O Procon Fortaleza divulgou, nesta quarta-feira (08/11), a primeira pesquisa com preços de itens do material escolar para o ano letivo 2018. O levantamento foi realizado em dez livrarias e lojas do varejo do Centro e do Montese, entre os dias 30 e 31/10, bem como no dia 7/11, comparando preços de 62 produtos. A maior variação foi encontrada no preço da mochila, cujo tamanho médio pode ser comprada de R$ 18,10 a R$ 130,00, uma diferença de 618%. O Procon alerta que escolas não podem exigir marcas, nem condicionar a compra a fornecedor exclusivo, quando houver concorrência no mercado.

A pesquisa tem como objetivo proporcionar ao consumidor referências de preços e varieades da mesma marca ou referência de peso ou tamanho. Foram consultados preços de lápis, canetas, pastas, borrachas, mochilas, cadernos e dicionários, entre outros itens. Em 21 itens, o Procon encontrou variações de preços acima de 100%.

Confira todos os preços e variações dos 62 produtos aqui.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, alerta para que pais e responsáveis não aceitem, na lista, itens considerados abusivos. "Se o consumidor se deparar com produtos que não podem ser cobrados na lista de material escolar, deve pedir imediatamente a retirada desses itens". A Diretora também orienta que, caso as escolas se recusem a retirar itens abusivos da lista, os pais devem denunciar ao Procon Fortaleza.

Maiores variações
PRODUTO                      MENOR                        MAIOR                 VARIAÇÃO
MOCHILA - M COSTAS     R$ 18,10                      R$ 130,00             618%
MOCHILA - G COSTAS     R$ 41,86                      R$ 206,69             394%
MOCHILA - M CARRINHO R$ 61,10                      R$ 287,07             370%
PONTA FINA 0.7 AÇO       R$ 0,99                       R$ 4,50                355%
APONTADOR                   R$ 0,22                        R$ 0,99                350%

Lista de itens proibidos
No mês passado (17/10), o Procon Fortaleza divulgou a lista de itens que não podem ser cobrados pelas escolas. Essa lista aumentou de 66 para 76 itens. O Procon encontrou itens como desinfetante, esponja para pratos, papel higiênico e até lustra móveis em algumas listas de material escolar, o que contraria a lei federal nº 12.886/2013, a qual determina que "será nula a cláusula contratual que obrigue o contratante ao pagamento adicional ou ao fornecimento de qualquer material escolar de uso coletivo dos estudantes ou da instituição de ensino".

Acesse a lista de itens que não podem ser cobrados aqui.

Denunciar
Pode ser feita a qualquer momento pelo portal da Prefeitura de Fortaleza, bem como pela Central de Atendimento 151, no horário comercial. É possível ainda realizar denúncia pelo aplicativo Procon Fortaleza. Basta baixar no Android: Procon Fortaleza; ou no sistema iOS: http://galeria.fabricadeaplicativos.com.br/procon.fortaleza

Dicas e Direitos
- A escola só pode pedir uma resma de papel por aluno. Mais do que isso já pode ser considerado abusivo;
- Antes de comprar, verifique se existem itens que sobraram do período anterior e avalie a possibilidade de reaproveitá-los;
- Organizar um bazar de trocas de artigos escolares em bom estado entre amigos ou vizinhos, por exemplo, também é uma alternativa para gastar menos;
- Outra opção para a compra de livros é pesquisar em sebos, inclusive pela internet. Costuma ser bem mais barato;
- Algumas lojas concedem descontos para compras em grupos ou de grandes quantidades ou venda por atacado;
- Produtos importados seguem as mesmas regras de marcas nacionais, resguardados os direitos do CDC;
- Evite comprar no comércio informal. Isso pode dificultar a troca ou assistência do produto se houver necessidade;
- Muita atenção a embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos e fitas adesivas. Esses produtos devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.

Publicado em Economia
corredor de supermercado
A pequisa do Procon Fortaleza leva em consideração preços de produtos da mesma marca e mesmo peso, mantendo uma padronização das análises

A nova pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) nos supermercados da Capital, realizada entre os dias 23 e 24 de outubro, aponta elevação de preços em 70% dos 47 itens consultados mensalmente. O comparativo com o levantamento anterior (25 e 26 de setembro) também revela que não há mais uma tendência de queda ou estabilidade de preços, constatada nas últimas três pesquisas (julho, agosto e setembro). Esse novo levantamento indica um aumento de 3,10% no preço médio total dos 47 itens pesquisados. A soma de todos os produtos passou de R$ 265,89 em setembro para R$ 274,13 em outubro. A dica do Procon é pesquisar, pois a preferência por alimentos e produtos mais baratos força o comércio a reduzir os preços.

Tomate e derivados enlatados, batata, feijão e açúcar são os alimentos que mais puxaram a alta de preços nos supermercados de Fortaleza. O preço desses produtos quase que dobrou, comparando as pesquisas dos meses de setembro e outubro. A pequisa do Procon Fortaleza leva em consideração preços de produtos da mesma marca e mesmo peso, mantendo uma padronização das análises. Os itens são divididos por alimentação, higiene pessoal, limpeza doméstica e cuidados infantis. Os preços são coletados presencialmente, observando as gôndolas dos estabelecimentos. A pesquisa completa está disponível neste link do Portal da Prefeitura de Fortaleza.

O Procon também realiza um comparativo de preços entre os supermercados pesquisados para indicar ao consumidor os estabelecimentos com preços mais caros e mais baratos. Nesta análise, o preço do quilo do alho pode variar até 364,29%. O quilo produto foi encontrado em supermercados dos bairros Água Fria e Joaquim Távora de R$ 9,80 a R$ 9,90 enquanto que no bairro Aldeota chega a R$ 45,50, uma diferença de quatro vezes acima do valor mais barato. Outros oito produtos também apresentaram variações acima de cem por cento.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, orienta que o consumidor pesquise preços em encartes distribuídos em jornais, bancas, locais de circulação de pessoas ou no próprio estabelecimento. "São pequenas atitudes que podem resultar numa grande economia na hora de realizar as compras. A velha e boa pesquisa continua sendo a melhor ferramenta do consumidor", disse.

Dicas para economizar no supermercado

A organização das prateleiras é um dos principais meios para seduzir o consumidor. Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra.

Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando.

Alimentos de primeira necessidade, como pão e carne, costumam ficar no fundo da loja. Para chegar até eles, o consumidor passa por diversos produtos com itens cuidadosamente dispostos a chamar sua atenção.

Alguns produtos com preços mais em conta podem ser colocados em prateleiras mais altas ou mais baixas, reservando ao centro, na altura dos olhos do consumidor, produtos que oferecem mais lucros à empresa.

Não esqueça a velha e boa pesquisa. Faça uma lista do que realmente precisa comprar, avaliando despesas mensais, como mensalidades escolares, impostos parcelados e outros.

Tenha o hábito de pesquisar preços em encartes distribuídos em jornais, bancas, locais de circulação de pessoas ou no próprio estabelecimento.

Publicado em Economia

Pelo terceiro mês consecutivo, alimentos e produtos nos supermercados da Capital registraram estabilidade na média geral de preços e apontaram tendência de queda. De acordo com o novo levantamento, realizado pelo Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), nos dias 25 e 26 de setembo, o preço médio dos 47 produtos de primeira necessidade aumentou aproximadamente 0,4%, totalizando R$ 265,89. No levantamento anterior (24 e 25/08), o valor médio apresentado foi R$ 264,80, o que indica, comparando os dois períodos, uma estabilidade nos preços. Verificou-se, inclusive, que 21 itens apresentaram aumento no preço médio e 26 itens apresentaram baixa no preço médio.

Carne bovina, laranja, sabão em pó e papel higiênico estão mais caros nos supermercados de Fortaleza. Alguns desses produtos estão até 10% mais caros. Já em relação aos produtos que seguem tendência de redução, seis alimentos registram dois dígitos de queda nos preços. São eles tomate (-32,65%), batata (-21,89%), cebola (-18,66%), banana (-18,24%), alho (-15,35%) e farinha de mandioca (10,29%). Outros 20 alimentos também apresentaram diminuição na média geral.

A pesquisa completa pode ser acessada aqui.

Para a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, a aproximação das festas de fim de ano, requer cautela por parte do consumidor. "Vale alertar que o aumento da procura de produtos nos supermercados pode ocasionar elevação de preços. Portanto, orientamos que o consumidor continue pesquisando, optando pelos estabelecimentos mais em conta, como forma de forçar ainda mais a redução de preços", orientou.

Maiores diferenças entre os supermercados

O Procon também compara os mesmos produtos e com as mesmas marcas entre os supermercados pesquisados.

 

Publicado em Economia

Pelo segundo mês consecutivo, os preços de alimentos e produtos nos supermercados da capital registraram redução na média geral de preços. É o que aponta a nova pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), realizada nos dias 24 e 25/8. Comparando com o levantamento anterior (26 e 27/7), quando a soma de todos os produtos chegou a R$ 275,27, a redução na média geral dos 47 itens consultados foi de 3,8%, tendo em vista que em agosto os mesmos produtos somaram R$ 264,80. A pesquisa completa está disponível no portal da Prefeitura de Fortaleza, no campo defesa do consumidor.

De acordo com o novo levantamento e comparando os dois períodos (julho e agosto), pelo menos cinco alimentos registram dois dígitos de queda nos preços e puxaram a redução na média geral. São eles: tomate (-33,91%), molho de tomate (-22,03), feijão (-16,15%), açúcar (-13,44%) e cebola (-11,95%). Outros 20 alimentos também apresentaram diminuição na média geral.

A pesquisa completa por ser acessada aqui ou ainda no portal da Prefeitura de Fortaleza, no campo defesa do consumidor.

Já em relação aos produtos que seguem tendência de aumento nos preços, a pesquisa do Procon Fortaleza indica que 19 itens tiveram elevação entre os dois períodos (julho e agosto), com destaque para a carne bovina de segunda, que subiu 25,79%, a banana, com aumento de 15,84% e o pimentão, que sofreu reajuste de 11,80%.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, aproveita para orientar o consumidor que perceber apenas em casa, a compra de um produto vencido. "O Código de Defesa do Consumidor garante, no artigo 18, a troca imediata de produto vencido ou a restituição do valor pago, mediante apresentação do comprovante da compra", explicou.

O Procon também realiza um comparativo dos mesmos produtos com as mesmas marcas, entre os supermercados pesquisados. Nesta análise, a laranja foi o alimento que mais variou de preços, sendo encontrada de R$ 1,29 a R$ 3,79, indicando 193,80% de variação. Em seguida, o tomate, que pode ser comprado de R$ 2,48 a R$ 6,98, ou seja, 181,45%.



Publicado em Economia
Página 6 de 6