 440,82, enquanto que neste último levantamento a média da soma de todos os produtos chega a R$ 436,93.

A penúltima pesquisa do ano também indica que as Regionais III e V possuem os preços mais elevados, totalizando R$ 488,57 e R$ 463,48, respectivamente, a média da soma dos 60 produtos. Já a regional IV soma os menores valores. A média de todos os itens ficou em R$ 339,44.

Preços por regionais

Regionais Preço médio total
Regional III R$ 488,57
Regional V R$ 463,48
Regional VI R$ 459,51
Regional I R$ 453,29
Regional II R$ 431,06
Regional Centro R$ 375,96
Regional IV R$ 339,44

Mesmo com a redução de preços, no mês de novembro, a pesquisa encontrou altas variações de preços entre os supermercados. O quilo do tomante, por exemplo, pode ser encontrado de R$ 1,29 a R$ 5,99, uma diferença de 364%.

Cinco maiores variações

Produto Menor preço Maior preço Variação
Tomate (Kg) R$ 1,29 R$ 5,99 364,34%
Cebola (Kg) R$ 1,29 R$ 4,99 286,82%
Batata (Kg) R$ 1,55 R$ 5,98 285,80%
Mamão (Kg) R$ 0,99 R$ 3,79 282,82%
Banana (Kg) R$ 1,68 R$ 5,99 256,54%

Toda a pesquisa está disponível no aplicativo "Proconomizar", nas plataformas android e iOS, bem como no portal da Prefeitura de Fortaleza.

Cláudia Santos, diretora do Procon Fortaleza, orienta que o consumidor pesquise sempre os estabelecimentos com preços mais baratos. "O consumidor deve ficar atento às promoções e aos dias de ofertas, pois isso pode fazer uma grande diferença no orçamento doméstico. O ideal é comprar pouco e toda semana ir ao supermercado". A Diretora também avalia que a tendência é de aumento de preços por conta da proximidade das festas de fim de ano.

A pesquisa do Procon Fortaleza é dividida em itens de alimentação, carnes e aves, padaria, refrigerantes, frutas e verduras, higiene pessoal, limpeza doméstica e ainda cuidados e higiene infantil.

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Em outubro, os preços de alimentos e produtos nos supermercados de Fortaleza estão mais caros. Segundo a nova pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), divulgada nesta quarta-feira (23/10), a média dos 60 produtos pesquisados mensalmente subiu 7,57%, somando R$ 440,82, frente ao levantamento passado (3 e 4/9), em que os mesmos produtos somavam R$ 409,79. Isso representa a maior alta, desde o início do ano. A pesquisa está disponível no aplicativo "Proconomizar", nas plataformas android e iOS, bem como no portal da Prefeitura de Fortaleza.

Na pesquisa, o Procon também faz um comparativo de preços entre as regionais. A Regional III, onde estão os bairros Antonio Bezerra, Parquelândia e Quintino Cunha, entre outros, concentra os preços mais elevados, em outubro. Já a Regional VI possui os preços mais baixos.

Preços por regionais

Regionais Preço médio total
Regional III R$ 492,80
Regional V R$ 473,81
Regional II R$ 452,44
Regional VI R$ 431,00
Regional I R$ 414,86
Regional do Centro R$ 414,63
Regional IV R$ 328,63

Entre as maiores variações, o Procon encontrou preços que podem variar até 182,32%. É o caso do quilo do pimentão, que pode ser comprado de R$ 1,98 a R$ 5,59.

Cinco maiores variações

Produto Menor preço Maior preço Variação
Pimentão (Kg) R$ 1,98 R$ 5,59 182,32%
Alho (Kg) R$ 15,98 R$ 39,00 144,05%
Queijo (Kg) R$ 17,90 R$ 38,90 117,31%
Feijão (Kg) R$ 2,32 R$ 4,99 115,08%
Molho de tomate (sachê) R$ 0,95 R$ 1,99 109,47%

Consulte aqui os preços de todos os 60 produtos.

Cláudia Santos, diretora do Procon Fortaleza, lembra que os estabelecimentos são obrigados a cumprir as ofertas e promoções anunciadas, sob pena de multa de até R$ 13 milhões. "Se houver divergência entre o preço anunciado e o preço registrado no caixa, o consumidor deve pagar sempre o menor valor", explicou.

A pesquisa do Procon Fortaleza é dividida em itens de alimentação, carnes e aves, padaria, refrigerantes, frutas e verduras, higiene pessoal, limpeza doméstica e ainda cuidados e higiene infantil.

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O preço do tomate, por exemplo, varia até 313,10%, sendo encontrado de R$ 1,45 a R$ 5,99
O preço do tomate varia até 313,10%, sendo encontrado de R$ 1,45 a R$ 5,99

Em setembro, os preços de alimentos e produtos nos supermercados da capital cearense registraram redução de 7,98%. É o que aponta a nova pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), divulgada nesta sexta-feira (06/09). No mês passado, a soma dos 60 produtos pesquisados mensalmente pelo Procon ficou em R$ 445,32, enquanto que neste último levantamento, realizado terça e quarta-feira (3 e 4/9), a média total dos produtos ficou em R$ 409,79.

Mesmo sendo a maior redução do ano, o Procon alerta que pode haver grande variação entre os supermercados pesquisados. O preço do tomate, por exemplo, varia até 313,10%, sendo encontrado de R$ 1,45 a R$ 5,99. O quilo do pimentão também apresenta alta diferença, indo de R$ 1,39 a R$ 5,15, ou seja, 270,50%.

Quando o comparativo é feito entre os bairros, a Regional do Centro continua concentrando os preços mais elevados, totalizando R$ 479,90 a soma da média de todos os 60 produtos pesquisados mensalmente. Já a Regional VI, onde estão os bairros Aerolândia, Passaré e Messejana, por exemplo, possui os preços mais baixos, somando, os mesmos itens, cerca de R$ 321,61. 

Preços por regionais

Regionais Preço médio total
Regional do Centro R$ 479,90
Regional V R$ 446,25
Regional III R$ 441,98
Regional I R$ 428,38
Regional IV R$ 413,77
Regional II R$ 336,76
Regional VI R$ 321,61

Cinco maiores variações

Produto Menor preço Maior preço Variação
Tomate (Kg) R$ 1,45 R$ 5,99 313,10%
Pimentão (Kg) R$ 1,39 R$ 5,15 270,50%
Abacaxi (Unidade) R$ 1,89 R$ 6,99 269,84%
Batata (Kg) R$ 2,48 R$ 8,59 246,37%
Cenoura(Kg) R$ 1,89 R$ 5,98 216,40%

Consulte aqui os preços de todos os 60 produtos.

Cláudia Santos, diretora do Procon Fortaleza, lembra que os estabelecimentos são obrigados a cumprir as ofertas e promoções anunciadas. "Se houver divergência entre o preço anunciado e o preço registrado no caixa, o consumidor deve pagar sempre o menor valor", explicou.

A pesquisa do Procon Fortaleza é dividida em itens de alimentação, carnes e aves, padaria, refrigerantes, frutas e verduras, higiene pessoal, limpeza doméstica e ainda cuidados e higiene infantil. A pesquisa também está disponível no aplicativo "Proconomizar", nas plataformas android e iOS.

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Em agosto, os preços de alimentos e produtos nos supermercados da capital registraram elevação de 1,06%, segundo a nova pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), divulgada nesta segunda-feira (12/08). No mês passado, a soma dos 60 produtos pesquisados mensalmente ficou em R$ 440,65, enquanto que neste último levantamento, realizado nos dias 5 e 6 de agosto, a soma ficou em R$ 445,32.

A pesquisa também aponta que a Regional do Centro concentra os preços mais elevados nos supermercados totalizando R$ 488,50 a soma da média de todos os 60 produtos pesquisados mensalmente, enquanto que a Regional IV possui os preços mais baixos, somando os mesmos itens R$ 391,97.

Pelo menos 13 itens apresentam diferença acima de cem por cento entre o supermercado mais caro e o mais barato. A unidade do abacaxi pode ser comprado de R$ 1,99 a R$ 7,99, conferindo uma diferença de 301,50%. O quilo da banana e do alho também apresentam alta variação de preços com 202,52% (R$ 1,98 a R$ 5,99) e 202,32% (R$ 12,90 a R$ 39,00) de diferença, respectivamente.

Cinco maiores variações

Produto Menor preço Maior preço Variação
Abacaxi (Unidade) R$ 1,99 R$ 7,99 301,50%
Banana (Kg) R$ 1,98 R$ 5,99 202,52%
Alho (Kg) R$ 12,90 R$ 39,00 202,32%
Cenoura (Kg) R$ 2,28 R$ 6,19 171,49%
Laranja(Kg) R$ 1,48 R$ 3,99 169,59%

Consulte aqui os demais preços dos 60 produtos.

Cláudia Santos, diretora do Procon Fortaleza, orienta que consumidores fiquem atentos a algumas estratégias de marketing nos supermercados. "Geralmente, aqueles produtos que são de interesse de venda mais rápida ficam posicionados, nas prateleiras, na altura do olho humano e nem sempre possuem os melhores preços", alertou. Ela também chama a atenção de que outros produtos com apelo de venda são aqueles que ficam na entrada dos supermercados com tarjas e anúncios de promoção, complementa a Diretora.

Dicas e direitos
1 - Verifique as datas de promoções e dias de ofertas;
2 - Analise os encartes distribuídos como sendo de produtos promocionais e exija os mesmos preços praticados nos caixas. Se houver divergência, o consumidor tem o direito de pagar sempre o menor valor;
3 - Faça uma lista dos produtos que realmente precisa comprar;
4 - Pesquise preços e verifique a melhor forma de pagamento e descontos nos pagamento à vista, em dinheiro e no cartão de crédito;
5 - Pode haver diferença de preços nos pagamentos em dinheiro ou cartão de crédito e débito;
6 - Confira a data de validade dos produtos;
7 - Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando;
8 - Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra. Portanto, evite-os;
9 - Alimentos congelados devem ser colocados por último no carrinho para que sua qualidade não seja comprometida;
10 - Os supermercados, mesmo que sejam da mesma rede, podem cobrar preços diferenciados entre os estabelecimentos físicos e os virtuais (sites, aplicativos, telemarketing).

Como denunciar
Denúncias podem ser realizadas no Portal da Prefeitura de Fortaleza (www.fortaleza.ce.gov.br), no campo defesa do consumidor e, também, pelo aplicativo Procon Fortaleza e ainda pela Central de Atendimento ao Consumidor 151.

Publicado em Economia
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