Alimentos e produtos de primeira necessidade subiram 7,18%, em março, na capital cearense. É o que indica a nova pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgada, nesta quinta-feira (28/03). Em fevereiro, a soma da média dos 60 produtos pesquisados nos supermercados de Fortaleza chegou a R$ 424,01 enquanto que, neste último levantamento, realizado entre os dias 20 e 22/3, a soma da média foi de R$ 454,44. A diferença de preço entre os estabelecimentos pode chegar a 293,25% como, por exemplo, o preço do quilo do alho que pode ser encontrado de R$ 8,90 à R$ 35,00.

A Regional do Centro continua apresentando os maiores preços na média dos produtos pesquisados, somando R$ 519,09 todos os itens, enquanto que a Regional IV, onde ficam bairros como Damas, Couto Fernandes e Itaperi totaliza R$ 393,61. O Procon ressalta que a soma da média dos itens, por regionais, também leva em consideração a quantidade de produtos nos supermercados, ou seja, a falta de itens pode impactar na soma total.

Além do preço do alho (indo de R$ 8,90 à R$ 35,00), outros cinco produtos também apresentam alta variação, acima de cem por cento.

Maiores variações

PRODUTO MENOR PREÇO MAIOR PREÇO VARIAÇÃO
Alho (Kg) R$ 8,90 R$ 35,00 293,25%
Mamão (kg) R$ 1,19 R$ 3,99 235,29%
Queijo coalho (Kg) R$ 18,79 R$ 47,98 155,34%
Queijo mussarela (Kg) R$ 20,49 R$ 49,90 143,53%
Abacaxi (Un) R$ 2,89 R$ 6,99 141,86%
Cenoura (Kg) R$ 2,49 R$ 5,99 140,56%

Consulte aqui os preços de alimentos e produtos em todas Regionais. A pesquisa também está disponível no aplicativo "Proconomizar", nas plataformas android e iOS.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, lembra que a pesquisa ainda é a maior aliada do consumidor que busca economia. "Os estabelecimentos percebem a migração de clientes para locais com preços mais baratos. E isto força os supermercados que praticam preços elevados a baixarem o valor de produtos e alimentos. O consumidor é quem sai ganhando".

Preços por regionais

REGIONAIS PREÇO MÉDIO TOTAL
Regional Centro R$ 519,09
Regional II R$ 471,72
Regional III R$ 464,83
Regional VI R$ 462,03
Regional V R$ 455,15
Regional I R$ 395,90
Regional IV R$ 393,61
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O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) realizará, nesta sexta-feira (15/03), um mutirão para resolução de problemas dos consumidores em tempo real. Pelo menos, 36 empresas disponibilizaram uma linha direta com o objetivo de identificar e solucionar a demanda dos consumidores, antes mesmo da abertura de reclamação. Este tipo de serviço já existe, mas será intensificado nesta sexta, Dia Mundial do Consumidor. Bancos, operadoras de cartão de crédito, lojas de eletrodomésticos e eletrônicos, concessionária de energia, operadoras de telecomunicações e planos de saúde participarão do mutirão.

O Procon também prepara um encontro com empresários, na Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL Fortaleza). O objetivo é esclarecer o segmento empresarial sobre os principais direitos dos consumidores, o que evitaria infrações às leis consumeristas. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-CE) participará da iniciativa. Ainda como parte da programação, os novos membros do Conselho Municipal de Defesa do Consumidor tomarão posse para o biênio de 2019 à 2021.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, ressalta a importância da linha direta com as empresas. "Por meio deste canal, podemos dar agilidade e resolver os problemas dos consumidores em tempo real. É uma alternativa quando há consenso entre as partes". A diretora alerta que, caso as empresas não atendam à demanda dos consumidores, poderá ser aberto um processo administrativo, que pode resultar em multa de até R$ 12,7 milhões.

Reclamações
Das 20.504 reclamações no ano passado, em cerca de 11.727 foram registradas acordo, conferindo uma taxa de resolutividade média total de 57%. Em algumas unidades de atendimento, como por exemplo no núcleo do Vapt Vupt de Messejana, a taxa de resolutividade chegou a 81%.

O Procon também registrou elevação na quantidade de atendimentos no ano passado (20.504 registros), contra 19.234 no ano anterior (2017), conferindo um aumento de 6,60%.

Atendimentos 2018
Núcleo                                    Total de atendimentos
Sede (Centro)                          12.628
Vapt vupt (Messejana)              3.802
Vapt vupt (Antonio Bezerra)      2.678
Regional V (Bonsucesso)           634
Audiência virtual (internet)        556
Procon Móvel (itinerante)          206

As 10 maiores reclamações 2018
Cartão de crédito                    2.959
Outros contratos (escolas,
imobiliárias, seguradoras)       1.913
Àgua e esgoto                        1.659
Financeira                              1.541
Bancos                                  1.266
Telefonia celular                     1.108
Energia elétrica                      1.106
Telefonia fixa                         1.083
Telefone (aparelho)                712
Cartão de loja                        279

Os 10 problemas mais reclamados
Cobranças indevida e abusiva       9.380
Taxas de juros                            1.563
Produto com vício                        1.251
Não entrega do produto               475
Cálculo de prestação em atraso    398
Valor de reajuste mensalidade      362
Irregularidade em contratos         351
Dúvida sobre cobrança ou valor    329
Cobrança abusiva sob ameaça      315
Defeito e riscos à saúde e
segurança                                   273

Serviço
Mutirão de linha direta com empresas
Data: Sexta-feira (15/03)
Procon Centro - Rua Major Facundo, 869 (das 8h às 17h)
Núcleos vapt vupt Antonio Bezerra e Messejana (das 8h às 17h)
Procon Regional V - avenida Augusto dos Anjos, 2466, Bonsucesso (das 8h às 17h)
Praça do Ferreira (das 9h às 15h)
CDL Fortaleza - Rua 25 de março, Centro (das 9h às 13h)

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Em fevereiro, alimentos e produtos mais consumidos nos lares dos fortalezenses sofreram redução de 3,46%. É o que indica a nova pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgada, nesta terça-feira (12/2). No mês anterior, a soma da média dos 60 produtos pesquisados ficou em R$ 439,23, enquanto neste último levantamento, realizado entre os dias 4 e 6 de fevereiro, os preços somam R$ 424,01. O Procon alerta que não pode haver divergência entre o preço nas prateleiras com o preço apresentado no caixa. Supermercados podem receber multas de R$ 852,14 à R$ 12,7 milhões por práticas abusivas.

A Regional do Centro apresenta os maiores preços na média dos produtos pesquisados, somando R$ 475,57 todos os itens, enquanto que a Regional IV, onde ficam bairros como Benfica, Demócrito Rocha e Parangaba, totaliza R$ 344,59. Consulte aqui os preços de alimentos e produtos em todas regionais.

Entre as maiores variações nos dez supermercados pesquisados, a pesquisa indica que o quilo do tomate pode ser encontrado por até 250% de diferença, indo de R$ 2,28 a R$ 7,98. O quilo do alho também apresenta alta variação, sendo comprado de R$ 7,90 a R$ 26,98, o que confere 241,51% de diferença entre o estabelecimento mais barato e o mais caro.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, orienta que o consumidor analise os encartes distribuídos, dando atenção para produtos que esjetam em promoção. Ela explica o que fazer, caso o consumidor encontre preços divergentes entre o anunciado e o valor do produto apresentado nos caixas. "É preciso exigir que o preço seja o mesmo que foi divulgado. E caso ocorra diferença de preços, o consumidor tem o direito de pagar sempre o menor valor", enfatizou a Diretora.

As cinco maiores variações

Produto Menor preço Maior preço Variação
Tomate (Kg) R$ 2,28 R$ 7,98 250,00%
Alho (Kg) R$ 7,90 R$ 26,98 241,51%
Mamão (Kg) R$ 1,18 R$ 3,49 195,76%
Pimentão (Kg) R$ 2,99 R$ 7,98 166,88%
Cebola (Kg) R$ 2,45 R$ 5,99 144,48%

Dicas e direitos
- Verifique as datas de promoções e dias de ofertas;
- Analise os encartes distribuídos como sendo de produtos promocionais e exija os mesmos preços praticados nos caixas. Se houver divergência, o consumidor tem o direito de pagar sempre o menor valor;
- Avalie e faça as contas com as despesas mensais, como mensalidades escolares, impostos parcelados e outros;
- Faça uma lista dos produtos que realmente precisa comprar;
- Evite realizar as compras com fome ou acompanhado de crianças;
- Pesquise preços e verifique a melhor forma de pagamento e descontos nos pagamento à vista, em dinheiro e no cartão de crédito;
- Confira a data de validade dos produtos;
- Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando;
- Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra. Portanto, evite-os;
- Alimentos congelados devem ser colocados por último no carrinho para que sua qualidade não seja comprometida.

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O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), divulgou, nesta terça-feira (29/1), a primeira pesquisa do ano com preços de alimentos e produtos nos supermercados da Capital. Em janeiro, a soma média dos 60 itens pesquisados, ficou em R$ 439,23. O levantamento, que foi realizado nos dias 14 e 15 de janeiro, pode ser consultado pelo aplicativo "Proconomizar", que está disponível nas versões androi e iOS, bem como pelo portal da Prefeitura de Fortaleza.

Na pesquisa de janeiro, o Procon também encontrou altas variações entre os estabelecimentos visitados. O quilo do alho, por exemplo, pode variar até 321,56%, sendo encontrado de R$ 6,40 à R$ 26,98. Outro item de elevada variação é o mamão, que pode custar de R$ 0,99 à R$ 3,49, conferindo um diferença de até 252,52%. Consulte todos os preços aqui.

Cláudia Santos, diretora do Procon Fortaleza, lembra a necessidade de pesquisar. "O mês de janeiro é um período de pagamento de taxas, impostos e despesas escolares. E isto impacta no bolso do consumidor. Daí a necessidade de verificar onde são praticados os melhores preços", orientou.

Maiores variações

PRODUTO MENOR PREÇO MAIOR PREÇO VARIAÇÃO
Alho (Kg) R$ 6,40 R$ 26,98 321,56%
Mamão (Kg) R$ 0,99 R$ 3,49 252,52%
Tomate (Kg) R$ 2,59 R$ 7,99 208,49%
Pimentão (Kg) R$ 2,98 R$ 7,98 167,78%
Laranja (kG) R$ 1,89 R$ 4,49 137,56%


Onde está mais barato

PRODUTO MENOR PREÇO LOCALIZAÇÃO
Açúcar R$ 1,99 Regional V
Arroz R$ 2,68 Regional I
Azeite de oliva R$ 19,49 Regional II
Biscoito doce R$ 3,09 Regional II
Bolacha salgada R$ 3,59 Regional V
Café R$ 4,29 Regional III
Farinha de mandioca R$ 2,49 Regional III
Farinha de milho R$ 0,79 Regional II
Feijão R$ 4,29 Regional V
Leite caixa R$ 2,58 Regional I
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O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta segunda-feira (14/1), a pesquisa com preços de itens do material escolar. O levantamento foi realizado entre os dias 7 e 9 de janeiro, em oito livrarias e lojas do varejo, localizadas no Centro e no bairro Edson Queiroz. Dos 60 produtos pesquisados, a mochila, de tamanho grande, pode variar até 983,33%, indo de R$ 18,00 à R$ 195,00. O Procon alerta que as escolas não podem exigir a compra de itens considerados abusivos, de acordo com a lei federal nº 12.886/13.

Os preços de lápis, canetas e mochilas podem variar até dez vezes entre os estabelecimentos mais caros e os mais baratos. É o que revela a pesquisa do Procon Fortaleza. O Procon lembra que os valores podem variar, de acordo com especificação de marcas, tamanhos e modelos. Consulte todos os preços aqui.

Para a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, pais e responsáveis pelas matrículas devem ficar atentos à lista de itens que não podem ser cobrados pelas escolas. "Identificando alguns dos itens considerados abusivos, os pais devem pedir a retirada imediata do produto da lista, sob pena da escola ser multada em até R$ 11 milhões", orientou a Diretora.

Denúncias podem ser realizadas, de forma anônima, pela central de atendimento ao consumidor 151; ou pelo aplicativo Procon Fortaleza.

Maiores Variações

Produto

Menor preço

Maior preço

Variação

Mochila Costas G

R$ 18,00

R$ 195,00

983,33%

Apontador sem coletor

R$ 0,25

R$ 1,90

660,00%

Mochila M

R$ 17,00

R$ 117,80

592,94%

Apontador furo fashion

R$ 1,01

R$ 6,90

583,17%

Apontador furo plástico

R$ 0,95

R$ 5,40

583,17%

Mochila com carrinho G

R$ 49,90

R$ 236,00

372,95%

Apontador com coletor

R$ 0,49

R$ 2,10

328,57%

Mochila com carrinho M

R$ 39,90

R$ 162,00

306,02%

Kit material dourado

R$ 13,05

R$ 45,90

251,72%

Borracha rosa/verde

R$ 0,85

R$ 2,90

241,18%

 Dicas e Direitos

- Antes de comprar, verifique se existem itens que sobraram do período anterior e avalie a possibilidade de reaproveitá-los;
- Escolas só podem pedir uma resma de papel por aluno. Mais do que isso já pode ser considerado abusivo;
- Organizar um bazar de trocas de artigos escolares em bom estado entre amigos ou vizinhos, por exemplo, também é uma alternativa para gastar menos;
- Pesquise em sebos, inclusive pela internet;
- Algumas lojas concedem descontos para compras em grupos ou de grandes quantidades ou venda por atacado;
- Produtos importados seguem as mesmas regras de marcas nacionais, resguardados os direitos do CDC;
- Evite comprar no comércio informal. Isso pode dificultar a troca ou assistência do produto se houver necessidade;
- Muita atenção a embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos e fitas adesivas. Esses produtos devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.

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Vinhos, queijos, panetones, carnes e peixes, e ainda espumantes e refrigerantes. A última pesquisa do ano em supermercados do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), divulgada nesta segunda-feira (17/12), traz preços de 58 itens para as ceias de Natal e Réveillon. No levantamento, que contempla todas as Regionais de Fortaleza, o Procon identificou variação de até 127,47% no preço da azeitona (200g), que pode ser comprada de R$ 6,59 a R$ 14,99. O Procon orienta que o consumidor adquira os produtos com antecedência para fugir da alta de preços, que pode ocorrer por conta do aumento da procura desses itens.

O levantamento, que foi realizado entre os dias 10 e 14/12, também aponta variações acima de cem por cento em outros dois produtos. O quilo da uva, por exemplo, pode ser comprado de R$ 4,69 a R$ 9,98, uma variação de 112,79%. O espumante, de 750ml, também apresenta alta diferença de preços, indo de R$ 39,90, no estabelecimento mais barato a R$ 79,90, no mais caro, ou seja, 100,25% de variação.

Confira aqui todos os itens pesquisados 

Cláudia Santos, diretora do Procon Fortaleza, comenta que há uma tendência de aumento de preços para os dias mais próximos do Natal e Réveillon. "Alguns produtos podem variar até o dobro entre os supermercados pesquisados. Portanto, orientamos que, com bastante atenção, o consumidor consulte a pesquisa e avalie os preços de cada item".

A Diretora também alerta que é preciso cautela nas compras de fim de ano, a fim de evitar o superendividamento. "No mês de janeiro, várias despesas compulsórias já somam no orçamento doméstico, como matrículas escolares, tributos e impostos", disse.

Peru e chester
O tradicional peru da ceia natalina, pode variar até 22,88%, sendo encontrado de R$ 20,41 a R$ 25,08, o quilo do produto já temperado. A ave chester desossada, varia um pouco mais no preço, indo de R$ 16,98 a R$ 27,18, o quilo.

PRODUTO

MENOR

MAIOR

VARIAÇÃO

Azeitona preta

R$ 6,59

R$ 14,99

127,47%

Uva

R$ 4,69

R$ 9,98

112,79%

Espumante 1

R$ 39,90

R$ 79,90

100,25%

Espumante 2

R$ 8,80

R$ 17,29

96,48%

Maça Argentina

R$ 7,95

R$ 13,98

75,85%

Vinho

R$ 27,89

R$ 48,59

74,22%

Azeitona verde

R$ 6,88

R$ 11,98

74,13%

Queijo coalho

R$ 27,88

R$ 46,25

65,89%

Bombons

R$ 7,99

R$ 12,99

62,58%

Ave Chester

R$ 16,98

R$ 27,18

60,07%

Dicas
- Verifique as datas de promoções e dias de ofertas;
- Analise os encartes distribuídos como sendo de produtos promocionais e exija os mesmos preços praticados nos caixas. Se houver divergência, o consumidor tem o direito de pagar sempre o menor valor;
- Avalie e faça as contas com as despesas mensais, como mensalidades escolares, impostos parcelados e outros;
- Faça uma lista dos produtos que realmente precisa comprar;
- Evite realizar as compras com fome ou acompanhado de crianças;
- Pesquise preços e verifique a melhor forma de pagamento e descontos nos pagamento à vista, em dinheiro e no cartão de crédito;
- Confira a data de validade dos produtos;
- Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando;
- Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra. Portanto, evite-os;
- Alimentos congelados devem ser colocados por último no carrinho para que sua qualidade não seja comprometida.

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O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), divulgou, nesta segunda-feira (10/12), a pesquisa mensal com preços de alimentos e produtos nos supermercados da Capital. Em dezembro, os preços subiram 3,76%. A soma da média dos 60 itens pesquisados, ficou em R$ 442,07, enquanto que, em novembro, esse valor era de R$ 426,07. A pesquisa foi feita de 3 a 5 de dezembro e pode ser acessada pelo aplicativo "Proconomizar", que está disponível nas versões Androi e iOS. Pelo app, é possível pesquisar preços por Regionais e ainda elaborar uma lista de produtos, de acordo com a necessidade individual do consumidor.

O levantamento de Dezembro também indica que os preços subiram mais na Regional do Centro. Os 60 produtos pesquisados mensalmente passaram de R$ 478,47, em novembro, para R$ 506,37, em dezembro, indicando uma alta de 5,83%. Isso representa quase o dobro da média geral que ficou no patamar de 3,76%.

Preços por regionais

REGIONAL

PREÇO MÉDIO

Regional do Centro

R$ 506,37

Regional II

R$ 451,01

Secretaria Regional V

R$ 449,95

Regional III

R$ 446,76

Regional VI

R$ 445,21

Secretaria Regional I

R$ 394,74

Secretaria Regional IV

R$ 375,75

Para a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, a elevação de preços, no Centro, pode estar relacionada ao aumento da procura de produtos para as ceias de Natal e Réveillon. "Certamente, os consumidores podem já estar procurando produtos para as comemorações de fim de ano, e isto influencia na alta dos preços", comentou.

Cláudia Santos adianta ainda que o Procon deve divulgar nos próximos dias uma pesquisa com preços de itens para as ceias de Natal e Réveillon.

Também em dezembro, as maiores variações dos produtos pesquisados ficaram por conta da banana, que pode ser encontrada de R$ 1,58 a R$ 5,99, indicando uma variação de 279,11%. Em seguida, vem o abacaxi, sendo comprado de R$ 1,99 a R$ 6,99, conferindo uma diferença de 251,25%.

Maiores variações (acima de 100%)

PRODUTO

MENOR

MAIOR

VARIAÇÃO

Banana

R$ 1,58

R$ 5,99

279,11%

Abacaxi

R$ 1,99

R$ 6,99

251,25%

Cenoura

R$ 1,98

R$ 5,98

202,02%

Pimentão

R$ 2,78

R$ 7,89

181,81%

Alho

R$ 9,90

R$ 26,98

172,52%

Batata

R$ 1,99

R$ 5,39

170,85%

Mamão

R$ 1,48

R$ 3,95

166,89%

Tomate

R$ 2,99

R$ 6,99

133,77%

Farinha

R$ 1,98

R$ 4,59

131,81%

Confira todos os preços aqui.

Acumulado de 12 meses
O Procon também realizou a análise do acumulado de doze meses. Os preços de alimentos e produtos nos supermercados de Fortaleza subiram, em 2018, 12,94%. Confira abaixo a o comparativo.

MÊS

VALOR

VARIAÇÃO

Janeiro

R$ 390,25

-

Fevereiro

R$ 412,35

5,66%

Março

R$ 395,43

-4,1%

Abril

R$ 403,01

1,92%

Maio

R$ 414,87

2,94%

Junho

R$ 413,52

-0,32%

Julho

R$ 430,31

4,06%

Agosto

R$ 423,69

-1,54%

Setembro

R$ 425,48

0,42%

Outubro

R$ 425,56

0,02%

Novembro

R$ 426,07

0,12%

Dezembro

R$ 442,07

3,76%

Variação média

 

12,94%

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Durante 60 dias, o Procon acompanhou os preços de 186 itens
Durante 60 dias, o Procon acompanhou os preços de 186 itens

O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta quarta-feira (21/11), o monitoramento de preços dos produtos mais procurados durante a Black Friday, período em que o comércio promete promoções e ofertas. Durante 60 dias (de 20/9 a 20/11), técnicos do Procon acompanharam a evolução de preços de 186 produtos no comércio virtual, bem como nas lojas físicas da Capital, contemplando todas as Regionais de Fortaleza. O objetivo do Procon é auxiliar o consumidor a identificar falsos anúncios de redução de preços. A multa por publicidade enganosa pode chegar a R$ 11 milhões.

O Procon informa que já há indícios de "maquiagem de preços" promocionais, ou seja, publicidade enganosa. Em um dos produtos monitorados, o Procon encontrou aumento de preço de 1.167%, como foi o caso de um aparelho celular que passou de R$ 789,00, em setembro, para R$ 9.999,00 agora em novembro.

Nas lojas on-line, o Procon pesquisou 11 sites com preços de 118 itens, entre artigos esportivos, eletrônicos e eletrodomésticos. Já nas lojas físicas, os técnicos percorreram dez estabelecimentos, localizados em todas as Regionais de Fortaleza, coletando preços de 68 produtos.

Ao todo, a tabela contém 1.674 preços.

Acesse todos os valores aqui.

Cláudia Santos, diretora do Procon Fortaleza, diz que os principais problemas encontrados na Black Friday são publicidade abusiva ou enganosa e ainda o não cumprimento da oferta. Ela reforça que nas compras pela internet, o consumidor pode desistir do produto, em até sete dias da data do recebimento do produto, sem nenhuma justificativa, pois o Código de Defesa do Consumidor (CDC) assegura o direito de arrependimento.

Plantão Black Friday
Na sexta-feira (23/11), o Procon terá atendimento especial para receber denúncias de consumidores sobre ofertas enganosas na black friday. Técnicos do Procon vão analisar as ofertas da black friday e comparar com os preços coletados durante o monitoramento. Caso haja indícios de publicidade enganosa, as empresas responderão a processo administrativo e poderão ser multadas.

Como denunciar
No portal da Prefeitura de Fortaleza; ou ainda pela Central de Atendimento 151, no horário comercial. É possível ainda realizar denúncias pelo aplicativo Procon Fortaleza. Basta baixar no Android: Procon Fortaleza; ou no sistema iOS (http://galeria.fabricadeaplicativos.com.br/procon.fortaleza)

Cuidados
- Verifique os preços cobrados antes da Black Friday e registre-os com prints da tela ou foto. Isto pode ser feito em sites de buscas, além das páginas das lojas participantes;
- É recomendável que o consumidor somente efetue compras em sites confiáveis. Para verificar a segurança da página, ele deve clicar num símbolo de cadeado que aparece no canto da barra de endereço ou no rodapé da tela. O endereço da loja virtual deve começar com https://
- Todo site deve exibir o CNPJ da empresa ou o CPF da pessoa responsável, além de informar o endereço físico onde a loja possa ser encontrada ou o endereço eletrônico para que possa ser contatada;
- Analise a descrição do produto e compare com outras marcas;
- É muito importante imprimir ou salvar todos os documentos que demonstrem a oferta e confirmação do pedido (comprovante de pagamento, contrato, anúncios etc);
- Computadores de acesso público não devem ser usados para comércio eletrônico ou internet banking.

Direitos
- Produto em promoção ou liquidação, possui as mesmas garantias previstas no Código de Defesa do Consumidor (CDC);
- Na compra de eletroeletrônicos, peça para testar o funcionamento do aparelho;
- Nas compras feitas pela internet, por telefone ou catálogo, existe o “direito de arrependimento” para desistir da compra sem qualquer motivo. O prazo para desistência é de sete dias, a contar da data de recebimento do produto;
- No pagamento com cartão de débito/crédito, poderá haver diferenciação de preços em relação a valores pagos em dinheiro;
- A loja não é obrigada a trocar o presente que não tenha defeito. No entanto, se o vendedor afirmar que realizará a troca, em qualquer situação, o consumidor deverá solicitar por escrito;
- A garantia legal de produto/serviço não durável é de 30 dias e de produto/serviço durável é de 90 dias, de acordo com o CDC;
- A garantia legal é complementar à contratual. Portanto, se um produto tem garantia do fabricante de 12 meses, a garantia total deverá ser acrescida de mais 90 dias da garantia legal, ou seja, 15 meses;
- Se houver divergência entre o preço anunciado com o registrado no caixa, o consumidor deverá pagar o menor valor;
- Peça a nota fiscal com a discriminação do produto ou do serviço detalhadamente.

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Alho, banana e cenoura podem ser encontrados por até 281% de diferença
Alho, banana e cenoura podem ser encontrados por até 281% de diferença

O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta segunda-feira (12/11), a pesquisa do mês de novembro com preços de alimentos e produtos nos supermercados da Capital. Em relação ao mês passado, quando a média de todos os 60 itens ficou em R$ 425,56, o Procon identificou uma discreta elevação de 0,12%, tendo em vista que, neste último levantamento, realizado entre os dias 6/11 e 8/11, os produtos pesquisados somaram R$ 426,07.

Alho, banana e cenoura podem ser encontrados por até 281% de diferença. Em outros alimentos (mamão, batata, farinha de mandioca e abacaxi), a pesquisa também identificou variações acima de cem por cento.

Maiores variações (acima de 100%)

PRODUTO

MENOR

MAIOR

VARIAÇÃO

Banana

R$ 1,57

R$ 5,99

281,52%

Alho

R$ 7,90

R$ 26,99

241,64%

Cenoura

R$ 1,89

R$ 5,98

216,40%

Mamão

R$ 1,48

R$ 3,59

142,56%

Batata

R$ 1,68

R$ 3,99

137,50%

Farinha

R$ 2,19

R$ 4,59

109,58%

Abacaxi

R$ 1,98

R$ 3,99

101,51%

Confira todos os preços aqui

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, orienta que o consumidor já comece a estocar os produtos da ceia de Natal e Réveillon. "Já é possível economizar, optando pelos produtos mais em conta para as festas de fim de ano", afirma. Ela também adiantou que no próximo mês de dezembro, o Procon vai trazer uma pesquisa com itens da ceia de Natal e Réveillon.

No comparativo entre as regionais, a Regional VI continua apresentando os preços mais altos. Já na Regional IV, estão os preços mais baixos.

REGIONAL

MÉDIA TOTAL

Regional VI

R$ 506,60

Regional do Centro

R$ 478,47

Regional III

R$ 465,36

Regional V

R$ 436,19

Regional I

R$ 400,64

Regional II

R$ 379,94

Regional IV

R$ 341,17

Errata
Na pesquisa de outubro, divulgada no dia 24/10, divulgamos a soma total dos itens em R$ 427,56, indicando elevação de 0,49% nos preços de produtos e alimentos dos supermercados, em relação ao mês de setembro, quando a soma total dos preços ficou em R$ 425,48.

Após a divulgação, os técnicos responsáveis pela pesquisa, identificaram um erro na digitação do preço do frango, alterando assim todo o resultado final da pesquisa.

Deste modo, a média da soma de todos os itens na pesquisa de outubro ficou em R$ 425,56, indicando uma elevação de 0,02% dos preços, em relação ao mês imediatamente anterior (setembro), quando a soma total dos preços ficou em R$ 425,48.

 

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O Procon quer saber se, na lista, constam itens considerados abusivos e que não podem ser cobrados pelas instituições
O Procon quer saber se, na lista, constam itens considerados abusivos e que não podem ser cobrados pelas instituições 

O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) inicia, nesta quarta-feira (07/11), a operação "Material Escolar 2019". Pelo menos, 109 escolas particulares da Capital devem receber uma notificação do Procon Fortaleza, que está requisitando a entrega da lista de material escolar, em até cinco dias corridos. O Procon quer saber se constam itens considerados abusivos e que não podem ser cobrados pelas instituições. Marcas de produtos e especificação de livrarias também não podem ser determinadas pelas escolas.

O Procon esclarece que, inicialmente, a operação tem caráter educativo, ou seja, dando prazo para que as escolas retirem, da lista, itens considerados de uso coletivo, e que não podem ser cobrados, conforme determina a lei federal nº 12.886/2013.

Após analisar as listas enviadas pelas escolas, o Procon deve publicar uma portaria com a relação exemplificativa de produtos que não podem ser cobrados. Em 2018, a lista somou 76 itens.

Cláudia Santos, diretora do Procon Fortaleza, alerta que as escolas também estão proibidas de exigir valor ou taxa para aquisição de material escolar, exceto quando esta seja uma decisão do contratante e não uma exigência. "O Procon não interfere na atividade pedagógica das escolas, mas defende que o custo de determinados itens da lista de material escolar seja dos prestadores de serviço, e não dos pais que já pagam mensalidades altas", defendeu.

Como denunciar
No portal da Prefeitura de Fortaleza; ou ainda pela Central de Atendimento 151, no horário comercial. É possível ainda realizar denúncias pelo aplicativo Procon Fortaleza. Basta baixar no Android: Procon Fortaleza; ou no sistema iOS (http://galeria.fabricadeaplicativos.com.br/procon.fortaleza)

Dicas e Direitos
- Antes de comprar, verifique se existem itens que sobraram do período anterior e avalie a possibilidade de reaproveitá-los;
- A escola só pode pedir uma resma de papel por aluno. Mais do que isso já pode ser considerado abusivo;
- Organizar um bazar de trocas de artigos escolares em bom estado entre amigos ou vizinhos, por exemplo, também é uma alternativa para gastar menos;
- Outra opção para a compra de livros é pesquisar em sebos, inclusive pela internet. Costuma ser bem mais barato;
- Algumas lojas concedem descontos para compras em grupos ou de grandes quantidades ou venda por atacado;
- Produtos importados seguem as mesmas regras de marcas nacionais, resguardados os direitos do CDC;
- Evite comprar no comércio informal. Isso pode dificultar a troca ou assistência do produto se houver necessidade;
- Muita atenção a embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos e fitas adesivas. Esses produtos devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.

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