O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, na quinta-feira (7/6), uma pesquisa com 80 opções de preços de produtos e serviços para o Dia dos Namoradores, comemorado na próxima terça-feira (12/6). É a maior pesquisa já feita para o Dia dos Namorados. No ano passado, o Procon coletou preços de 35 produtos e serviços. Já neste levantamento, realizado entre os dias 28 e 30 de maio, bem como nos dias 1, 4 e 5 de junho, o órgão coletou preços de diferentes produtos e serviços, como cestas de café da manhã, eletroeletrônicos e destinos românticos para os namorados.

A maior variação foi encontrada no preço das suítes de motéis, podendo chegar a 790% o valor do mesmo quarto com características semelhantes, indo de R$ 80,00 a opção mais em conta, no bairro Parangaba, que fica na Regional IV à R$ 712,00, no bairro Luciano Cavalcante, na Regional II. O Procon também pesquisou preços de produtos para embelezamento masculino e feminino, como barbeadores, máquinas de cortar cabelo, pranchas e secadores de cabelo. Há ainda opções de smartphones e notebooks, perfumes e cestas de café da manhã. Para os namorados que desejarem viajar, o Procon elaborou uma lista de pacotes turísticos românticos pelo estado nas regiões Norte, Sul, Sertão Central, Serras de Baturité e de Ibiapaba e nos litorais Leste e Oeste.

Confira todos os preços aqui.

Entre os secadores de cabelo, é possível economizar até 142% optando pelo mesmo produto no estabelecimento mais barato. Em uma loja, que fica no bairro São Gerardo, o eletroeletrônico foi encontrado de R$ 139,99, enquanto que em outra loja o mesmo secador custa R$ 339,00.

Os smartphones, que são bastante procurados como presente neste período, podem variar até 50% entre o mais em conta, que sai por R$ 999,00 à R$ 1.499,00 o mais caro, o mesmo modelo.

O Procon elaborou sugestões de destinos turísticos para os namorados, contemplando regiões do estado do Ceará. Confira abaixo os menores e maiores preços de pacotes com duas diárias para hospedagens no período de 15 à 17/6.

REGIÃO MENOR MAIOR VARIAÇÃO
Sul - Cariri (Juazeiro do Norte) R$ 185,00 R$ 604,00 226,49%
Serra da Ibiapaba (Viçosa) R$ 240,00 R$ 700,00 191,67%
Litoral Leste (Fortim) R$ 260,00 R$ 720,00 176,92%
Capital (Fortaleza) R$ 530,00 R$ 1.336,30 152,13%
Sertão Central (Quixadá) R$ 260,00 R$ 484,00 86,15%
Litoral Oeste (Cumbuco) R$ 278,80 R$ 460,00 64,99%
Norte (Sobral) R$ 240,00 R$ 300,00 25,00%
Serra de Baturité (Guaramiranga) R$ 480,00 R$ 560,00 16,67%

Preços na internet

Na pesquisa, o Procon também fez um comparativo entre os mesmos produtos que são vendidos em lojas físicas e pela internet. O objetivo, nesta tabela, é identificar a e economia de preços nas compras virtuais. Nesta análise, 75% dos produtos estão mais baratos pela internet.

PRODUTO LOJA FÍSICA LOJA VIRTUAL VARIAÇÃO
IPHONE 6 32 GB TELA 4.7 IOS 8 8MP 1.4 GHZ DUAL CORE R$ 2.499,00 R$ 1.999,00 25,01%
MOTO G 5S ANDORID 7.1.1 NOUGAT 32 GB SNAPDRAGON 16 MP R$ 949,00 R$ 799,00 18,77%
IPHONE 8 64 GB TELA 4.7 IOS 11 12 MP WIFI R$ 3.999,00 R$ 3.398,99 17,65%
SAMSUMG GALAXY J2 PRIME TV QUADCORE 1.4 GHZ 16 GB 8MP R$ 599,00 R$ 519,00 15,41%
LG K10 POWER NOUGAT 32 GB 4G 13 MP R$ 829,00 R$ 759,00 9,22%
SAMSUMG GALAXY S8 64 OCTACORE 2.3 GHZ ANDROID 7.0 12MP R$ 3.099,00 R$ 2.878,90 7,65%
LG Q6 PLUS FULL HD + SNAPDRAGON MSM8940 64 GB 13 MP R$ 999,00 R$ 1.013,90 -1,47%
MOTO Z2 FORCE ANDROID 7.1  OCTACORE 64 GB 6GN RAMN 12MP R$ 1.899,00 R$ 2.331,00 -18,53%

Para a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, é possível haver preços diferenciados entre lojas físicas e virtuais, mesmo que sejam da mesma rede. "Não é considerada uma infração ao Código de Defesa do Consumidor praticar preços diferenciados em meios diferentes de venda, ou seja, na loja física há custos operacionais diferentes da loja virtual", disse. A Diretora alerta para o consumidor consultar a idoneidade da empresa, principalmente nas compras pela internet.

Metodologia
É importante destacar que as opções pesquisadas possuem diversas referências e especificações. Os preços estão distribuídos em beleza, tecnologia, perfumes, ramalhete de rosas, cestas de café da manhã e ainda suítes de motéis, pousadas e hotéis. Os preços podem variar, dependendo da reserva e da data da compra.

Direitos
Exija sempre a nota, cupom fiscal ou recibo da compra. É a garantia de que seus direitos como consumidor serão resguardados e poderão ser reclamados.

Produto eletrônico deve ser testado antes da compra. Caso apresente defeito ou vício de fábrica após a compra, o produto deverá ser encaminhado à assistência técnica, que tem o prazo de até 30 dias para realizar o reparo, a partir da data da compra. Caso o problema não seja resolvido, o comerciante é obrigado a fazer a troca por um outro de igual valor ou devolver o dinheiro corrigido.

Se for comprar na internet, consulte o histórico da empresa em sites de busca e verifique se a loja informa dados como CNPJ, endereço, telefone ou e-mail.

Nas compras feitas pela internet, por telefone ou catálogo, existe o “direito de arrependimento” para desistir da compra sem qualquer motivo. O prazo para desistência é de sete dias, a contar da data de recebimento do produto.

É bom lembrar que poderá haver diferenciação de preços para pagamentos com cartão de crédito e em dinheiro.

 

 

 

 

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O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) identificou a maior elevação de preços nos supermercados, desde janeiro de 2018. O levantamento, realizado nos dias 22 e 23 de maio, indica que a soma da média dos 60 itens pesquisados chega a R$ 414,87. Em janeiro (23 e 24), os mesmos produtos somavam R$ 390,25, indicando que, do ínicio do ano ano até maio, os preços de alimentos e produtos subiram 6,31% nos supermercados.

Entre os produtos e alimentos pesquisados, o abacaxi apresentou a maior variação, podendo ser comprado de R$ 2,69 a cinco vezes o mesmo valor, custando até R$ 14,39, uma diferença de 434,94%.

Quando o comparativo é a soma média dos produtos entre as regionais da Capital, os supermercados da Regional III, onde estão bairros como Antônio Bezerra, Bela Vista e Parquelândia, concentram os preços mais elevados. Neste comparativo, o Procon levou em consideração a média do preço total dos supermercados em cada regional, quando havia mais de um estabelecimento na regional.

REGIONAL PREÇO TOTAL MÉDIO

REGIONAL PREÇO TOTAL MÉDIO
Secretaria Regional III R$ 462,67
Secretaria Regional VI R$ 447,90
Secretaria Regional V R$ 434,25
Regional do Centro R$ 413,42
Secretaria Regional II R$ 393,51
Secretaria Regional I R$ 369,31
Secretaria Regional IV R$ 365,59

A pesquisa mensal do Procon Fortaleza é dividida, ainda, entre itens de alimentação, carnes e aves, padaria, refrigerantes, frutas e verduras, higiene pessoal, limpeza doméstica e higiene infantil. Consulte todos os preços aqui.

Dos 35 produtos que sofreram maior alta de preços entre abril e maio, o artigo de higiene pessoal, fio dental, de 100 metros, foi o que apresentou maior elevação, sendo comprado em abril, por R$ 8,43 e, neste último levantamento, por R$ 9,68, o que representa 14,13%. O quilo do mamão também é um dos alimentos mais caros em maio, sendo encontrado de R$ 2,95, enquanto que em abril, o valor era de R$ 2,58, uma alta de 14,13%.

Outros alimentos também sofreram redução no preço médio, entre abril e maio. O quilo do tomate caiu de R$ 4,29 para R$ 3,61, uma redução de 15,82%. O quilo da banana prata também reduziu de R$ 5,10 para R$ 4,29, uma queda de 15,81%.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, avalia que o resultado da pesquisa não tem relação com a alta de preços nos supermercados, ocasionada pela greve dos caminhoneiros e, consequentemente, a escassez de produtos e alimentos. "Coletamos os preços bem no início da greve, quando os supermercados ainda estavam abastecidos", disse. Mas a diretora adianta que uma nova pesquisa deve identificar elevações de preços consideráveis e orienta os consumidores a manter cautela na compra de produtos em supermercados, até que seja normalizado o abastecimento.

Maiores variações (acima de 100%)

PRODUTO MENOR MAIOR VARIAÇÃO
Abacaxi R$ 2,69 R$ 14,39 434,94%
Tomate R$ 1,68 R$ 6,89 310,12%
Banana Prata R$ 1,88 R$ 6,00 219,15%
Alho R$ 9,78 R$ 30,00 206,75%
Cenoura R$ 1,99 R$ 4,99 150,75%
Batata R$ 1,99 R$ 4,38 120,10%
Cebola R$ 2,79 R$ 5,99 114,70%
Queijo Mussarela R$ 18,90 R$ 38,98 106,24%
Laranja pera R$ 1,89 R$ 3,79 100,53%
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O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta quinta-feira (08/03), a pesquisa com preços de ovos de chocolate e de ingredientes para a fabricação caseira de produtos para a Páscoa. O levantamento foi realizado entre os dias 6 e 7 de março, em dez estabelecimentos da Capital, entre supermercados e lojas do varejo. A diferença no preço do mesmo item com a mesma marca e peso pode chegar a 97,43% na barra de chocolate meio amargo (100g) para fabricação caseira do ovo de Páscoa, variando entre R$ 4,28, no estabelecimento mais barato, e R$ 8,45 no local mais caro. Já entre os ovos de chocolate prontos para consumo, a variação mais elevada está no Bis Oreo (318g), que pode ser encontrado de R$ 35,49 a R$ 54,99, indicando uma variação de 54,95%.

O Procon dividiu a pesquisa entre ovos de páscoa convencionais e infantis de três grandes marcas nacionais (Nestlé, Garoto ou Lacta). Os preços foram coletados presencialmente, observando as gôndolas dos estabelecimentos.

Confira aqui a pesquisa completa

No comparativo de preços entre as Regionais, o Procon identificou que na Regional do Centro estão os preços mais elevados. Nesta análise, o Procon levou em consideração os estabelecimentos que possuem a partir de 80% de abastecimento dos itens consultados.

Segundo a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, a compra dos ovos de chocolate com antecedência pode resultar em economia, uma vez que a proximidade da data comemorativa acaba elevando os preços. Ela também orienta como proceder em casos de compra de ovos de páscoa com brinquedos e que apresentem defeito. "O consumidor deve procurar o estabelecimento onde adquiriu o produto, levando a nota fiscal, e solicitar a troca. Não sendo resolvido, o consumidor deve registrar reclamação no Procon Fortaleza para apurarmos a infração", afirmou.

Maiores variações
Regionais                             PREÇO TOTAL
Secretaria Regional Centro      R$ 2.028,55
Secretaria Regional VI            R$ 1.940,01
Secretaria Regional V             R$ 1.895,01
Secretaria Regional II             R$ 1.809,36
Secretaria Regional III            R$ 1.547,79

Maiores variações
PRODUTO                            MENOR                   MAIOR                   VARIAÇÃO
Chocolate meio amargo
classic – barra 100g              R$ 4,28                   R$ 8,45                  97,43%
Chocolate ao leite
barra 115g                           R$ 3,58                   R$ 6,39                  78,49%
Chocolate em pó solúvel
(“Padre”) 200g                     R$ 10,89                 R$ 18,99                 74,38%
Bis Oreo 318g                      R$ 35,49                 R$ 54,99                  54,95%
Kit-Kat 313g                        R$ 30,99                 R$ 47,99                  54,86%
Hot Wheels 170g                  R$ 35,99                 R$ 55,29                  53,63%
Barbie Chef 170g                 R$ 35,99                  R$ 54,99                  52,79%
Surpresa 150g
Pet Gato                             R$ 30,28                  R$ 46,15                  52,41%
Surpresa 150g
Pet Cachorro                       R$ 30,28                  R$ 46,11                  52,28%
Sonho de Valsa 330g           R$ 35,99                  R$ 52,99                  47,24%

Dicas
Pesquise preços e a qualidade dos produtos, pois o barato pode sair caro. Por exemplo, ovos de páscoa caseiros sempre são mais baratos, entretanto, temos que saber de sua procedência.

O consumidor deve ficar atento às informações detalhadas sobre data de validade do produto, peso e composição. A embalagem deve estar em boas condições de armazenamento, verificando se não há amassados ou furos que podem contaminar o produto.

Os pais também não devem deixar de observar sobre a qualidade dos brinquedos. Todos devem estar certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) ou ainda pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), além de serem compatíveis com a idade da criança.

Se o ovo de chocolate for importado, deve constar no rótulo a tradução em português. Exija sempre a nota fiscal para resguardar o direito de troca ou possível reclamação.

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Estão mais caros, cebola, alho, margarina e carnes
O levantamento, realizado nos dias 20 e 21/2, aponta uma elevação de 5,66% no preço médio total dos 60 itens pesquisados.

O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta quarta-feira (28/02), a segunda pesquisa do ano com preços de alimentos e produtos nos supermercados da Capital. O levantamento, realizado nos dias 20/02 e 21/02, aponta uma elevação de 5,66% no preço médido total dos 60 itens pesquisados. Em janeiro, a soma desses produtos chegava a R$ 390,25, enquanto, neste mês de fevereiro, o valor médio total subiu para R$ 412,35.

Assim como na pesquisa anterior, o Procon realizou o comparativo de preços dos supermercados entre as seis Regionais, mais o Centro de Fortaleza. Os preços mais baixos estão na Regional IV, onde estão bairros como Benfica, Bairro de Fátima e Montese.

Dos 60 produtos pesquisados, 31 itens apresentaram aumento no preço médio e 28 sofreram baixa no preço médio, enquanto apenas um produto não sofreu alteração. Estão mais caros, cebola, alho, margarina e carnes.

Confira todos os preços aqui.

Segundo a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, a pesquisa mensal tem como objetivo oferecer ao consumidor diversas opções de preços e marcas, com itens divididos em alimentação, carnes e aves, padaria, refrigerantes, frutas e verduras, higiene pessoal, limpeza doméstica e ainda produtos de higiene infantil. "É bom lembrar que é um direito do consumidor pagar pela oferta anunciada, ou seja, o supermercado deve cumprir o preço de encartes e da propaganda", explicou.

REGIONAIS                                   PREÇO TOTAL MÉDIO
Regional do Centro                          R$ 425,55
Regional III                                     R$ 423,47
Regional VI                                     R$ 410,68
Regional V                                      R$ 402,35
Regional II                                      R$ 369,48
Regional I                                       R$ 349,42
Regional IV                                     R$ 347,34

Maiores variações (acima de 100%)
PRODUTO                         MENOR                      MAIOR                      VARIAÇÃO
Alho                                  R$ 6,90                      R$ 44,00                    537,68%
Pimentão                           R$ 1,39                      R$ 5,39                      287,77%
Tomate                              R$ 2,59                      R$ 6,98                     169,50%
Presunto de Peru                R$ 9,78                      R$ 26,15                    167,38%
Batata Inglesa                    R$ 1,98                      R$ 4,59                      131,82%
Mamão                              R$ 1,29                      R$ 2,98                      131,01%
Laranja Pêra                      R$ 1,65                      R$ 3,75                      127,27%
Cenoura                            R$ 2,38                      R$ 4,99                      109,66%
Queijo Mussarela                R$ 15,99                    R$ 32,90                    105,75%
Coentro                             R$ 0,98                      R$ 1,99                      103,06%
Banana Prata                     R$ 2,98                      R$ 5,99                      101,01%
Frango                              R$ 4,98                      R$ 9,99                      100,60%

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Os 47 produtos pesquisados mensalmente, registraram uma redução de 5,56% na média geral, quando comparados os preços praticados entre o início e o final deste ano
Feijão, arroz e açúcar ficaram mais baratos para o fortalezense no período de 12 meses (Foto: Kaio Machado)

Os 47 produtos pesquisados mensalmente pelo Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) registraram uma redução de 5,56% na média geral, quando comparados os preços praticados entre o início e o fim deste ano. A soma de todos os itens em janeiro foi de R$ 278,37, caindo para R$ R$ 262,89 em dezembro de 2017.  O quilo do feijão, por exemplo, custava, em janeiro de 2017, uma média de R$ 5,58 nos supermercados da Capital, enquanto neste último levantamento, realizado nos dias 19 e 20 de dezembro, o preço médio do quilo do alimento caiu para R$ 3,64, o que significa uma redução de 34,77%. Já o açúcar era comprado de R$ 2,85 em janeiro e, agora, pode ser adquirido por R$ 2,15, ou seja, 24,56% de queda na média geral. O arroz também sofreu redução de 11,29% no preço médio, passando de R$ 3,19 para R$ 2,83 no período de 12 meses.

Para a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, a última pesquisa com o comparativo realizado entre o início e o fim de 2017 comprova que o consumidor possui o poder de compra e sua escolha influencia na variação de preços. "Quando o consumidor opta por preços mais baixos, ele está, na verdade, forçando o mercado a reduzir o valor de produtos mais caros", afirmou.

Preços em dezembro
Mas a última pesquisa do ano nos supermercados da Capital continua a apontar uma variação alta entre os supermercados mais caros e os mais baratos, chegando a 671% nos preços de alimentos e produtos de primeira necessidade. O quilo do alho foi o item que mais variou, podendo ser comprado de R$ 5,90 a R$ 45,50. Em seguida, o tomate, cuja variação ficou em 245%, sendo encontrado de R$ 1,59 a R$ 5,49, o quilo.

Confira aqui todos os preços aqui.

O que subiu em 2017
PRODUTO                 JANEIRO                   DEZEMBRO                   VARIAÇÃO
Ovos                         R$ 13,90                    R$ 17,50                        25,90%
Farinha                      R$ 4,23                     R$ 4,68                          10,64%
Batata                       R$ 3,21                     R$ 3,54                          10,28%
Coentro                     R$ 1,29                     R$ 1,39                          7,75%
Carne Bovina 1ª         R$ 31,20                   R$ 33,31                        6,76%

O que caiu em 2017
PRODUTO                JANEIRO                    DEZEMBRO                   VARIAÇÃO
Feijão                       R$ 5,58                      R$ 3,64                         -34,77%
Pimentão                  R$ 6,08                      R$ 3,97                         -34,70%
Laranja                     R$ 3,84                      R$ 2,67                         -30,47%
Açúcar                      R$ 2,85                      R$ 2,15                         -24,56%
Alho                         R$ 25,37                    R$ 20,81                        -17,97%

Maiores variações
Dezembro/2017
PRODUTO                MENOR                        MAIOR                         VARIAÇÃO
Alho                         R$ 5,90                        R$ 45,50                      671,19%
Tomate                     R$ 1,59                       R$ 5,49                        245,28%
Pimentão                  R$ 1,98                        R$ 5,49                        177,27%
Feijão                       R$ 1,99                        R$ 4,58                        130,15%
Laranja                     R$ 1,68                        R$ 3,79                        125,60%

Dicas e direitos nos supermercados
- Verifique as datas de promoções e dias de ofertas;
- Analise os encartes distribuídos como sendo de produtos promocionais e exija os mesmos preços praticados nos caixas. Se houver divergência, o consumidor tem o direito de pagar sempre o menor valor;
- Avalie e faça as contas com as despesas mensais, como mensalidades escolares, impostos parcelados e outros;
- Faça uma lista dos produtos que realmente precisa comprar;
- Evite realizar as compras com fome ou acompanhado de crianças;
- Pesquise preços e verifique a melhor forma de pagamento e descontos nos pagamento à vista, em dinheiro e no cartão de crédito;
- Confira a data de validade dos produtos;
- Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando;
- Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra. Portanto, evite-os;
- Alimentos congelados devem ser colocados por último no carrinho para que sua qualidade não seja comprometida.

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Frutas e enlatados apresentam maior variação, neste Natal.
Frutas e enlatados apresentam maior variação neste Natal

O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta terça-feira (19/12), a pesquisa com produtos da ceia de Natal. O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 18 de dezembro em dez supermercados, localizados nas seis Regionais, além do Centro de Fortaleza. A maior variação de preços foi encontrada nas frutas e produtos enlatados, que podem custar até o dobro do preço entre os estabelecimentos consultados. Segundo o Procon, os preços podem estar ainda maiores com a proximidade das festas de fim de ano. A dica, portanto, é pesquisar.

O abacaxi é o produto com maior variação de preços neste Natal. A unidade do produto, de referência "pérola", pode custar entre R$ 3,58 e R$ 10,59, ou seja, 195,81%. Já a garrafa de espumante (750ml), da marca Chandon, pode comprado de R$ 59,90 a R$ 87,90, uma diferença de 46,74% no mesmo produto, da mesma marca.

Confira aqui todos os itens pesquisados.

O tradicional peru também apresenta alta variação de preços. O produto, da marca sadia, pode ser comprado de R$ 15,38 a R$ 22,99, o quilo. Uma diferença de 49,48%. Ainda entre as aves, o Chester, da marca Perdigão, é o item que menos varia de preços entre os supermercados pesquisados, sendo encontrado de R$ 12,98 a R$ 13,28, o que representa uma diferença 2,31%.

Bacalhau
Já o quilo de bacalhau do Porto varia até 16,07%, indo de R$ 62,99 a R$ 79,90, uma diferença de 26,85%. Quem quiser economizar ainda mais, pode optar pelo peixe "Saithe" tipo bacalhau, que custa entre R$ 27,90 e R$ 39,39, o quilo, uma variação de 41,18%.

Maiores variações
PRODUTO                   MENOR             MAIOR              VARIAÇÃO
Abacaxi Pérola Unid      R$ 3,58             R$ 10,59            195,81%
Figo (400 ml)               R$ 5,99             R$ 14,38            140,07%
Farofa Pronta 1            R$ 9,98             R$ 23,40             134,47%
Farofa Pronta 2            R$ 8,16             R$ 16,60             103,43%
Panetone Clássico        R$ 12,29            R$ 24,90            102,60%
400g

Dicas
- Verifique as datas de promoções e dias de ofertas;
- Analise os encartes distribuídos como sendo de produtos promocionais e exija os mesmos preços praticados nos caixas. Se houver divergência, o consumidor tem o direito de pagar sempre o menor valor;
- Avalie e faça as contas com as despesas mensais, como mensalidades escolares, impostos parcelados e outros;
- Faça uma lista dos produtos que realmente precisa comprar;
- Evite realizar as compras com fome ou acompanhado de crianças;
- Pesquise preços e verifique a melhor forma de pagamento e descontos nos pagamento à vista, em dinheiro e no cartão de crédito;
- Confira a data de validade dos produtos;
- Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando;
- Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra. Portanto, evite-os;
- Alimentos congelados devem ser colocados por último no carrinho para que sua qualidade não seja comprometida.

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corredor de supermercado
A pequisa leva em consideração preços de produtos da mesma marca e mesmo peso, mantendo uma padronização das análises

A pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), realizada mensalmente nos supermercados da capital e divulgada nesta terça-feira (28/11), aponta estabilidade nos preços praticados durante o mês de novembro. Se comparada a outubro, quando a soma do preço médio dos 47 produtos foi de R$ 274,13, houve um discreto aumento de 0,16% em novembro, pois a soma dos produtos ficou em R$ 274,58, o que para o Procon representa estabilidade nos preços. Os dados desse novo levantamento foram coletados nos dias 22 e 23 de novembro em 10 supermercados, localizados em todas as Regionais e ainda no Centro da Capital.

O Procon realiza um comparativo de preços com os mesmos produtos e das mesmas marcas entre os supermercados pesquisados para indicar ao consumidor os estabelecimentos com preços mais caros e mais baratos. Neste tipo de análise, o preço do quilo do alho continua sendo o item que mais varia de preços pelo segundo mês consecutivo. O tempero pode ser comprado de R$ 7,90 a R$ 29,99, uma variação de 279,62%. A cebola aparece logo em seguida com diferença de preços que pode chegar a 209,30%, indo de R$ 1,29 no estabelecimento mais barato a R$ 3,99 no supermercado mais caro.

Consulte todos os preços e análise dos dados aqui.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, alerta que o preço anunciado deve ser cumprido pelo supermercado. "O consumidor tem o direito de pagar o valor da oferta, ou seja, dos preços divulgados nos encartes, nas prateleiras ou propagandas". Ela afirma que, caso haja divergência nos preços anunciados com os registrados no caixa do supermercado, o consumidor paga sempre o menor valor.

Metodologia
A pequisa leva em consideração preços de produtos da mesma marca e mesmo peso, mantendo uma padronização das análises. Os itens são divididos por alimentação, higiene pessoal, limpeza doméstica e cuidados infantis. Os preços são coletados presencialmente, observando as gôndolas dos estabelecimentos.

 

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O Procon Fortaleza divulgou, nesta quarta-feira (08/11), a primeira pesquisa com preços de itens do material escolar para o ano letivo 2018. O levantamento foi realizado em dez livrarias e lojas do varejo do Centro e do Montese, entre os dias 30 e 31/10, bem como no dia 7/11, comparando preços de 62 produtos. A maior variação foi encontrada no preço da mochila, cujo tamanho médio pode ser comprada de R$ 18,10 a R$ 130,00, uma diferença de 618%. O Procon alerta que escolas não podem exigir marcas, nem condicionar a compra a fornecedor exclusivo, quando houver concorrência no mercado.

A pesquisa tem como objetivo proporcionar ao consumidor referências de preços e varieades da mesma marca ou referência de peso ou tamanho. Foram consultados preços de lápis, canetas, pastas, borrachas, mochilas, cadernos e dicionários, entre outros itens. Em 21 itens, o Procon encontrou variações de preços acima de 100%.

Confira todos os preços e variações dos 62 produtos aqui.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, alerta para que pais e responsáveis não aceitem, na lista, itens considerados abusivos. "Se o consumidor se deparar com produtos que não podem ser cobrados na lista de material escolar, deve pedir imediatamente a retirada desses itens". A Diretora também orienta que, caso as escolas se recusem a retirar itens abusivos da lista, os pais devem denunciar ao Procon Fortaleza.

Maiores variações
PRODUTO                      MENOR                        MAIOR                 VARIAÇÃO
MOCHILA - M COSTAS     R$ 18,10                      R$ 130,00             618%
MOCHILA - G COSTAS     R$ 41,86                      R$ 206,69             394%
MOCHILA - M CARRINHO R$ 61,10                      R$ 287,07             370%
PONTA FINA 0.7 AÇO       R$ 0,99                       R$ 4,50                355%
APONTADOR                   R$ 0,22                        R$ 0,99                350%

Lista de itens proibidos
No mês passado (17/10), o Procon Fortaleza divulgou a lista de itens que não podem ser cobrados pelas escolas. Essa lista aumentou de 66 para 76 itens. O Procon encontrou itens como desinfetante, esponja para pratos, papel higiênico e até lustra móveis em algumas listas de material escolar, o que contraria a lei federal nº 12.886/2013, a qual determina que "será nula a cláusula contratual que obrigue o contratante ao pagamento adicional ou ao fornecimento de qualquer material escolar de uso coletivo dos estudantes ou da instituição de ensino".

Acesse a lista de itens que não podem ser cobrados aqui.

Denunciar
Pode ser feita a qualquer momento pelo portal da Prefeitura de Fortaleza, bem como pela Central de Atendimento 151, no horário comercial. É possível ainda realizar denúncia pelo aplicativo Procon Fortaleza. Basta baixar no Android: Procon Fortaleza; ou no sistema iOS: http://galeria.fabricadeaplicativos.com.br/procon.fortaleza

Dicas e Direitos
- A escola só pode pedir uma resma de papel por aluno. Mais do que isso já pode ser considerado abusivo;
- Antes de comprar, verifique se existem itens que sobraram do período anterior e avalie a possibilidade de reaproveitá-los;
- Organizar um bazar de trocas de artigos escolares em bom estado entre amigos ou vizinhos, por exemplo, também é uma alternativa para gastar menos;
- Outra opção para a compra de livros é pesquisar em sebos, inclusive pela internet. Costuma ser bem mais barato;
- Algumas lojas concedem descontos para compras em grupos ou de grandes quantidades ou venda por atacado;
- Produtos importados seguem as mesmas regras de marcas nacionais, resguardados os direitos do CDC;
- Evite comprar no comércio informal. Isso pode dificultar a troca ou assistência do produto se houver necessidade;
- Muita atenção a embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos e fitas adesivas. Esses produtos devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.

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corredor de supermercado
A pequisa do Procon Fortaleza leva em consideração preços de produtos da mesma marca e mesmo peso, mantendo uma padronização das análises

A nova pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) nos supermercados da Capital, realizada entre os dias 23 e 24 de outubro, aponta elevação de preços em 70% dos 47 itens consultados mensalmente. O comparativo com o levantamento anterior (25 e 26 de setembro) também revela que não há mais uma tendência de queda ou estabilidade de preços, constatada nas últimas três pesquisas (julho, agosto e setembro). Esse novo levantamento indica um aumento de 3,10% no preço médio total dos 47 itens pesquisados. A soma de todos os produtos passou de R$ 265,89 em setembro para R$ 274,13 em outubro. A dica do Procon é pesquisar, pois a preferência por alimentos e produtos mais baratos força o comércio a reduzir os preços.

Tomate e derivados enlatados, batata, feijão e açúcar são os alimentos que mais puxaram a alta de preços nos supermercados de Fortaleza. O preço desses produtos quase que dobrou, comparando as pesquisas dos meses de setembro e outubro. A pequisa do Procon Fortaleza leva em consideração preços de produtos da mesma marca e mesmo peso, mantendo uma padronização das análises. Os itens são divididos por alimentação, higiene pessoal, limpeza doméstica e cuidados infantis. Os preços são coletados presencialmente, observando as gôndolas dos estabelecimentos. A pesquisa completa está disponível neste link do Portal da Prefeitura de Fortaleza.

O Procon também realiza um comparativo de preços entre os supermercados pesquisados para indicar ao consumidor os estabelecimentos com preços mais caros e mais baratos. Nesta análise, o preço do quilo do alho pode variar até 364,29%. O quilo produto foi encontrado em supermercados dos bairros Água Fria e Joaquim Távora de R$ 9,80 a R$ 9,90 enquanto que no bairro Aldeota chega a R$ 45,50, uma diferença de quatro vezes acima do valor mais barato. Outros oito produtos também apresentaram variações acima de cem por cento.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, orienta que o consumidor pesquise preços em encartes distribuídos em jornais, bancas, locais de circulação de pessoas ou no próprio estabelecimento. "São pequenas atitudes que podem resultar numa grande economia na hora de realizar as compras. A velha e boa pesquisa continua sendo a melhor ferramenta do consumidor", disse.

Dicas para economizar no supermercado

A organização das prateleiras é um dos principais meios para seduzir o consumidor. Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra.

Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando.

Alimentos de primeira necessidade, como pão e carne, costumam ficar no fundo da loja. Para chegar até eles, o consumidor passa por diversos produtos com itens cuidadosamente dispostos a chamar sua atenção.

Alguns produtos com preços mais em conta podem ser colocados em prateleiras mais altas ou mais baixas, reservando ao centro, na altura dos olhos do consumidor, produtos que oferecem mais lucros à empresa.

Não esqueça a velha e boa pesquisa. Faça uma lista do que realmente precisa comprar, avaliando despesas mensais, como mensalidades escolares, impostos parcelados e outros.

Tenha o hábito de pesquisar preços em encartes distribuídos em jornais, bancas, locais de circulação de pessoas ou no próprio estabelecimento.

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Pelo terceiro mês consecutivo, alimentos e produtos nos supermercados da Capital registraram estabilidade na média geral de preços e apontaram tendência de queda. De acordo com o novo levantamento, realizado pelo Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), nos dias 25 e 26 de setembo, o preço médio dos 47 produtos de primeira necessidade aumentou aproximadamente 0,4%, totalizando R$ 265,89. No levantamento anterior (24 e 25/08), o valor médio apresentado foi R$ 264,80, o que indica, comparando os dois períodos, uma estabilidade nos preços. Verificou-se, inclusive, que 21 itens apresentaram aumento no preço médio e 26 itens apresentaram baixa no preço médio.

Carne bovina, laranja, sabão em pó e papel higiênico estão mais caros nos supermercados de Fortaleza. Alguns desses produtos estão até 10% mais caros. Já em relação aos produtos que seguem tendência de redução, seis alimentos registram dois dígitos de queda nos preços. São eles tomate (-32,65%), batata (-21,89%), cebola (-18,66%), banana (-18,24%), alho (-15,35%) e farinha de mandioca (10,29%). Outros 20 alimentos também apresentaram diminuição na média geral.

A pesquisa completa pode ser acessada aqui.

Para a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, a aproximação das festas de fim de ano, requer cautela por parte do consumidor. "Vale alertar que o aumento da procura de produtos nos supermercados pode ocasionar elevação de preços. Portanto, orientamos que o consumidor continue pesquisando, optando pelos estabelecimentos mais em conta, como forma de forçar ainda mais a redução de preços", orientou.

Maiores diferenças entre os supermercados

O Procon também compara os mesmos produtos e com as mesmas marcas entre os supermercados pesquisados.

 

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