balcão com peixes frescos no mercado dos peixes
Na lista do Procon, estão peixes bastante procurados, no período, como o bacalhau, cavala em posta e sirigado e ainda tipos de camarão

A Prefeitura de Fortaleza, por intermédio do Procon municipal, divulgou nesta terça-feira (27/3), a pesquisa com preços de produtos típicos da Semana Santa, entre peixes, camarões, vinhos e pães de coco. Os dados foram coletados, presencialmente, entre os dias 20 e 23 de março, em supermercados, contemplando todas as Regionais e o Centro da Capital e ainda nos mercados públicos de Messejana, Mercado dos Peixes, no Mucuripe, bem como no Mercado São Sebastião, no Centro. Na lista, estão peixes bastante procurados, no período, como o bacalhau, cavala em posta e sirigado e ainda tipos de camarão. A maior variação foi encontrada no preço do quilo do peixe arabaiana, que pode sair até 150% de diferença entre o estabelecimento mais barato e o mais caro, indo de R$ 12,00 a R$ 30,00.

Entre os vinhos, o quinta do morgado (750ml) apresenta a maior variação, sendo encontrado de R$ 10,79 a R$ 19,90, uma diferença de 84,43%. Neste caso, o consumidor que optar pelo estabelecimento mais barato acaba comprando duas garrafas de vinho pelo preço de uma, em comparação com o local mais caro.

O camarão do tipo 12g pode ser encontrado de R$ 20,00, no Mercado dos Peixes e de R$ 30,00, o quilo, ainda dentro do Mercado dos Peixes ou no Mercado público de Messejana, conferindo uma diferença de 50% entre o local mais barato e o mais caro.

Confira todos os preços aqui.

Já o pão de coco, item bastante procurado no feriado da Semana Santa, pode ser comprado de R$ 9,58 a R$ 14,69, o quilo, o que representa uma variação de 53,34%.

Para a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, a pesquisa chega em boa hora e possibilita ao consumidor optar por preços mais baratos. "Vale lembrar que os estabelecimentos são obrigados a cumprir a oferta anunciada e se houver divergência entre o preços anunciado ou da prateleira com o registrado no caixa, o consumidor pagará sempre o menor valor", orientou.

Ovos de Páscoa
O Procon Fortaleza divulgou no dia 8/3, a pesquisa com preços dos ovos de chocolate nos supermercados da Capital. A diferença no preço no ovo de chocolate da mesma marca e com o mesmo peso chegou a 97,43% entre o estabelecimento mais caro e o mais barato. Confira a pesquisa dos ovos de páscoa aqui.

Dicas
O consumidor deve ficar atento às informações detalhadas sobre data de validade do produto, peso e composição. A embalagem deve estar em boas condições de armazenamento, sem amassados ou furos que possam contaminar o produto.

Pesquise preços e a qualidade dos produtos, pois o barato pode sair caro. Por exemplo, ovos de páscoa caseiros sempre são mais baratos, entretanto, temos que saber de sua procedência.

Para os peixes frescos, o cuidado deve ser a conservação, pois devem estar bem armazenados e em gelo. Verifique sua aparência observando se os olhos estão brilhantes e as escamam bem presas ao corpo.

Procure conhecer a procedência do bacalhau e cuidado para não comprar peixe salgado no lugar de bacalhau. Uma boa dica é verificar se, na embalagem, há informações se o produto é tipo Bacalhau e qual a espécie do peixe.

Publicado em Economia

O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta quinta-feira (08/03), a pesquisa com preços de ovos de chocolate e de ingredientes para a fabricação caseira de produtos para a Páscoa. O levantamento foi realizado entre os dias 6 e 7 de março, em dez estabelecimentos da Capital, entre supermercados e lojas do varejo. A diferença no preço do mesmo item com a mesma marca e peso pode chegar a 97,43% na barra de chocolate meio amargo (100g) para fabricação caseira do ovo de Páscoa, variando entre R$ 4,28, no estabelecimento mais barato, e R$ 8,45 no local mais caro. Já entre os ovos de chocolate prontos para consumo, a variação mais elevada está no Bis Oreo (318g), que pode ser encontrado de R$ 35,49 a R$ 54,99, indicando uma variação de 54,95%.

O Procon dividiu a pesquisa entre ovos de páscoa convencionais e infantis de três grandes marcas nacionais (Nestlé, Garoto ou Lacta). Os preços foram coletados presencialmente, observando as gôndolas dos estabelecimentos.

Confira aqui a pesquisa completa

No comparativo de preços entre as Regionais, o Procon identificou que na Regional do Centro estão os preços mais elevados. Nesta análise, o Procon levou em consideração os estabelecimentos que possuem a partir de 80% de abastecimento dos itens consultados.

Segundo a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, a compra dos ovos de chocolate com antecedência pode resultar em economia, uma vez que a proximidade da data comemorativa acaba elevando os preços. Ela também orienta como proceder em casos de compra de ovos de páscoa com brinquedos e que apresentem defeito. "O consumidor deve procurar o estabelecimento onde adquiriu o produto, levando a nota fiscal, e solicitar a troca. Não sendo resolvido, o consumidor deve registrar reclamação no Procon Fortaleza para apurarmos a infração", afirmou.

Maiores variações
Regionais                             PREÇO TOTAL
Secretaria Regional Centro      R$ 2.028,55
Secretaria Regional VI            R$ 1.940,01
Secretaria Regional V             R$ 1.895,01
Secretaria Regional II             R$ 1.809,36
Secretaria Regional III            R$ 1.547,79

Maiores variações
PRODUTO                            MENOR                   MAIOR                   VARIAÇÃO
Chocolate meio amargo
classic – barra 100g              R$ 4,28                   R$ 8,45                  97,43%
Chocolate ao leite
barra 115g                           R$ 3,58                   R$ 6,39                  78,49%
Chocolate em pó solúvel
(“Padre”) 200g                     R$ 10,89                 R$ 18,99                 74,38%
Bis Oreo 318g                      R$ 35,49                 R$ 54,99                  54,95%
Kit-Kat 313g                        R$ 30,99                 R$ 47,99                  54,86%
Hot Wheels 170g                  R$ 35,99                 R$ 55,29                  53,63%
Barbie Chef 170g                 R$ 35,99                  R$ 54,99                  52,79%
Surpresa 150g
Pet Gato                             R$ 30,28                  R$ 46,15                  52,41%
Surpresa 150g
Pet Cachorro                       R$ 30,28                  R$ 46,11                  52,28%
Sonho de Valsa 330g           R$ 35,99                  R$ 52,99                  47,24%

Dicas
Pesquise preços e a qualidade dos produtos, pois o barato pode sair caro. Por exemplo, ovos de páscoa caseiros sempre são mais baratos, entretanto, temos que saber de sua procedência.

O consumidor deve ficar atento às informações detalhadas sobre data de validade do produto, peso e composição. A embalagem deve estar em boas condições de armazenamento, verificando se não há amassados ou furos que podem contaminar o produto.

Os pais também não devem deixar de observar sobre a qualidade dos brinquedos. Todos devem estar certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) ou ainda pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), além de serem compatíveis com a idade da criança.

Se o ovo de chocolate for importado, deve constar no rótulo a tradução em português. Exija sempre a nota fiscal para resguardar o direito de troca ou possível reclamação.

Publicado em Economia
Estão mais caros, cebola, alho, margarina e carnes
O levantamento, realizado nos dias 20 e 21/2, aponta uma elevação de 5,66% no preço médio total dos 60 itens pesquisados.

O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta quarta-feira (28/02), a segunda pesquisa do ano com preços de alimentos e produtos nos supermercados da Capital. O levantamento, realizado nos dias 20/02 e 21/02, aponta uma elevação de 5,66% no preço médido total dos 60 itens pesquisados. Em janeiro, a soma desses produtos chegava a R$ 390,25, enquanto, neste mês de fevereiro, o valor médio total subiu para R$ 412,35.

Assim como na pesquisa anterior, o Procon realizou o comparativo de preços dos supermercados entre as seis Regionais, mais o Centro de Fortaleza. Os preços mais baixos estão na Regional IV, onde estão bairros como Benfica, Bairro de Fátima e Montese.

Dos 60 produtos pesquisados, 31 itens apresentaram aumento no preço médio e 28 sofreram baixa no preço médio, enquanto apenas um produto não sofreu alteração. Estão mais caros, cebola, alho, margarina e carnes.

Confira todos os preços aqui.

Segundo a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, a pesquisa mensal tem como objetivo oferecer ao consumidor diversas opções de preços e marcas, com itens divididos em alimentação, carnes e aves, padaria, refrigerantes, frutas e verduras, higiene pessoal, limpeza doméstica e ainda produtos de higiene infantil. "É bom lembrar que é um direito do consumidor pagar pela oferta anunciada, ou seja, o supermercado deve cumprir o preço de encartes e da propaganda", explicou.

REGIONAIS                                   PREÇO TOTAL MÉDIO
Regional do Centro                          R$ 425,55
Regional III                                     R$ 423,47
Regional VI                                     R$ 410,68
Regional V                                      R$ 402,35
Regional II                                      R$ 369,48
Regional I                                       R$ 349,42
Regional IV                                     R$ 347,34

Maiores variações (acima de 100%)
PRODUTO                         MENOR                      MAIOR                      VARIAÇÃO
Alho                                  R$ 6,90                      R$ 44,00                    537,68%
Pimentão                           R$ 1,39                      R$ 5,39                      287,77%
Tomate                              R$ 2,59                      R$ 6,98                     169,50%
Presunto de Peru                R$ 9,78                      R$ 26,15                    167,38%
Batata Inglesa                    R$ 1,98                      R$ 4,59                      131,82%
Mamão                              R$ 1,29                      R$ 2,98                      131,01%
Laranja Pêra                      R$ 1,65                      R$ 3,75                      127,27%
Cenoura                            R$ 2,38                      R$ 4,99                      109,66%
Queijo Mussarela                R$ 15,99                    R$ 32,90                    105,75%
Coentro                             R$ 0,98                      R$ 1,99                      103,06%
Banana Prata                     R$ 2,98                      R$ 5,99                      101,01%
Frango                              R$ 4,98                      R$ 9,99                      100,60%

Publicado em Economia
Os 47 produtos pesquisados mensalmente, registraram uma redução de 5,56% na média geral, quando comparados os preços praticados entre o início e o final deste ano
Feijão, arroz e açúcar ficaram mais baratos para o fortalezense no período de 12 meses (Foto: Kaio Machado)

Os 47 produtos pesquisados mensalmente pelo Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) registraram uma redução de 5,56% na média geral, quando comparados os preços praticados entre o início e o fim deste ano. A soma de todos os itens em janeiro foi de R$ 278,37, caindo para R$ R$ 262,89 em dezembro de 2017.  O quilo do feijão, por exemplo, custava, em janeiro de 2017, uma média de R$ 5,58 nos supermercados da Capital, enquanto neste último levantamento, realizado nos dias 19 e 20 de dezembro, o preço médio do quilo do alimento caiu para R$ 3,64, o que significa uma redução de 34,77%. Já o açúcar era comprado de R$ 2,85 em janeiro e, agora, pode ser adquirido por R$ 2,15, ou seja, 24,56% de queda na média geral. O arroz também sofreu redução de 11,29% no preço médio, passando de R$ 3,19 para R$ 2,83 no período de 12 meses.

Para a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, a última pesquisa com o comparativo realizado entre o início e o fim de 2017 comprova que o consumidor possui o poder de compra e sua escolha influencia na variação de preços. "Quando o consumidor opta por preços mais baixos, ele está, na verdade, forçando o mercado a reduzir o valor de produtos mais caros", afirmou.

Preços em dezembro
Mas a última pesquisa do ano nos supermercados da Capital continua a apontar uma variação alta entre os supermercados mais caros e os mais baratos, chegando a 671% nos preços de alimentos e produtos de primeira necessidade. O quilo do alho foi o item que mais variou, podendo ser comprado de R$ 5,90 a R$ 45,50. Em seguida, o tomate, cuja variação ficou em 245%, sendo encontrado de R$ 1,59 a R$ 5,49, o quilo.

Confira aqui todos os preços aqui.

O que subiu em 2017
PRODUTO                 JANEIRO                   DEZEMBRO                   VARIAÇÃO
Ovos                         R$ 13,90                    R$ 17,50                        25,90%
Farinha                      R$ 4,23                     R$ 4,68                          10,64%
Batata                       R$ 3,21                     R$ 3,54                          10,28%
Coentro                     R$ 1,29                     R$ 1,39                          7,75%
Carne Bovina 1ª         R$ 31,20                   R$ 33,31                        6,76%

O que caiu em 2017
PRODUTO                JANEIRO                    DEZEMBRO                   VARIAÇÃO
Feijão                       R$ 5,58                      R$ 3,64                         -34,77%
Pimentão                  R$ 6,08                      R$ 3,97                         -34,70%
Laranja                     R$ 3,84                      R$ 2,67                         -30,47%
Açúcar                      R$ 2,85                      R$ 2,15                         -24,56%
Alho                         R$ 25,37                    R$ 20,81                        -17,97%

Maiores variações
Dezembro/2017
PRODUTO                MENOR                        MAIOR                         VARIAÇÃO
Alho                         R$ 5,90                        R$ 45,50                      671,19%
Tomate                     R$ 1,59                       R$ 5,49                        245,28%
Pimentão                  R$ 1,98                        R$ 5,49                        177,27%
Feijão                       R$ 1,99                        R$ 4,58                        130,15%
Laranja                     R$ 1,68                        R$ 3,79                        125,60%

Dicas e direitos nos supermercados
- Verifique as datas de promoções e dias de ofertas;
- Analise os encartes distribuídos como sendo de produtos promocionais e exija os mesmos preços praticados nos caixas. Se houver divergência, o consumidor tem o direito de pagar sempre o menor valor;
- Avalie e faça as contas com as despesas mensais, como mensalidades escolares, impostos parcelados e outros;
- Faça uma lista dos produtos que realmente precisa comprar;
- Evite realizar as compras com fome ou acompanhado de crianças;
- Pesquise preços e verifique a melhor forma de pagamento e descontos nos pagamento à vista, em dinheiro e no cartão de crédito;
- Confira a data de validade dos produtos;
- Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando;
- Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra. Portanto, evite-os;
- Alimentos congelados devem ser colocados por último no carrinho para que sua qualidade não seja comprometida.

Publicado em Economia
Frutas e enlatados apresentam maior variação, neste Natal.
Frutas e enlatados apresentam maior variação neste Natal

O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) divulgou, nesta terça-feira (19/12), a pesquisa com produtos da ceia de Natal. O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 18 de dezembro em dez supermercados, localizados nas seis Regionais, além do Centro de Fortaleza. A maior variação de preços foi encontrada nas frutas e produtos enlatados, que podem custar até o dobro do preço entre os estabelecimentos consultados. Segundo o Procon, os preços podem estar ainda maiores com a proximidade das festas de fim de ano. A dica, portanto, é pesquisar.

O abacaxi é o produto com maior variação de preços neste Natal. A unidade do produto, de referência "pérola", pode custar entre R$ 3,58 e R$ 10,59, ou seja, 195,81%. Já a garrafa de espumante (750ml), da marca Chandon, pode comprado de R$ 59,90 a R$ 87,90, uma diferença de 46,74% no mesmo produto, da mesma marca.

Confira aqui todos os itens pesquisados.

O tradicional peru também apresenta alta variação de preços. O produto, da marca sadia, pode ser comprado de R$ 15,38 a R$ 22,99, o quilo. Uma diferença de 49,48%. Ainda entre as aves, o Chester, da marca Perdigão, é o item que menos varia de preços entre os supermercados pesquisados, sendo encontrado de R$ 12,98 a R$ 13,28, o que representa uma diferença 2,31%.

Bacalhau
Já o quilo de bacalhau do Porto varia até 16,07%, indo de R$ 62,99 a R$ 79,90, uma diferença de 26,85%. Quem quiser economizar ainda mais, pode optar pelo peixe "Saithe" tipo bacalhau, que custa entre R$ 27,90 e R$ 39,39, o quilo, uma variação de 41,18%.

Maiores variações
PRODUTO                   MENOR             MAIOR              VARIAÇÃO
Abacaxi Pérola Unid      R$ 3,58             R$ 10,59            195,81%
Figo (400 ml)               R$ 5,99             R$ 14,38            140,07%
Farofa Pronta 1            R$ 9,98             R$ 23,40             134,47%
Farofa Pronta 2            R$ 8,16             R$ 16,60             103,43%
Panetone Clássico        R$ 12,29            R$ 24,90            102,60%
400g

Dicas
- Verifique as datas de promoções e dias de ofertas;
- Analise os encartes distribuídos como sendo de produtos promocionais e exija os mesmos preços praticados nos caixas. Se houver divergência, o consumidor tem o direito de pagar sempre o menor valor;
- Avalie e faça as contas com as despesas mensais, como mensalidades escolares, impostos parcelados e outros;
- Faça uma lista dos produtos que realmente precisa comprar;
- Evite realizar as compras com fome ou acompanhado de crianças;
- Pesquise preços e verifique a melhor forma de pagamento e descontos nos pagamento à vista, em dinheiro e no cartão de crédito;
- Confira a data de validade dos produtos;
- Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando;
- Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra. Portanto, evite-os;
- Alimentos congelados devem ser colocados por último no carrinho para que sua qualidade não seja comprometida.

Publicado em Economia

O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) e a Caixa Econômica Federal assinam nesta sexta-feira (01/12), às 9h, Termo de Parceria que prorroga o atendimento, na sede do Procon, no Centro, a consumidores que estão em débito com o banco. A ação conjunta vai até o dia 29 de dezembro.

Essa iniciativa reforça a campanha #QUITAFACIL, que acontece até o fim de dezembro em todo o País, e tem como objetivo facilitar a regularização de contratos com mais de 360 dias de atraso, com descontos especiais. Durante a primeira fase da campanha, que aconteceu de 13 a 30/11, o Procon registrou descontos de até 90% no valor da dívida.

O Procon decidiu apoiar a ação da Caixa, após o banco comprometer-se a conceder descontos especiais na renegociação de dívidas de produtos do Banco a pessoas jurídicas ou físicas. Podem ser renegociados débitos com cartões de crédito, cheque especial, Crédito Direto ao Consumidor, empréstimos pessoal e consignado e financiamento de veículos. Os descontos concedidos na campanha "Quita Fácil" serão somente para pagamentos à vista.

Para a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, esta é uma oportunidade de renovar o crédito no mercado. "As compras de fim de ano estão chegando e o consumidor tem a chance de liquidar dívidas com descontos especiais", afirma. Mas a diretora alerta para o risco de novo endividamento. Por isso, ela pede cautela na contratação de novos empréstimos e nas compras.

Atendimento Caixa
Além do Procon Fortaleza, que atende consumidores da Capital, os clientes podem procurar qualquer agência no Estado para negociar. A campanha #QUITAFACIL beneficia clientes Pessoa Física e Jurídica com contratos comerciais em atraso, incluindo cartões de crédito.

Em todo o Estado, além das agências da Caixa, os clientes têm à disposição o site www.negociardividas.caixa.gov.br, e o telefone 0800 726 8068 (opção 8), que prestarão atendimento.

Publicado em Economia

A partir desta segunda-feira (13/11), o Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) recebe consumidores inadimplentes com a Caixa Econômica Federal (CEF) para renegociar dívidas. A parceria entre o Banco Federal e o Procon Fortaleza visa oferecer condições especiais para clientes da CEF (pessoas físicas ou jurídicas) que residem na Capital e que possuem dívidas em atraso com a Caixa, no período acima de 360 dias.

A CEF promete conceder descontos especiais na renegociação de dívidas de produtos do Banco, como cartões de crédito, cheque especial, Crédito Direto ao Consumidor, empréstimos pessoal e consignado e financiamento de veículos. Os descontos concedidos na campanha "Quita Fácil" serão somente para pagamentos à vista.

Para a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, qualquer ação que venha beneficiar o consumidor deve ser celebrada. "Decidimos apoiar a ação da Caixa após o Banco se comprometer em oferecer condições especias para renegociar e quitar a dívida de seus consumidores", comentou.

Documentos
O Procon lembra que o consumidor deve levar documentos pessoais (RG, CPF e comprovante de residência), bem como comprovantes do débito com a Caixa (faturas de cartão de crédito, contratos ou extratos bancários).

Serviço
Campanha "Quita Fácil"
Local: Procon Centro (Rua Major Facundo, 869)
Período: De 13 a 30/11
Horário: Das 8h às 17h
Mais informações: 151

Publicado em Economia

O Procon Fortaleza divulgou, nesta quarta-feira (08/11), a primeira pesquisa com preços de itens do material escolar para o ano letivo 2018. O levantamento foi realizado em dez livrarias e lojas do varejo do Centro e do Montese, entre os dias 30 e 31/10, bem como no dia 7/11, comparando preços de 62 produtos. A maior variação foi encontrada no preço da mochila, cujo tamanho médio pode ser comprada de R$ 18,10 a R$ 130,00, uma diferença de 618%. O Procon alerta que escolas não podem exigir marcas, nem condicionar a compra a fornecedor exclusivo, quando houver concorrência no mercado.

A pesquisa tem como objetivo proporcionar ao consumidor referências de preços e varieades da mesma marca ou referência de peso ou tamanho. Foram consultados preços de lápis, canetas, pastas, borrachas, mochilas, cadernos e dicionários, entre outros itens. Em 21 itens, o Procon encontrou variações de preços acima de 100%.

Confira todos os preços e variações dos 62 produtos aqui.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, alerta para que pais e responsáveis não aceitem, na lista, itens considerados abusivos. "Se o consumidor se deparar com produtos que não podem ser cobrados na lista de material escolar, deve pedir imediatamente a retirada desses itens". A Diretora também orienta que, caso as escolas se recusem a retirar itens abusivos da lista, os pais devem denunciar ao Procon Fortaleza.

Maiores variações
PRODUTO                      MENOR                        MAIOR                 VARIAÇÃO
MOCHILA - M COSTAS     R$ 18,10                      R$ 130,00             618%
MOCHILA - G COSTAS     R$ 41,86                      R$ 206,69             394%
MOCHILA - M CARRINHO R$ 61,10                      R$ 287,07             370%
PONTA FINA 0.7 AÇO       R$ 0,99                       R$ 4,50                355%
APONTADOR                   R$ 0,22                        R$ 0,99                350%

Lista de itens proibidos
No mês passado (17/10), o Procon Fortaleza divulgou a lista de itens que não podem ser cobrados pelas escolas. Essa lista aumentou de 66 para 76 itens. O Procon encontrou itens como desinfetante, esponja para pratos, papel higiênico e até lustra móveis em algumas listas de material escolar, o que contraria a lei federal nº 12.886/2013, a qual determina que "será nula a cláusula contratual que obrigue o contratante ao pagamento adicional ou ao fornecimento de qualquer material escolar de uso coletivo dos estudantes ou da instituição de ensino".

Acesse a lista de itens que não podem ser cobrados aqui.

Denunciar
Pode ser feita a qualquer momento pelo portal da Prefeitura de Fortaleza, bem como pela Central de Atendimento 151, no horário comercial. É possível ainda realizar denúncia pelo aplicativo Procon Fortaleza. Basta baixar no Android: Procon Fortaleza; ou no sistema iOS: http://galeria.fabricadeaplicativos.com.br/procon.fortaleza

Dicas e Direitos
- A escola só pode pedir uma resma de papel por aluno. Mais do que isso já pode ser considerado abusivo;
- Antes de comprar, verifique se existem itens que sobraram do período anterior e avalie a possibilidade de reaproveitá-los;
- Organizar um bazar de trocas de artigos escolares em bom estado entre amigos ou vizinhos, por exemplo, também é uma alternativa para gastar menos;
- Outra opção para a compra de livros é pesquisar em sebos, inclusive pela internet. Costuma ser bem mais barato;
- Algumas lojas concedem descontos para compras em grupos ou de grandes quantidades ou venda por atacado;
- Produtos importados seguem as mesmas regras de marcas nacionais, resguardados os direitos do CDC;
- Evite comprar no comércio informal. Isso pode dificultar a troca ou assistência do produto se houver necessidade;
- Muita atenção a embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos e fitas adesivas. Esses produtos devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.

Publicado em Economia
corredor de supermercado
A pequisa do Procon Fortaleza leva em consideração preços de produtos da mesma marca e mesmo peso, mantendo uma padronização das análises

A nova pesquisa do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) nos supermercados da Capital, realizada entre os dias 23 e 24 de outubro, aponta elevação de preços em 70% dos 47 itens consultados mensalmente. O comparativo com o levantamento anterior (25 e 26 de setembro) também revela que não há mais uma tendência de queda ou estabilidade de preços, constatada nas últimas três pesquisas (julho, agosto e setembro). Esse novo levantamento indica um aumento de 3,10% no preço médio total dos 47 itens pesquisados. A soma de todos os produtos passou de R$ 265,89 em setembro para R$ 274,13 em outubro. A dica do Procon é pesquisar, pois a preferência por alimentos e produtos mais baratos força o comércio a reduzir os preços.

Tomate e derivados enlatados, batata, feijão e açúcar são os alimentos que mais puxaram a alta de preços nos supermercados de Fortaleza. O preço desses produtos quase que dobrou, comparando as pesquisas dos meses de setembro e outubro. A pequisa do Procon Fortaleza leva em consideração preços de produtos da mesma marca e mesmo peso, mantendo uma padronização das análises. Os itens são divididos por alimentação, higiene pessoal, limpeza doméstica e cuidados infantis. Os preços são coletados presencialmente, observando as gôndolas dos estabelecimentos. A pesquisa completa está disponível neste link do Portal da Prefeitura de Fortaleza.

O Procon também realiza um comparativo de preços entre os supermercados pesquisados para indicar ao consumidor os estabelecimentos com preços mais caros e mais baratos. Nesta análise, o preço do quilo do alho pode variar até 364,29%. O quilo produto foi encontrado em supermercados dos bairros Água Fria e Joaquim Távora de R$ 9,80 a R$ 9,90 enquanto que no bairro Aldeota chega a R$ 45,50, uma diferença de quatro vezes acima do valor mais barato. Outros oito produtos também apresentaram variações acima de cem por cento.

A diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, orienta que o consumidor pesquise preços em encartes distribuídos em jornais, bancas, locais de circulação de pessoas ou no próprio estabelecimento. "São pequenas atitudes que podem resultar numa grande economia na hora de realizar as compras. A velha e boa pesquisa continua sendo a melhor ferramenta do consumidor", disse.

Dicas para economizar no supermercado

A organização das prateleiras é um dos principais meios para seduzir o consumidor. Na entrada de lojas e supermercados, por exemplo, normalmente são colocados produtos que induzam o consumidor à compra.

Nem sempre o produto com tarja vermelha é o mais barato. Procure a categoria do item exposto como promocional e escolha um produto que seja mais em conta. Certamente, você sairá economizando.

Alimentos de primeira necessidade, como pão e carne, costumam ficar no fundo da loja. Para chegar até eles, o consumidor passa por diversos produtos com itens cuidadosamente dispostos a chamar sua atenção.

Alguns produtos com preços mais em conta podem ser colocados em prateleiras mais altas ou mais baixas, reservando ao centro, na altura dos olhos do consumidor, produtos que oferecem mais lucros à empresa.

Não esqueça a velha e boa pesquisa. Faça uma lista do que realmente precisa comprar, avaliando despesas mensais, como mensalidades escolares, impostos parcelados e outros.

Tenha o hábito de pesquisar preços em encartes distribuídos em jornais, bancas, locais de circulação de pessoas ou no próprio estabelecimento.

Publicado em Economia
Material escolar
Pais e responsáveis pelas matrículas podem fazer denúncias ao Procon de forma anônima

O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) inicia, nesta terça-feira (17/10), a Operação Material Escolar 2018. Pelo menos 100 escolas particulares da Capital devem receber uma recomendação administrativa com normas e orientações sobre itens que não podem ser cobrados na lista de material escolar. Marcas de produtos e especificação de livrarias não podem ser determinadas pela instituição de ensino. Escolas também estão proibidas de exigir valor ou taxa para aquisição de material escolar, a não ser que esta seja uma decisão do contratante, e não uma exigência da instituição.

No ano passado, a lista de produtos que não podem ser cobrados aumentou de 66 para 76 itens. O Procon encontrou itens como desinfetante, esponja para pratos, papel higiênico e até lustra móveis em algumas listas de material escolar, o que contraria a Lei Federal nº 12.886/2013, a qual determina que "será nula a cláusula contratual que obrigue o contratante ao pagamento adicional ou ao fornecimento de qualquer material escolar de uso coletivo dos estudantes ou da instituição de ensino".

Segundo a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, pais e responsáveis pelas matrículas devem denunciar, inclusive de forma anônima. "As escolas não podem colocar como condição de efetivação da matrícula dos alunos a entrega da lista de material escolar com itens abusivos".

Ainda para a diretora do Procon Fortaleza, se as escolas consideram importante a utilização desses itens na aprendizagem dos alunos, as instituições devem garanti-los, mas não cobrar à parte.

Clique aqui para acessar a Portaria nº 015/2016, que trata de cláusulas abusivas nos contratos escolares, bem como a lista de itens que não podem ser cobrados.

Para denunciar
Denúncias podem ser feitas no Portal da Prefeitura de Fortaleza (www.fortaleza.ce.gov.br), no campo Defesa do Consumidor do Catálogo de Serviços; no aplicativo Procon Fortaleza Procon Fortaleza (disponível para Android e iOS); nas unidades físicas do Centro e nos núcleos dos Vapt Vupts do Antonio Bezerra e de Messejana; e na Central de Atendimento ao Consumidor 151.

Dicas e direitos
- A escola só pode pedir uma resma de papel por aluno. Mais do que isso já pode ser considerado abusivo;
- Antes de comprar, verifique se existem itens que sobraram do período anterior e avalie a possibilidade de reaproveitá-los;
- Organizar um bazar de trocas de artigos escolares em bom estado entre amigos ou vizinhos, por exemplo, também é uma alternativa para gastar menos;
- Outra opção para a compra de livros é pesquisar em sebos, inclusive pela internet. Costuma ser bem mais barato;
- Algumas lojas concedem descontos para compras em grupos ou de grandes quantidades ou venda por atacado;
- Produtos importados seguem as mesmas regras de marcas nacionais, resguardados os direitos do CDC;
- Evite comprar no comércio informal. Isso pode dificultar a troca ou assistência do produto se houver necessidade;
- Muita atenção a embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos e fitas adesivas. Esses produtos devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.

Publicado em Economia